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Destaques

Revolutionary Love: Série coreana de drama explora o abismo que divide as classes sociais

Embora muitos dramas coreanos pequem na representatividade de diversidade racial e deem pouquíssimo espaço para estrangeiros e imigrantes, a série Revolutionary Love (2017) da tvN e no Brasil disponível temporariamente pela Netflix , acaba indo além dos elementos de comédia e romance, mostrando o drama das diferenças de classes sociais , os preconceitos e a possibilidade de imersão nesse mundo desconhecido pelo filho do dono de um dos maiores conglomerados de empresas da Coreia do Sul . A ingenuidade e a ignorância da realidade das classes trabalhadoras tornam o protagonista um tanto embaraçoso, lembrando de forma vaga a jornada de Buda quando conheceu a realidade fora do palácio e foi confrontado com a fome, a doença, a pobreza e a morte. Longe de ser uma série com alguma alegoria espiritual, mas do ponto de vista do comportamento é interessante acompanhar como Byun Hyuk (Choi Si-won) se torna mais empático e humanizado quando seu caminho cruza com o de Baek Joon (Kang So-ra) . E

Quarentena: Burrice Coletiva e a maldade nas entrelinhas

Faça estoque de polpa de maracujá nessa quarentena. Especialmente se você mora em um estado cheio de boçais. Acordo com taquicardia de tanto estresse.


Não que eu deva satisfação a alguém: sempre fui desse jeito doido. Mas só nesse semana: Pai internado, cachorro com Leishmaniose, quarentena e aguentar um monte de gente burra que não entende nada de saúde querendo palpitar.

Tudo o que fazemos envolve escolhas e consequências; desejos e sacrifícios. Escolha bem. Minha intuição sempre me traz a Santa Catarina: um estado lindo. O que fode são as pessoas mesmo.

Como explicar tanta dissonância cognitiva em Santa Catarina?

Na hora de dizer que agrotóxico causa autismo, o pessoal adora abrir a boca (informação bem falha). Na hora de ver se causa algum declínio cognitivo e ignorância coletiva, o silêncio.

Estou aceitando exílio na Disney, gente. Quem pagar minha passagem, vou na hora! 🐭🌈

Como pode ter tanta gente ruim em um Estado? Como explicar? Deve ter uma Boca do Inferno aqui.

O mais irônico é que se acham de Deus haha Prefiro dormir com o diabo mesmo. Mais bondoso do que muitos cristãos. Falo mal de todo lugar que passo e moro, é meu jeito. Mas nunca vi gente tão fria e apática, como em Santa Catarina.

Na terra dos robôs, ogros e zumbis. Quem disse que a ficção não ensina nada de sobrevivência?

Sobre o autor – Ben Oliveira foi diagnosticado autista (Síndrome de Asperger) aos 29 anos, é escritor, formado em jornalismo. Autor do livro de terror Escrita Maldita, publicado na Amazon e dos livros de fantasia jovem Os Bruxos de São Cipriano: O Círculo (Vol.1) e O Livro (Vol. 2), disponíveis no Wattpad e na loja Kindle.


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