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Destaques

Um Conto Taiwanês de Duas Cidades: Série de romance e drama explora raízes, sonhos e amores

Uma série de romance e drama sobre duas mulheres conectadas por suas raízes de Taiwan, mas que seguiram caminhos bem diferentes e com personalidades moldadas pelas cidades em que viveram: enquanto uma cresceu em San Francisco, nos Estados Unidos, a outra passou a vida inteira em Taipei. A série A Taiwanese Tale of Two Cities (Um Conto Taiwanês de Duas Cidades, 2018) balanceia os idiomas e experiências culturais dos dois países, criando uma experiência prazerosa para quem deseja visitar ambos destinos turísticos. Essa produção taiwanesa foi um dos achados na Netflix . A mulher que nunca saiu do país, abraça as raízes da medicina chinesa e por causa do seu histórico de saúde frágil abriu mão de muitas coisas fora de sua zona de conforto, Lee Nien-Nien (Tammy Chen) que coincidentemente sonhava em conhecer San Francisco, acaba conhecendo a taiwanesa-americana Josephine Huang (Peggy Tseng), que embora tivesse curiosidades sobre sua origem, passou praticamente a vida toda nos Estados Unidos

Isolamento: Distorções Cognitivas, Falta de Diagnósticos e Questões Coletivas

Meu sonho: sair avaliando todo mundo do Brasil que está sem diagnóstico:

Aspergers sem diagnóstico, TDAH, pessoas com transtornos de aprendizagem, problemas cognitivos, transtornos de ansiedade, TOC, depressão, borderline e por aí vai.


Milhares de pessoas que não entendem seus próprios comportamentos e como seus cérebros funcionam.

A falta de diagnóstico significa a falta de compreensão de muitas coisas, inclusive problemas sociais, políticos e pessoais. Quem não conhece a si mesmo, não conhece e nunca vai conhecer o outro.

Ajudaria a reduzir e bastante as distorções cognitivas e caos social, como de pessoas que não conseguem entender coisas simples como ficar em casa em tempos de pandemia. Muitas pessoas passaram a vida inteira sem seus diagnósticos.

Agora, o coletivo vai pagar o preço do individual.

Esses diagnósticos tinham que acontecer desde a infância, nas escolas, mas no Brasil as pessoas acham que educação e saúde mental não deve andar de mãos dadas. É vergonhoso.

Por mais pessoas responsáveis e conscientes de si mesmas e dos outros.
***
O momento não pede negação, mas sensatez. Tá tudo bem errar (mesmo quando te avisam). Pessoas que votaram no Biroliro deveriam perceber o perigo que ele se tornou para si mesmo e para a sociedade, não continuar fingindo que não vê as merdas que ele faz. Falamos de saúde coletiva.

Minha leitura da vez é Harry Potter e o Mistério do Impeachment.



Sobre o autor – Ben Oliveira foi diagnosticado autista (Síndrome de Asperger) aos 29 anos, é escritor, formado em jornalismo. Autor do livro de terror Escrita Maldita, publicado na Amazon e dos livros de fantasia jovem Os Bruxos de São Cipriano: O Círculo (Vol.1) e O Livro (Vol. 2), disponíveis no Wattpad e na loja Kindle.

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