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Mostrando postagens de Setembro, 2015

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Happy Old Year: Filme explora a linha tênue entre o desapego e a nostalgia

O filme tailandês Happy Old Year , de 2019, nos faz pensar sobre as relações que construímos com as coisas que guardamos ao longo da vida. Com direção e roteiro de Nawapol Thamrongrattanarit, a obra está disponível na Netflix. Chutimon Chuengcharoensukying interpreta Jean, uma mulher que deseja fazer um escritório em sua casa, mas se dá conta de que há uma pilha de objetos inutilizados pela casa. Interessada e inspirada pelo minimalismo, se dependesse só dela, ela colocaria tudo em sacos de lixo e jogaria fora, o que ela descreve como buracos negros, porém, à medida que ela coloca o seu plano em ação, Jean percebe que não será tão fácil como imaginava. Com a resistência da família a mudar, Jean encara de frente sua missão, doa em quem doer. O que deveria ser fácil e prático para ela, cuja necessidade é vista até mesmo como egoísmo, acaba se desdobrando em várias situações, fases e etapas conforme ela mergulha nas histórias, memórias e emoções que estão vinculadas aos objetos, especialm

Novidade: Leon – Felipe Sales Mariotto

Resenha: Morangos Azuis – Estevam Von Claus

Resenha: Sr. Villela: Meu Amigo Imaginário – H. H. Luminato

Próximas Leituras: Dose Dupla de Literatura Gay da Metanoia Editora

Novidade: O Pingente de Sangue: As Lendas do Oriente – Leonardo Ottonelli

Novidade: Contos dos Deuses – Coletânea com personagens da mitologia grega

Resenha: Max Perkins: Um Editor de Gênios – A. Scott Berg

Conexão Literatura: Confira a 3ª edição da revista literária

Inglês: 5 Motivos para Você Assistir às Palestras do TED

Resenha: Sobre a Escrita – Stephen King

Paralisia do Sono é explorada em documentário de terror The Nightmare

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