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Mostrando postagens de Junho, 2018

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Happy Old Year: Filme explora a linha tênue entre o desapego e a nostalgia

O filme tailandês Happy Old Year , de 2019, nos faz pensar sobre as relações que construímos com as coisas que guardamos ao longo da vida. Com direção e roteiro de Nawapol Thamrongrattanarit, a obra está disponível na Netflix. Chutimon Chuengcharoensukying interpreta Jean, uma mulher que deseja fazer um escritório em sua casa, mas se dá conta de que há uma pilha de objetos inutilizados pela casa. Interessada e inspirada pelo minimalismo, se dependesse só dela, ela colocaria tudo em sacos de lixo e jogaria fora, o que ela descreve como buracos negros, porém, à medida que ela coloca o seu plano em ação, Jean percebe que não será tão fácil como imaginava. Com a resistência da família a mudar, Jean encara de frente sua missão, doa em quem doer. O que deveria ser fácil e prático para ela, cuja necessidade é vista até mesmo como egoísmo, acaba se desdobrando em várias situações, fases e etapas conforme ela mergulha nas histórias, memórias e emoções que estão vinculadas aos objetos, especialm

Arte: Viver é Resistir (Ben Oliveira)

Resenha: Uma Criança Tratada como Coisa – Dave Pelzer

Identidade aspie: Não dá para fugir de si mesmo

Arte nova em votação no Ouroboros: Viver é Resistir

Resenha: O Cérebro Autista – Temple Grandin e Richard Panek

Síndrome de Asperger: Orgulho autista e hiperfoco

Paraíso Perdido: Edição ilustrada por Pablo Auladell e o cuidado com os detalhes

Autismo: Problema de representatividade na ficção ou no mundo real?

Vídeo: 7 Curiosidades sobre Síndrome de Asperger

Asperger: Mundo invertido e a normalidade tóxica

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