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Destaques

Criminologia, Jessica Jones e Mulher-Maravilha: Ficar do lado do agressor é sinal de perigo à sociedade – Ben Oliveira

Que dia lindo para servir Karma Coletivo para Diana, Lilith e Nêmesis ao mesmo tempo:  Resistam julgar as pessoas pela aparência. Meus 2 ex-namorados manipuladores se faziam de vítimas e todo mundo ficava ao lado deles e como eu sou porra louca, como Jessica Jones e Malévola, era injustiçado entre quatro paredes e julgado por todos ao redor. Como sou uma vaca, só há duas pessoas com a qual me importo no mundo, minhas duas chamas gêmeas, o resto é indiferente. Ainda assim... Vocês criam cada distorção cognitiva que só por Deus... É muita falta de terapia, autoconsciência, reflexão e bom senso.  Foi você que tava dentro do carro capotado? Foi você que quase morreu? Foi você que teve que recomeçar várias vezes na vida? Foi você que saiu como vilão quando a pessoa era tóxica pra cacete? Não foi. Então, boca fechada, sempre. Opinião só se dá quando é pedida. Sem falar os DELUSIONAIS que ficaram comentando: Que pena, achei que vocês iam casar. Quem quiser casar com ele, passo até o perfil KK

Manic Pixie Dream Boy: O que faz o meu espírito vibrar de prazer

Hoje enquanto treinava, refletia sobre minha Demissexualidade.

Tenho um professor que dizia que lemos livros para esquecer. Não será assim também a vida, uma constante lição de reaprendizados?



Escritores que se envolvem com outros escritores; artistas que se envolvem com artistas; jornalistas que casam com jornalistas.

Há quem afirme que relacionamentos são como polos opostos, mas creio que sem uma sintonia, não há magia no mundo que mantenha duas pessoas juntas.
Só a química não basta. Só o afeto não desenvolve. Só as afinidades se torna amizade.

Relacionamentos amorosos trazem fórmulas complexas.

Para quem é Demissexual, sabe que mesmo o prazer sexual pode vir da conexão emocional, transcendental, espiritual, intelectual. Há tantas formas de sentir prazer.

Na busca de me redescobrir, vez ou outra me maltrato esquecendo que não sou guiado pelo externo.

Meu mundo é o das águas, do fogo, do ar, da terra, do espírito; gosto de quem pulsa vida, sem medo de ser quem é; de quem dança quando sente vontade, mesmo que seja no meio do shopping; que canta, que pinta, que escreve, que respira arte, que lê minhas entrelinhas.

Relacionamentos superficiais servem como entretenimento barato: ajudam a distrair, mas não matam a fome do espírito.

Gosto de quem me faz vibrar da cabeça aos pés, me vira do avesso e me faz sentir que tudo é possível, ainda que no terreno do impossível.

Sou essa contradição, sempre preso entre o ser e o nao-ser, o amor e o não-amor, o mundano e o excepcional. Não sou um nem outro e, no final, quem tenta me entender, sempre se dá mal.

Não dá para colocar em palavras tantos fragmentos aparentemente desconexos, mas tão alinhados com minha essência.

Escovo os dentes e penso que não devo me maltratar mais uma vez. Talvez esteja na hora de buscar outros talvez; outros espíritos que vibrem na mesma sintonia e não se sintam perdidos neste plano, sempre guiados pela autenticidade que escorre da arte, da verdade e do amor.

Conexões emocionais são dez vezes mais excitantes do que conexões físicas; penso enquanto reviro fotos, artes e músicas, à procura de alguém que me faça sentir vivo.

Sobre o autor – Ben Oliveira foi diagnosticado autista (Síndrome de Asperger) aos 29 anos, é escritor, formado em jornalismo. Autor do livro de terror Escrita Maldita, publicado na Amazon e dos livros de fantasia jovem Os Bruxos de São Cipriano: O Círculo (Vol.1) e O Livro (Vol. 2), disponíveis no Wattpad e na loja Kindle.


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