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Destaques

Revolutionary Love: Série coreana de drama explora o abismo que divide as classes sociais

Embora muitos dramas coreanos pequem na representatividade de diversidade racial e deem pouquíssimo espaço para estrangeiros e imigrantes, a série Revolutionary Love (2017) da tvN e no Brasil disponível temporariamente pela Netflix , acaba indo além dos elementos de comédia e romance, mostrando o drama das diferenças de classes sociais , os preconceitos e a possibilidade de imersão nesse mundo desconhecido pelo filho do dono de um dos maiores conglomerados de empresas da Coreia do Sul . A ingenuidade e a ignorância da realidade das classes trabalhadoras tornam o protagonista um tanto embaraçoso, lembrando de forma vaga a jornada de Buda quando conheceu a realidade fora do palácio e foi confrontado com a fome, a doença, a pobreza e a morte. Longe de ser uma série com alguma alegoria espiritual, mas do ponto de vista do comportamento é interessante acompanhar como Byun Hyuk (Choi Si-won) se torna mais empático e humanizado quando seu caminho cruza com o de Baek Joon (Kang So-ra) . E

Quarentena: Autocuidado, reflexão e ansiedade | Ben Oliveira

Drauzio: Vontade de assistir um filme para chorar, né, minha filha? 48 horas sem dormir direito.

Para quem não leu meu texto do blog de hoje, acordei de madrugada chorando, pensando em tudo o que tem acontecido no Brasil.


O pré-impeachment trouxe um pouco de leveza, sinto como se tivesse tirado um bolo da garganta, mas até sua realização, vou ter que controlar melhor minha ansiedade.

É deprimente saber que milhares vão morrer não só do Coronavírus, mas graças aqueles que elegeram Bolsonaro, sabendo que ele era completamente despreparado e psicopata (sem empatia, sem remorso, sem qualquer afeto por minorias e pessoas diferentes de sua bolha de lunáticos).

Hoje já me exercitei, cantei e agora vou tirar o resto do dia para relaxar e, se conseguir, tirar uma soneca. Pensando em qual filme vou assistir ou rever. Na dúvida entre A Bruxa e Our Lovers.

Cuidem-se e não se esqueçam que BolsonaroVírus e seus eleitores causam o caos propositalmente. Uma dose de lucidez e autocuidado, mesmo no olho do furacão.

Apesar de não ser muito fã de John Green, essa semana estou tão esgotado da vida que estou fazendo cosplay de Alaska...

“Se as pessoas fossem chuva, eu era garoa e ela um furacão” 💙✨🌻

Sou yogi e cultivo a não-violência, mas não sou perfeito. Talvez eu nunca consiga perdoar os eleitores do Bolsonaro.

Sou humano. E é essa humanidade que falta neles. Muitos parecem robôs (não só aqueles que Bolsonaro paga para promovê-lo).

Haja saúde mental para aguentar o Brasil. Se eu tivesse dinheiro, iria embora sem pensar duas vezes.












Leia também: Indicações de Livros para Ler e Refletir nos dias de isolamento

Sobre o autor – Ben Oliveira foi diagnosticado autista (Síndrome de Asperger) aos 29 anos, é escritor, formado em jornalismo. Autor do livro de terror Escrita Maldita, publicado na Amazon e dos livros de fantasia jovem Os Bruxos de São Cipriano: O Círculo (Vol.1) e O Livro (Vol. 2), disponíveis no Wattpad e na loja Kindle.



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