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Destaques

Criminologia, Jessica Jones e Mulher-Maravilha: Ficar do lado do agressor é sinal de perigo à sociedade – Ben Oliveira

Que dia lindo para servir Karma Coletivo para Diana, Lilith e Nêmesis ao mesmo tempo:  Resistam julgar as pessoas pela aparência. Meus 2 ex-namorados manipuladores se faziam de vítimas e todo mundo ficava ao lado deles e como eu sou porra louca, como Jessica Jones e Malévola, era injustiçado entre quatro paredes e julgado por todos ao redor. Como sou uma vaca, só há duas pessoas com a qual me importo no mundo, minhas duas chamas gêmeas, o resto é indiferente. Ainda assim... Vocês criam cada distorção cognitiva que só por Deus... É muita falta de terapia, autoconsciência, reflexão e bom senso.  Foi você que tava dentro do carro capotado? Foi você que quase morreu? Foi você que teve que recomeçar várias vezes na vida? Foi você que saiu como vilão quando a pessoa era tóxica pra cacete? Não foi. Então, boca fechada, sempre. Opinião só se dá quando é pedida. Sem falar os DELUSIONAIS que ficaram comentando: Que pena, achei que vocês iam casar. Quem quiser casar com ele, passo até o perfil KK

Quarentena: Retorne a paz que você é | Ben Oliveira

Retorne a paz que você é. Após mais de seis meses de tratamento contra depressão e ansiedade, começo a voltar a ser quem eu era.



Fica aqui o lembrete para quem vende yoga e meditação como cura e não incentiva as pessoas a procurarem ajuda com profissional de saúde mental: tenho uma prática solida de mais de 8 anos de yoga, atividades físicas diárias e estou sempre lendo.

Depressão não escolhe e não se importa se você é yogi, bruxo, cristão, espírita, que seja...

Também não se importa com seu dinheiro ou profissão.

Sim, ser escritor no Brasil é deprimente, mas existem profissões bem mais complicadas.

Desde que mudei para Blumenau há quatro anos, eu usei todas minhas cartas, até finalmente admitir que eu precisava de ajuda profissional.

Apesar de odiar os efeitos colaterais do remédio para depressão, sem esse remédio, eu estaria ainda no limbo.

Como alguém que estuda saúde, saúde mental e autismo, eu poderia entrar para as estatísticas.

As taxas de suicídio entre autistas são altíssimas, mesmo na infância. Na vida adulta, se agrava pela exclusão social, preconceitos, discriminação, dificuldade com mercado de trabalho, dinheiro etc.

Depois de quase perder uma amiga para a depressão mais de uma vez, ela que sempre incentivou os outros a buscarem ajuda, eu desisti da teimosia.

Não foi fácil, não vou mentir. Abrir-se e ficar vulnerável dói, mas é necessário. 

Me lembro de tentar indicação de psicóloga e escutar de uma médica fria que não poderia me ajudar e que se eu estava deprimido a esse ponto, a culpa era minha de não ter procurado ajuda antes. Era Setembro Amarelo, então, sim, médicos são péssimos para lidar com situações de crise...

Nem todos são humanos. Eu saí chorando da consulta na frente de todos na Unimed de Blumenau.

Depois, consegui um apoio da minha médica maravilhosa, Raquel Del Monde, a mesma que me diagnosticou com Síndrome de Asperger aos 29 anos.

Depois, procurei um médico na cidade para dar continuidade ao tratamento, fiz terapia, voltei a me exercitar...

Bom, foram meses que pareciam sem fim, até chegar aqui. Eu achei que nunca mais voltaria a ser como era, mas eu estava errado... Ainda bem!

Autistas estão mais propensos ao Burnout. Cuide-se!  🌺🌻👑🙏

Sobre o autor – Ben Oliveira foi diagnosticado autista (Síndrome de Asperger) aos 29 anos, é escritor, formado em jornalismo. Autor do livro de terror Escrita Maldita, publicado na Amazon e dos livros de fantasia jovem Os Bruxos de São Cipriano: O Círculo (Vol.1) e O Livro (Vol. 2), disponíveis no Wattpad e na loja Kindle.



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