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Destaques

Criminologia, Jornalismo e Ativismo Social: Uma Tríade Maquiavélica, Subjetiva e Tosca – Ben Oliveira

Uma coisa que precisa ser dita sobre Ciências Humanas e Criminologia . Vocês distorcem quase tudo com subjetividade. Nem todo assassinato de LGBTQ é LGBTQFOBIA , racismo etc etc. Estudem mais e passem menos vergonha na internet por ativismo burro.  Já falei e repito: quem define a motivação do crime é o assassino. Quem descobre? Quem está investigando. Não é a 'opinião' da sociedade nem todos mimimis que muita gente leva nas costas, como se fosse a vida deles, e sempre sofrem, sofrem e sofrem. Iluminação significa enxergar as coisas com clareza. Equilibrar ciência e magia, yin-yang, wicca e yoga. Mas muitos de vocês não estão e nunca estarão prontos para essa conversa. É triste? Mas real.  Se for para fazer ativismo burro é melhor não fazer, pois presta desserviço à sociedade e pânico desnecessário. Para quem é jornalista, responsabilidade SEMPRE. Vida profissional e vida pessoal, identidade pessoal e coletiva, justiça pessoal e coletiva, coisas completamente diferentes. Eu po

Scream Queens, Revenge e Jessica Jones: Sobrevivendo e dormindo com Psicopatas – Ben Oliveira

Dicas desta Sidney Prescott (Scream Queen) e Emily Thorne (Revenge) que estuda Criminologia:

Mocinhos que já se envolveram com psicopatas. Algumas dicas com base na experiência de um colega que na hora da raiva “errou” na situação:

– Em hipótese alguma desafie quando eles estão com faca, objetos cortantes ou qualquer item que possa colocar sua vida em risco.

– Não bata de frente. Deixe para se vingar quando estiver longe. Foquem na segurança pessoal e planejamento.

– Não faça mudanças bruscas sem planejamento, exceto se sua vida estiver em risco eminente. Você vai dormir com o inimigo... Prepara o estômago e atua bastante até o dia que conseguir fugir.

– Para quem for entrar na justiça ou denunciar na polícia, recolha todas evidências. No Brasil, as leis não saem do papel. Muitos psicopatas ficam menos tempo na prisão do que criminosos comuns, especialmente porque eles manipulam todos e compram sua liberdade com dinheiro.

– Não conte sua história de vida nem peça ajuda para qualquer pessoa. Mesmo amigos e familiares não entendem. Você é vítima e sairá como vilão, especialmente se o psicopata manipulou todos ao redor, mas se possível tenha uma rede de apoio invisível que ele desconheça.

– Por fim, alerte pessoas próximas, para que ninguém passe em silêncio as mesmas coisas que você passou. Só quem já passou por esse trauma sabe que sempre fica na sua mente nem terapia e remédios fazem milagres. 

– Você se torna mais desconfiado, fechado, e tudo isso pode ser ruim, mas também pode ser sua melhor defesa. Pois, depois de um Psicopata, a roleta dos loucos gira e logo aparece o próximo. Não é uma trilogia nem quatrilogia, é uma saga sem fim que renovaram sem sua permissão.

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*Ben Oliveira é escritor, formado em jornalismo e bruxo há 25 anos. Autor do livro de terror Escrita Maldita, publicado na Amazon e dos livros de fantasia jovem Os Bruxos de São Cipriano: O Círculo (Vol.1) e O Livro (Vol. 2), disponíveis no Wattpad e na loja Kindle.

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