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Destaques

Um Conto Taiwanês de Duas Cidades: Série de romance e drama explora raízes, sonhos e amores

Uma série de romance e drama sobre duas mulheres conectadas por suas raízes de Taiwan, mas que seguiram caminhos bem diferentes e com personalidades moldadas pelas cidades em que viveram: enquanto uma cresceu em San Francisco, nos Estados Unidos, a outra passou a vida inteira em Taipei. A série A Taiwanese Tale of Two Cities (Um Conto Taiwanês de Duas Cidades, 2018) balanceia os idiomas e experiências culturais dos dois países, criando uma experiência prazerosa para quem deseja visitar ambos destinos turísticos. Essa produção taiwanesa foi um dos achados na Netflix . A mulher que nunca saiu do país, abraça as raízes da medicina chinesa e por causa do seu histórico de saúde frágil abriu mão de muitas coisas fora de sua zona de conforto, Lee Nien-Nien (Tammy Chen) que coincidentemente sonhava em conhecer San Francisco, acaba conhecendo a taiwanesa-americana Josephine Huang (Peggy Tseng), que embora tivesse curiosidades sobre sua origem, passou praticamente a vida toda nos Estados Unidos

Dia de Conscientização do Autismo: Data batida por causa do Coronavírus

Hoje foi dia de conscientização do autismo. Com tantas preocupações sobre o Coronavírus, a data acabou passando batida. Mas para quem apoia a causa, além de usar o mês inteiro para abordar o assunto, a vida se torna uma constante aula de aceitação.



Sempre disse que nunca vestiria os símbolos que não concordo, por motivos internacionais, mas como disse minha psicóloga uma vez, não posso ficar comparando a realidade de outro país com a nossa (embora seja quase impossível pra mim).

Embora muitos autistas não gostem do quebra-cabeça e do laço (me incluo entre eles), prefiro o símbolo do infinito da Neurodiversidade, cheguei a conclusão que é só um estresse a mais e não adianta explicar para as pessoas.

Tal qual a palavra autista foi ressignificada, talvez seja melhor ressignificar do que ficar dando murro na ponta da faca (acertei a expressão?).

Enfim, só para não passar batido, foto com a camiseta que minha mãe pegou para mim em um evento de autismo em Campo Grande (MS).

Quando ganhei, pensei: "Vixi, vou ter um pano de chão e ninguém vai entender se me ver usando", mas não adianta. As pessoas não vão entender os estragos da Autism Speaks e vale lembrar que eles não são a única instituição que usa o símbolo, então, não dá para achar que todo mundo vai conhecer a história do autismo, especialmente se não for um hiperfoco deles.

Diferente dos últimos anos, hoje só quis paz. Admiro quem luta para tornar a sociedade mais consciente da Neurodiversidade, mas aprecio minha liberdade de pensar e constante reinvenção: a melhor parte de ser autista é ser quase imune ao efeito manada (mas nem todos aprenderam isso ainda).

Assista ao vídeo Espectro Autista: Por que evitar comparações?



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O que acontece quando o brasileiro vota no despreparado: todo mundo alertou na época das eleições. As pessoas fazem exatamente o contrário do que é preciso: carreatas, filas, festas, encontros e criticam o que elas não entendem, como se vidas perdidas não importam. 

Brasileiros que moram em outros países vão 'pagar essa conta'. A xenofobia e restrições contra brasileiros certamente vão chegar.

Que a consciência de vocês esteja limpa, caso o pior aconteça. Basta entender o básico de ciência e matemática para saber que as coisas serão tão feias quanto foram nos outros países.

Ao mesmo tempo, isso tudo nos fornece uma aula ao vivo sobre lavagem cerebral. Quando o ser humano abre mão da própria vida e dos seus próximos por ideais idiotas; abre mão da própria sanidade e do bem-coletivo para defender o indefensável.

O brasileiro elege porcos e quer colher pérolas. Vai entender.

Se não confia na mídia e nos profissionais de saúde, simplesmente por questões políticas, vai estudar um pouco de ciência. Pega uns livros, estudos e pesquisas sobre o assunto: sua mão não vai cair.

Vários mecanismos de enfraquecimento da imunidade coletiva e de propagação do vírus acontecendo no Brasil. A ignorância mata, literalmente.Quando tiver mais caixões fechados do que empresas, como é a preocupação de muitos, não diga que não foram alertados.



Sobre o autor:


Ben Oliveira é escritor, blogueiro, jornalista por formação e Asperger. É autor do livro de terror Escrita Maldita, publicado na Amazon e dos livros de fantasia jovem Os Bruxos de São Cipriano: O Círculo (Vol.1) O Livro (Vol. 2), disponíveis no Wattpad e na loja Kindle.

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