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Destaques

Autísticos: Reclame para quem se importa

Vez ou outra, eu recebo reclamações na página da Autísticos de pessoas querendo dizer o que eu posso postar ou não.

Desde o início, eu já deixei DEZENAS de indicações de livros e artigos por aqui. Muita gente não lê por preguiça. Alguns porque os livros não são acessíveis. Também deixei dezenas de avisos, é só procurar.


Porém, aos que só sabem reclamar, um aviso: Eu não me importo. O choro é livre nessa página.

"Achei que fosse uma página de autismo, não sobre LGBT/política/outros assuntos".

Que pena, querida. Eu falo do que quiser aqui. Quer reclamar? Procure quem se importa e, quem sabe, um psicólogo.

Tem um aviso fixado na página inicial. Aos que incomodam muito, eu uso o botão de banir sem dó.

Aos coleguinhas que tentam jogar comigo, um aviso: leia meus vários posts sobre hiperfocos em comportamento. Eu percebo todos movimentos de manipulação do mundo do autismo e me divirto. Cada lado tentando empurrar suas pautas.

Avisei algumas vezes e muita gente não viu: Antes de ten…

Autísticos: Reabertura do meu perfil no Facebook

Já que fechado ou aberto, as coisas do meu perfil sempre vazam. Plot twist: Perfil no Facebook reaberto.


Muita gente não estava conseguindo compartilhar as coisas que posto no perfil e a fan page limita o alcance orgânico.

Podem se divertir fuçando. Agora, arrancar informações de mim, é um jogo que eu adoro jogar e me fazer de sonso, como muitos de vocês do mundo do autismo que manipulam de todos lados, acham que Aspergers são.

Vocês sempre esquecem de duas coisas: todo Asperger é diferente; eu tenho altas habilidades.

Dica: não me leiam literalmente. Sou escritor. Não tentem supor qualquer coisa sobre mim ou o que eu posto. Adoro brincar com as palavras e me divirto com alguns de vocês espalhando coisas minhas. Meu hiperfoco é livro e literatura. Para quem acha que tudo o que posto é indireta ou ameaça, que seja, vai sofrer de curiosidade mesmo.

Para quem faz merda e está com medo, pode ficar com medo. Nunca disse que jogava de lado algum. Vocês me colocaram no jogo, agora me engulam.

Entre fofocas, prints, dramas, difamações, invasões de privacidade, hackeamento e por aí vai. Aguentei sozinho e com o apoio de poucos amigos leais. Do resto, somos só aliados improváveis e/ou perfeitos estranhos.

Pessoas que jogam dos três lados, meus olhos sempre estão abertos para vocês. Quem fica em cima do muro e transita de todos lados, mas passa outra imagem na internet, estou sempre atento. Que os outros fiquem atentos a quem vocês são também.

A regra do pedir ajuda em treta sem mover um dedo por mim ainda está valendo. Patadas nunca são de graça.

E, por favor, não façam parecer que tenho qualquer relação com qualquer associação ou lado.

“Eles dizem que todo mundo nasceu um herói. Mas se você permitir, a vida o empurrará até que você seja o vilão. O problema é que você nem sempre sabe que cruzou essa linha. Talvez seja o suficiente que o mundo pense que eu sou um herói” –Jessica Jones

Algumas pessoas nasceram para peões e são manipuladas de todos lados, outras se movem para o lado que quiserem do tabuleiro.

PS: A foto do perfil e da página são diferentes. Na página, uso a foto com a camiseta da Mulher-Maravilha (Wonder Woman).
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Um dos meus primeiros hiperfocos na infância: Xadrez.

Eu lembro que uma vez, eu perdi um jogo, tive um meltdown (crise autística – na época eu não sabia, é claro) e fiquei tão irritado que virei o tabuleiro.

Será um presságio? 👑♟
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Quando gente que não gosta de você curte seu post, como um aviso e revela que sempre está de olho na sua página (não era nenhuma novidade). A gente ri ou fica preocupado?

Parabéns aos envolvidos pela segunda ou terceira bola fora do mês. Se for contar desde abril...

Se eu pudesse voltar no tempo, jamais teria entrado nos grupos de autismo nem conhecido muitos de vocês. É cada vergonha. Não foi por acaso que saí de vários grupos.

A gente abre a porta do Inferno Autista e se arrepende desde o primeiro minuto. É por isso que farei campanha para que as pessoas sigam independentes.

Justiça seletiva, omissão, egoísmo, holofote, briga por bobagens e termos sobre autismo, fofocas, querer criticar moderação de grupo quando não sabem moderar o próprio grupo e a lista só aumenta.

São dois lados simétricos. O que um lado acerta, o outro erra. Ninguém é perfeito. Todo mundo erra. Ter autocrítica é essencial. Julgar os outros sem julgar a si mesmo é burrice.

Não existem vilões ou mocinhos, só um jogo infantil de egos. Minha campanha sobre tratamentos falsos de autismo e o sumiço de muitos de vocês deixa bem claro quem está interessado pela causa e quem só quer biscoito.

O bom de ser camaleão é que não preciso da aprovação de nenhum de vocês. Nunca precisei da aprovação de ninguém para ser eu mesmo, não vai ser agora que vou precisar.
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Leiam as entrelinhas do meu texto. Quem me lê literalmente, cai do cavalo. Eu não sou de postar indiretas, falo tudo que preciso. E se a pessoa não percebe, eu falo na cara dela.

Não pedi créditos algum, só pedi bom senso. O que é bom senso: não me pedir para ficar batendo boca com profissionais antiéticos, enquanto vocês ficam com a parte boa (créditos). Ou ter o mínimo trabalho de responder as mensagens.

Eu não pedi a parte boa (créditos). Quanto à parte ruim, eu até ajudava com as tretas, mas isso tudo foi antes do meu hackeamento: eu dei mil avisos depois, muita gente não leu.

Chegou a ficar cansativo tantos avisos que dei, mas as pessoas só leem o que elas querem ler.

Do resto, fiquem com os créditos, mas também aprendem a se defender sozinhos. Eu aguento pancadas sozinho, vocês também aguentam. Não existe ironia aqui.

Eu não sou de mastigar meus textos para ninguém. Se não entende, muitas vezes, fica sem entender mesmo.
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Para os colegas no espectro (e não-autistas também), não mastigo meus textos mais do que já mastigo, pois seria impossível. Eu sempre simplifico. Tenho formação em jornalismo e sou escritor.

Livros/escrita são meu hiperfoco. Se vocês tentassem me explicar equações matemáticas e coisas de Exatas, eu não ia entender, mesmo sendo o hiperfoco de vocês.

Eu não tenho discalculia, mas não gosto de Exatas, como muitos aspergers gostam.

Então, é isso. Infelizmente, em muitos casos, cada um vai entender ou não meus textos, Gifs, memes.

Sempre que posso, eu explico, mas não teria tempo para explicar para todo mundo por inbox. Eu não sou fã de inbox, WhatsApp e por aí vai, especialmente se eu estiver hiperfocado.

Sei que algumas coisas são pela literariedade = característica do autismo, mas em muitos casos, é porque muitos de vocês desprezam a ficção, arte e cultura.

Livros, séries e filmes não são inúteis. O mundo vai além dos livros técnicos.

Para todos seres humanos, eu desejo mais interpretação de texto.

*Ben Oliveira é escritor, blogueiro e jornalista por formação. É autor do livro de terror Escrita Maldita, publicado na Amazon e dos livros de fantasia jovem Os Bruxos de São Cipriano: O Círculo (Vol.1) O Livro (Vol. 2), disponíveis no Wattpad e na loja Kindle.

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