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Destaques

Murder By The Coast: Documentário espanhol da Netflix sobre casos de jovens assassinadas traz dilemas éticos

Murder By The Coast (Homicídio na Costa do Sol/El caso Wanninkhof - Carabantes) é um ótimo documentário de crimes para quem deseja entender os impactos do julgamento antecipado pela imprensa sobre casos mal investigados, influenciando a opinião pública, quando só existem indícios, mas nenhuma prova. Lançado pela Netflix em 2021, o filme espanhol foi dirigido por Tània Balló e roteirizado por Gonzalo Berger . Em mais de 20 anos, muita coisa mudou no mundo. Mas há outras que ainda servem como ótimo exemplo de erros e acertos, especialmente no que diz respeito aos casos criminais, opiniões públicas, preconceitos e faltas de evidências. O documentário traz o caso da adolescente Rocío Wanninkhof que foi assassinada em 1999 e na ansiedade para encontrar um culpado, diante da falta de informações concretas, tudo toma um rumo que se fossem contar, poderiam jurar que se trata de um enredo de ficção. Os depoimentos de profissionais envolvidos ou que estudaram o caso só enriquecem o documentári

Departamento de Jornalismo da UFMS promove palestra com José Hamilton Ribeiro

*Texto produzido pela assessoria do curso de Jornalismo da UFMS

O Departamento de Jornalismo da UFMS promove, no próximo dia 13 de setembro, às 19h00, palestra com o jornalista e repórter da TV Globo, José Hamilton Ribeiro. O evento acontece no auditório do CCHS e tem ingresso livre. José Hamilton Ribeiro ficou conhecido por dois episódios marcantes em sua vida, o primeiro como repórter especial da revista O Cruzeiro na Guerra do Vietnã e, mais recentemente, na série de reportagens especiais para o Globo Rural. O jornalista é frequentador assíduo de Campo Grande, seja pelas reportagens do Globo Rural e outra ocasião para palestra na Semana de Jornalismo da Faculdade Estácio de Sá em 2003.

Além da palestra de José Hamilton Ribeiro haverá participação de Ivo Herzog, filho do jornalista Vladimir Herzog e presidente do Conselho do Instituto de mesmo nome. O Instituto Vladimir Herzog foi constituído em 25 de junho de 2009 com a missão de contribuir para a reflexão e produção de informação que garanta o direito à vida e o direito à justiça. Herzog, conhecido como Vlado, começou sua carreira de jornalista em 1959 como repórter de O Estado de S. Paulo, logo depois de se formar em Filosofia na Universidade de São Paulo. Ali ficou até 1965, tendo sido um dos repórteres destacados para a equipe pioneira que foi instalar a sucursal do Estado em Brasília, nos primeiros meses de vida da nova Capital. Exerceu também as funções de redator e, interinamente, de chefe de reportagem do jornal.

O Instituto promove, anualmente, o Prêmio Vladimir Herzog que teve como primeiro vencedora a jornalista Marcelle Souza, egressa do Curso de Jornalismo da UFMS. O prêmio foi criado no ano passado para oferecer oportunidade aos estudantes de jornalismo de desenvolverem uma pauta e de dar andamento com a concretização da reportagem.

Os vencedores da primeira edição do prêmio foram Marcelle Souza e a dupla formada pelo Mackenzie, Renato Santana e Leandro Siqueira. Marcelle Souza produziu uma pauta para ser publicada em mídia impressa que relacionava o uso inadequado de agrotóxicos ao alto índice de suicídios na cidade de Fátima do Sul (MS). O mentor escolhido pelo Instituto para apoiar o trabalho de Marcelle foi o jornalista José Hamilton Ribeiro. A reportagem da premiada foi publicada pela Folha de S.Paulo no dia 17 de julho. Releia o trabalho de Marcelle: clique aqui

Prêmio Vladimir Herzog 2010

Estão abertas as inscrições para o 2o. Prêmio Jovem Jornalista Fernando Pacheco Jordão. Todos os estudantes de jornalismo do País podem se inscrever baixando a ficha de inscrição aqui até o dia 15 de setembro. O Instituto Vladimir Herzog, idealizador do prêmio, irá custear os dois melhores projetos de pautas com o tema “Garantir o Direito à Vida e o Direito à Justiça”.

Comentários

  1. Adorei a matéria, ainda mais porquê não tinha conhecimento desse evento. O texto é ótimo, de fácil leitura. Tah ficando um jornalista fodinha heim meu Ben! hahaha Parabéns! To acompanhando o Blog.

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  2. Hehe!
    Este texto não é de minha autoria. Foi produzido pelo núcleo de jornalismo da UFMS.
    Abraços e obrigado por acompanhar.

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