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Destaques

Lovestruck In The City: Série sul-coreana explora as emoções e fases dos relacionamentos amorosos

Diferente de muitos doramas coreanos que são mais longos, Lovestruck In The City tem um ritmo mais ágil e leva o telespectador para os encontros e desencontros de três casais que fazem parte do mesmo círculo social, em uma linguagem mais interativa, na qual os personagens contam suas próprias versões em frente às câmeras. A série de 2020 está disponível na Netflix . Para quem não tem muito contato com o universo dos dramas coreanos, a série dirigida por Park Shin-woo é uma boa opção, já que os episódios são curtos em relação ao formato tradicional e trazem o desenvolvimento dos relacionamentos desde os primeiros episódios – fugindo um pouco do padrão no qual o telespectador tem que assistir até o final para ver os personagens se declarando e sofrendo silenciosamente. Outro diferencial em relação a muitas produções coreanas é que os atores se beijam mais e o roteiro aborda assuntos que ainda são tratados como tabus por muitas séries da Coreia do Sul, como o sexo. Porém, embora se apro

Epidemia de Idiotice

Um brinde aos que não são *Covidiotas. Pessoas que negam a realidade por puro egoísmo e cometem crimes contra a saúde pública deveriam ser punidas.


Com tanta informação disponível, não dá para dizer que as pessoas não estão sendo avisadas. Como sempre acontece no Brasil, há os que preferem acreditar em informações falsas no Whatsapp do que em jornalistas e profissionais da área de saúde sérios do mundo inteiro.

Antigamente as pessoas tinham medo de lendas urbanas, como pessoas que saiam infectando as outras com seringas. Hoje em dia, elas se tornaram as próprias lendas. A idiotice é contagiosa.


*Aos que estavam com saudade dos significados das palavras. O termo Covidiota já está rodando pelo mundo. 
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Muita gente acha que ele é insano, mas tem um termo mais acurado para aqueles que não sentem empatia e não se importam de prejudicar os outros. Por incrível que pareça, um dos cargos favoritos é o de político. Enquanto outro, é o de liderança religiosa.

Coincidência? Não. Qualquer pessoa com um conhecimento básico de psicologia e criminologia sabe muito bem o que nos aguarda.

Já se sabe que muitos desses não são clinicamente insanos, só cruéis e perversos. Fica dica.

Portanto, chamar uma pessoa assim de louca é só uma forma de tentar minimizar a responsabilidade dos seus atos. Calculistas e sádicos, alguns são incapazes de frear seus instintos violentos e sentem prazer na destruição, seja física ou psicológica.


Não diga que não foram avisados. Pessoas assim não podem ser 'curadas', pois não estão doentes, tampouco são loucas. Elas também não sentem vergonha ou remorso pelos seus atos.

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Sobre o autor:


Ben Oliveira é escritor, blogueiro, jornalista por formação e Asperger. É autor do livro de terror Escrita Maldita, publicado na Amazon e dos livros de fantasia jovem Os Bruxos de São Cipriano: O Círculo (Vol.1) O Livro (Vol. 2), disponíveis no Wattpad e na loja Kindle.

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