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Destaques

Revolutionary Love: Série coreana de drama explora o abismo que divide as classes sociais

Embora muitos dramas coreanos pequem na representatividade de diversidade racial e deem pouquíssimo espaço para estrangeiros e imigrantes, a série Revolutionary Love (2017) da tvN e no Brasil disponível temporariamente pela Netflix , acaba indo além dos elementos de comédia e romance, mostrando o drama das diferenças de classes sociais , os preconceitos e a possibilidade de imersão nesse mundo desconhecido pelo filho do dono de um dos maiores conglomerados de empresas da Coreia do Sul . A ingenuidade e a ignorância da realidade das classes trabalhadoras tornam o protagonista um tanto embaraçoso, lembrando de forma vaga a jornada de Buda quando conheceu a realidade fora do palácio e foi confrontado com a fome, a doença, a pobreza e a morte. Longe de ser uma série com alguma alegoria espiritual, mas do ponto de vista do comportamento é interessante acompanhar como Byun Hyuk (Choi Si-won) se torna mais empático e humanizado quando seu caminho cruza com o de Baek Joon (Kang So-ra) . E

Epidemia de Idiotice

Um brinde aos que não são *Covidiotas. Pessoas que negam a realidade por puro egoísmo e cometem crimes contra a saúde pública deveriam ser punidas.


Com tanta informação disponível, não dá para dizer que as pessoas não estão sendo avisadas. Como sempre acontece no Brasil, há os que preferem acreditar em informações falsas no Whatsapp do que em jornalistas e profissionais da área de saúde sérios do mundo inteiro.

Antigamente as pessoas tinham medo de lendas urbanas, como pessoas que saiam infectando as outras com seringas. Hoje em dia, elas se tornaram as próprias lendas. A idiotice é contagiosa.


*Aos que estavam com saudade dos significados das palavras. O termo Covidiota já está rodando pelo mundo. 
***
Muita gente acha que ele é insano, mas tem um termo mais acurado para aqueles que não sentem empatia e não se importam de prejudicar os outros. Por incrível que pareça, um dos cargos favoritos é o de político. Enquanto outro, é o de liderança religiosa.

Coincidência? Não. Qualquer pessoa com um conhecimento básico de psicologia e criminologia sabe muito bem o que nos aguarda.

Já se sabe que muitos desses não são clinicamente insanos, só cruéis e perversos. Fica dica.

Portanto, chamar uma pessoa assim de louca é só uma forma de tentar minimizar a responsabilidade dos seus atos. Calculistas e sádicos, alguns são incapazes de frear seus instintos violentos e sentem prazer na destruição, seja física ou psicológica.


Não diga que não foram avisados. Pessoas assim não podem ser 'curadas', pois não estão doentes, tampouco são loucas. Elas também não sentem vergonha ou remorso pelos seus atos.

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Reflexão sobre tempos de pandemia no Brasil 

Tempo É Dinheiro



Sobre o autor:


Ben Oliveira é escritor, blogueiro, jornalista por formação e Asperger. É autor do livro de terror Escrita Maldita, publicado na Amazon e dos livros de fantasia jovem Os Bruxos de São Cipriano: O Círculo (Vol.1) O Livro (Vol. 2), disponíveis no Wattpad e na loja Kindle.

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