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Destaques

Um Conto Taiwanês de Duas Cidades: Série de romance e drama explora raízes, sonhos e amores

Uma série de romance e drama sobre duas mulheres conectadas por suas raízes de Taiwan, mas que seguiram caminhos bem diferentes e com personalidades moldadas pelas cidades em que viveram: enquanto uma cresceu em San Francisco, nos Estados Unidos, a outra passou a vida inteira em Taipei. A série A Taiwanese Tale of Two Cities (Um Conto Taiwanês de Duas Cidades, 2018) balanceia os idiomas e experiências culturais dos dois países, criando uma experiência prazerosa para quem deseja visitar ambos destinos turísticos. Essa produção taiwanesa foi um dos achados na Netflix . A mulher que nunca saiu do país, abraça as raízes da medicina chinesa e por causa do seu histórico de saúde frágil abriu mão de muitas coisas fora de sua zona de conforto, Lee Nien-Nien (Tammy Chen) que coincidentemente sonhava em conhecer San Francisco, acaba conhecendo a taiwanesa-americana Josephine Huang (Peggy Tseng), que embora tivesse curiosidades sobre sua origem, passou praticamente a vida toda nos Estados Unidos

Wonderwomanastê: Reflexão sobre escolhas, mudanças de cidades e laços

Muitos ainda não entenderam, mas eu repito, desenho, escrevo, gravo, até entender. Infelizmente, não sou nasci para ser professor: fui o pior tipo de aluno aos professores que são medíocres e o que dava orgulho aos professores que amam ensinar.


Então, papo reto e desenhado: acordei cuspindo fogo mais uma vez. É a minha terceira noite sem dormir direito. Não sejam tolerantes com pessoas intolerantes. A menos que seja psiquiatra ou psicólogo, não é seu papel lidar com desvios de personalidade dos outros.

Meu treino do dia atrasou. Meu humor está um lixo, mas depois do yoga deve melhorar. Mas vou aproveitar para fazer o que sempre faço: ser transparente.

Hoje excluí as últimas pessoas que votaram no Bolsonaro (e eu sei) do meu Facebook. Eu dei dez avisos que poderiam sair por conta própria para não ser constrangedor. Enfim, acordei com a mão coçando para fazer a mala e ir embora de Blumenau. Por motivos pessoais, ainda não fiz isso.

Aqui fica um conselho: quando conhecer alguém de outra cidade, investigue bem a cultura de lá. Quando mudei pra cá, não sabia que o Neonazismo era tão forte aqui, tampouco o Bolsonarismo.

Seja ao vivo ou pela internet, não faço questão de manter qualquer laço social com eleitores do Bolsonaro que são perversos. Há exceções? Talvez. De todo jeito, como autista, escritor, gay, jornalista por formação, artista, bruxo, o diabo que seja, não espere um pingo da minha compreensão. Tome vergonha na cara e vá estudar a história do Brasil e do Mundo.

Se deseja direta ou indiretamente a minha morte, acredite, a recíproca é verdadeira. Não farei o mesmo nas outras redes, pois diferente do Facebook, não envolve reciprocidade. A pessoa pode te seguir e você não seguir de volta. Pra quem me viu encapetado ano passado na campanha contra tratamentos falsos de autismo, esse ano estou pior, com o diferencial: com mais experiência, segurança, maturidade e equilíbrio. Passar bem quem votou no Rato de Chernobyl.

Vontade de socar um Bolsonarista, né, filha? Muita. Não pisa no meu pé. Se eu soubesse que Blumenau era assim, quando mudei (não mudaria), eu viria com máscara para não respirar esse ar de Chernobyl nazista da cidade.

Leia também: Indicações de Livros para Ler e Refletir nos dias de isolamento

Sobre o autor – Ben Oliveira foi diagnosticado autista (Síndrome de Asperger) aos 29 anos, é escritor, formado em jornalismo. Autor do livro de terror Escrita Maldita, publicado na Amazon e dos livros de fantasia jovem Os Bruxos de São Cipriano: O Círculo (Vol.1) e O Livro (Vol. 2), disponíveis no Wattpad e na loja Kindle.







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