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Destaques

Criminologia, Jornalismo e Ativismo Social: Uma Tríade Maquiavélica, Subjetiva e Tosca – Ben Oliveira

Uma coisa que precisa ser dita sobre Ciências Humanas e Criminologia . Vocês distorcem quase tudo com subjetividade. Nem todo assassinato de LGBTQ é LGBTQFOBIA , racismo etc etc. Estudem mais e passem menos vergonha na internet por ativismo burro.  Já falei e repito: quem define a motivação do crime é o assassino. Quem descobre? Quem está investigando. Não é a 'opinião' da sociedade nem todos mimimis que muita gente leva nas costas, como se fosse a vida deles, e sempre sofrem, sofrem e sofrem. Iluminação significa enxergar as coisas com clareza. Equilibrar ciência e magia, yin-yang, wicca e yoga. Mas muitos de vocês não estão e nunca estarão prontos para essa conversa. É triste? Mas real.  Se for para fazer ativismo burro é melhor não fazer, pois presta desserviço à sociedade e pânico desnecessário. Para quem é jornalista, responsabilidade SEMPRE. Vida profissional e vida pessoal, identidade pessoal e coletiva, justiça pessoal e coletiva, coisas completamente diferentes. Eu po

Criminologia: Quando Perturbados Não Conhecem Seu Histórico – Ben Oliveira

Fé nas bruxas surtadas e Scream Queens, que são imãs para loucos. E boa sorte a qualquer ser humano que tente pisar nesta Sacerdotisa com 25 anos de experiência na bruxaria.

O meu background, pois os loucos sempre devem saber onde pisam, pois não pego leve com ninguém, independente do diagnóstico que ela tem. E quando me vingo, me vingo como nenhuma outra pessoa faz. Meu lado Escorpião (da minha twin flame) e Libra (Justiça) vêm com tudo.

Resumo dos últimos dois meses: cartão de crédito bloqueado por tentativas de compra, carro me seguindo no estacionamento do parque, notebook e celular hackeados, maluco que alucina, mexe com demônios e botou fogo no ex-marido mudando para Campo Grande.

Que mais? Me chama de Willow da Buffy: A Caça-Vampiros, pois minha vida parece a própria Boca do Inferno.

Jornalista, escritor, conhecimentos avançados de Mentes Criminais e Psicologia, já namorei psicopata, já namorei borderline, bruxo e superdotação.

Adoro um bom jogo de cão e gato. Mas já falei e repito: sou pior que a Jessica Jones, minhas ameaças nunca saem de graça. Qualquer dia vou socar alguém até a morte. Até o dia chegar, vou continuar bebendo e fumar para desestressar.

Fé nas pessoas que são bruxas e criminólogas, metade Fênix Negra, metade Jessica Jones e 100% Revenge.

Meus louquinhos favoritos adoram me ver irritado na internet, né? O que eles não sabem: essa bruxa tá doida para pegar um deles, arrancar o coração e comer, igual personagens dos meus livros e contos. Entenda como quiser. E saiba no pé de quem vocês pisam.

Por fim, sou guiado por Lilith, deusa do poder. Só isso já deveria fazer quem tem medo de bruxa se cagar. Mas também sou guiado por Diana, deusa da guerra e Gaia, deusa da cura.

E minha quarta deusa da destruição. Logo logo vem uma quinta deusa por aí.

Bruxas não têm medo do próprio Lúcifer. Sambo na cara de demônios com minha magia. Não esperem que eu tenha medo de humanos patéticos e patológicos. 

*Ben Oliveira é escritor, formado em jornalismo e bruxo há 25 anos. Autor do livro de terror Escrita Maldita, publicado na Amazon e dos livros de fantasia jovem Os Bruxos de São Cipriano: O Círculo (Vol.1) e O Livro (Vol. 2), disponíveis no Wattpad e na loja Kindle.

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