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Destaques

My Shy Boss: Série de drama sul-coreano tem protagonista com fobia social e segredos

My Shy Boss (Introverted Boss/Naesungjukin Boseu/내성적인 보스) é uma série de drama romântico sul-coreano sobre a relação entre um chefe de uma empresa de Relações Públicas e uma jovem atriz extrovertida tentando descobrir a verdade sobre um acontecimento do passado que envolveu sua irmã. Lançada em 2017, a série da tvN (canal de televisão da Coreia do Sul) está disponível na Netflix Brasil por tempo indeterminado. Para quem sente falta de ver personagens com dificuldades de comunicação e interação em seriados, My Shy Boss tem Eun Hwan-ki (Yeon Woo-Jin) , um protagonista que evita o máximo possível falar com os funcionários de sua empresa, de forma que gera estranhamento nos outros. Sempre com seu casaco preto de capuz, sua timidez chama a atenção de forma negativa por onde passa. Até se acostumar com o personagem principal, fica difícil compreender alguns dos seus comportamentos. Se é contraditório para os próprios funcionários, para a família dele e até mesmo para alguns clientes insat

Wonderwomanastê: Reflexão sobre escolhas, mudanças de cidades e laços

Muitos ainda não entenderam, mas eu repito, desenho, escrevo, gravo, até entender. Infelizmente, não sou nasci para ser professor: fui o pior tipo de aluno aos professores que são medíocres e o que dava orgulho aos professores que amam ensinar.


Então, papo reto e desenhado: acordei cuspindo fogo mais uma vez. É a minha terceira noite sem dormir direito. Não sejam tolerantes com pessoas intolerantes. A menos que seja psiquiatra ou psicólogo, não é seu papel lidar com desvios de personalidade dos outros.

Meu treino do dia atrasou. Meu humor está um lixo, mas depois do yoga deve melhorar. Mas vou aproveitar para fazer o que sempre faço: ser transparente.

Hoje excluí as últimas pessoas que votaram no Bolsonaro (e eu sei) do meu Facebook. Eu dei dez avisos que poderiam sair por conta própria para não ser constrangedor. Enfim, acordei com a mão coçando para fazer a mala e ir embora de Blumenau. Por motivos pessoais, ainda não fiz isso.

Aqui fica um conselho: quando conhecer alguém de outra cidade, investigue bem a cultura de lá. Quando mudei pra cá, não sabia que o Neonazismo era tão forte aqui, tampouco o Bolsonarismo.

Seja ao vivo ou pela internet, não faço questão de manter qualquer laço social com eleitores do Bolsonaro que são perversos. Há exceções? Talvez. De todo jeito, como autista, escritor, gay, jornalista por formação, artista, bruxo, o diabo que seja, não espere um pingo da minha compreensão. Tome vergonha na cara e vá estudar a história do Brasil e do Mundo.

Se deseja direta ou indiretamente a minha morte, acredite, a recíproca é verdadeira. Não farei o mesmo nas outras redes, pois diferente do Facebook, não envolve reciprocidade. A pessoa pode te seguir e você não seguir de volta. Pra quem me viu encapetado ano passado na campanha contra tratamentos falsos de autismo, esse ano estou pior, com o diferencial: com mais experiência, segurança, maturidade e equilíbrio. Passar bem quem votou no Rato de Chernobyl.

Vontade de socar um Bolsonarista, né, filha? Muita. Não pisa no meu pé. Se eu soubesse que Blumenau era assim, quando mudei (não mudaria), eu viria com máscara para não respirar esse ar de Chernobyl nazista da cidade.

Leia também: Indicações de Livros para Ler e Refletir nos dias de isolamento

Sobre o autor – Ben Oliveira foi diagnosticado autista (Síndrome de Asperger) aos 29 anos, é escritor, formado em jornalismo. Autor do livro de terror Escrita Maldita, publicado na Amazon e dos livros de fantasia jovem Os Bruxos de São Cipriano: O Círculo (Vol.1) e O Livro (Vol. 2), disponíveis no Wattpad e na loja Kindle.







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