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Destaques

Nobody Speak: Documentário questiona frágil liberdade de imprensa contra interesses de bilionários

Nobody Speak: Trials of the Free Press é um documentário um tanto polêmico e controverso sobre a liberdade de imprensa, liberdade de expressão e como pessoas poderosas e ricas podem silenciar veículos de comunicação . O filme documental foi lançado em 2017, com direção do cinegrafista norte-americano Brian Knappenberger , com produção da First Look Media e distribuição pela Netflix . Dois casos bem diferentes são discutidos no documentário Nobody Speak . Enquanto no caso da Gawker, os profissionais envolvidos tentam vender a ideia de que publicar um vídeo íntimo de uma personalidade norte-americana se tratava de um tema de interesse público, eu acredito que o vazamento dos vídeos sexuais do famoso só reforçam a importância de traçar melhor a questão ética no jornalismo online, tão focado nos cliques instantâneos que se esquecem que por trás de cada notícia existem seres humanos, independente do nível de fama. Para não estragar a surpresa e os detalhes, não vou comentar muito sobre os

Palestrantes abordam redações multimídia

Nesta sexta-feira (19) aconteceu em Campo Grande (MS) o 2º Seminário de Ciberjornalismo de Mato Grosso do Sul. O evento organizado pelo Grupo de Pesquisa em Ciberjornalismo da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul aconteceu no auditório V da Universidade Anhanguera-Uniderp e teve como tema: “A convergência das redações na era da internet”.

No primeiro dia do seminário aconteceram duas videoconferências sobre a convergência das redações. O doutor e professor de jornalismo da University of Texas at Austin, Rosental Calmon Alves, foi o primeiro a abordar as redações multimídia e o novo ecossistema da mídia.

Alves explicou que os estudantes de jornalismo têm o desafio de criar algo novo. Sobre as redações online, ele diz sobre a tendência da convergência, “Não conheço nenhum jornal que tenha mais leitores do jornal impresso do que do jornal online”.

O pesquisador e professor da UFSC Elias Machado argumentou sobre a complexidade do tema e ressaltou que não se deve ver a convergência por somente um dos processos. Para ele, as redações devem se adequar a estes processos, visto que o “fenômeno é planetário”.

“Um projeto elaborado para uma cidade deveria ser diferente para o de outra cidade”, fala o pesquisador sobre a importância da estruturação personalizada das redações e da adaptação dos profissionais que nelas trabalham.

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