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Destaques

Criminologia, Jornalismo e Ativismo Social: Uma Tríade Maquiavélica, Subjetiva e Tosca – Ben Oliveira

Uma coisa que precisa ser dita sobre Ciências Humanas e Criminologia . Vocês distorcem quase tudo com subjetividade. Nem todo assassinato de LGBTQ é LGBTQFOBIA , racismo etc etc. Estudem mais e passem menos vergonha na internet por ativismo burro.  Já falei e repito: quem define a motivação do crime é o assassino. Quem descobre? Quem está investigando. Não é a 'opinião' da sociedade nem todos mimimis que muita gente leva nas costas, como se fosse a vida deles, e sempre sofrem, sofrem e sofrem. Iluminação significa enxergar as coisas com clareza. Equilibrar ciência e magia, yin-yang, wicca e yoga. Mas muitos de vocês não estão e nunca estarão prontos para essa conversa. É triste? Mas real.  Se for para fazer ativismo burro é melhor não fazer, pois presta desserviço à sociedade e pânico desnecessário. Para quem é jornalista, responsabilidade SEMPRE. Vida profissional e vida pessoal, identidade pessoal e coletiva, justiça pessoal e coletiva, coisas completamente diferentes. Eu po

Criminologia – Scream Queen: Dicas Rápidas Para Encontros com Possíveis Narcisistas, Psicopatas e Maquiavélicos

Coisas que essa Scream Queen/Jessica Jones faz num primeiro encontro que assustam os boys. Esse é meu TED Talks.

1) Arranco toda informação possível da pessoa. Seja falando, na internet ou usando minha intuição de bruxo.

2) Faço mil perguntas e explico que sou quase especialista em criminologia e um ímã para malucos

3) Assusto as pessoas. Ninguém quer ficar perto de alguém que é imã para stalkers. E fica cheio de raiva quando um se aproxima. 

4) Faço um profile do psicológico da pessoa. E faço um profile da parte espiritual. Psicopatas, narcisistas e maquiavélicos são fáceis de desvendar. E espiritualmente são como anjos caídos. 

5) Mostro meu lado sombrio para despertar gatilho nas pessoas e ver qual é a dela, ou o oposto, mostro um lado carente, para ver quais limites a pessoa vai impor, se é possessiva, violenta, ou comete violência psicológica.

6) Por fim, se eu perceber que está na Tríade Sombria, jogo até o último segundo. Dou corda, até perceber a hora certa de bloquear. Até lá, fico enrolando e puxando assunto.

***

Nem todo gay que é assassinado tem motivação homofóbica. Esse é um erro comum de pensamento de leigo e da própria mídia. O caso do Serial Killer de Curitiba é um exemplo. Ele caçava gays, pois muitos deixavam ele entrar com facilidade na casa deles.

As pessoas humanistas e obcecadas por teorias de diversidade fodem a visão da criminologia. Simples assim: quem conta a motivação do crime é o assassino, não a sociedade.

Alguns jornalistas prestam um imenso desserviço quando colocam sua subjetividade e não a visão da criminologia nas reportagens de crime.

E tem gente ingênua que defende a liberdade de psicopatas. Tenho dó de gente assim.

Nem todo LGBT que morre é LGBTFOBIA.

Nem todo negro, asiático etc. é racismo.

E a lista é longa...

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*Ben Oliveira é escritor, formado em jornalismo e bruxo há 25 anos. Autor do livro de terror Escrita Maldita, publicado na Amazon e dos livros de fantasia jovem Os Bruxos de São Cipriano: O Círculo (Vol.1) e O Livro (Vol. 2), disponíveis no Wattpad e na loja Kindle.

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