Pular para o conteúdo principal

Destaques

Documentário da Netflix aborda caso Elisa Lam e histórico mórbido do Cecil Hotel

Dependendo da sua idade e do quanto você é ligado às notícias e ao mundo online, é bem provável que você tenha ouvido falar sobre o caso da Elisa Lam , uma canadense descendente de chineses que  viajou para os Estados Unidos e morreu em um hotel de Los Angeles . O caso polêmico na época foi explorado na série documental Cena do Crime – Mistério e Morte no Hotel Cecil (Crime Scene: The Vanishing at the Cecil Hotel) , dirigido pelo norte-americano Joe Berlinger e distribuído pela Netflix , em 2021. Em quatro episódios, de forma linear, é contada a história de como Elisa Lam foi parar no Cecil Hotel e um pouco de sua personalidade no mundo digital e afinidade com o Tumblr. Importante mencionar que o documentário não traz entrevistas com os familiares de Elisa Lam. Se nem os próprios familiares conhecem a fundo uma pessoa, me pergunto por que há tantas pessoas aleatórias na internet e fãs de teorias da conspiração que se sentem no direito de dizer que algo poderia ou não ter acontecido. 

Manic Pixie Dream Boy: O que faz o meu espírito vibrar de prazer

Hoje enquanto treinava, refletia sobre minha Demissexualidade.

Tenho um professor que dizia que lemos livros para esquecer. Não será assim também a vida, uma constante lição de reaprendizados?



Escritores que se envolvem com outros escritores; artistas que se envolvem com artistas; jornalistas que casam com jornalistas.

Há quem afirme que relacionamentos são como polos opostos, mas creio que sem uma sintonia, não há magia no mundo que mantenha duas pessoas juntas.
Só a química não basta. Só o afeto não desenvolve. Só as afinidades se torna amizade.

Relacionamentos amorosos trazem fórmulas complexas.

Para quem é Demissexual, sabe que mesmo o prazer sexual pode vir da conexão emocional, transcendental, espiritual, intelectual. Há tantas formas de sentir prazer.

Na busca de me redescobrir, vez ou outra me maltrato esquecendo que não sou guiado pelo externo.

Meu mundo é o das águas, do fogo, do ar, da terra, do espírito; gosto de quem pulsa vida, sem medo de ser quem é; de quem dança quando sente vontade, mesmo que seja no meio do shopping; que canta, que pinta, que escreve, que respira arte, que lê minhas entrelinhas.

Relacionamentos superficiais servem como entretenimento barato: ajudam a distrair, mas não matam a fome do espírito.

Gosto de quem me faz vibrar da cabeça aos pés, me vira do avesso e me faz sentir que tudo é possível, ainda que no terreno do impossível.

Sou essa contradição, sempre preso entre o ser e o nao-ser, o amor e o não-amor, o mundano e o excepcional. Não sou um nem outro e, no final, quem tenta me entender, sempre se dá mal.

Não dá para colocar em palavras tantos fragmentos aparentemente desconexos, mas tão alinhados com minha essência.

Escovo os dentes e penso que não devo me maltratar mais uma vez. Talvez esteja na hora de buscar outros talvez; outros espíritos que vibrem na mesma sintonia e não se sintam perdidos neste plano, sempre guiados pela autenticidade que escorre da arte, da verdade e do amor.

Conexões emocionais são dez vezes mais excitantes do que conexões físicas; penso enquanto reviro fotos, artes e músicas, à procura de alguém que me faça sentir vivo.

Sobre o autor – Ben Oliveira foi diagnosticado autista (Síndrome de Asperger) aos 29 anos, é escritor, formado em jornalismo. Autor do livro de terror Escrita Maldita, publicado na Amazon e dos livros de fantasia jovem Os Bruxos de São Cipriano: O Círculo (Vol.1) e O Livro (Vol. 2), disponíveis no Wattpad e na loja Kindle.


Para ficar por dentro das minhas novidades:


Comentários

Mais lidas da semana