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Destaques

Escrita Maldita: Livro de terror indicado por página literária do Instagram

Escrita Maldita foi indicado pela página literária @redrum.literario , no dia 11 de outubro de 2026. Fiquei muito feliz com esse apoio à literatura nacional independente. Fica aqui a minha gratidão. A escritora Elisangela Domingos da Silva escreveu um texto indicando Escrita Maldita. Vou tentar resumir um pouco do que foi dito. Mas vocês podem acessar o Instagram redrum.literario e saber mais informações. “Tem livros que a gente lê, guarda na estante, e mesmo depois de muito tempo sente vontade de reencontrar e esse é um dos títulos que voltaram à minha lembrança”. “O que me chama a atenção nessa proposta é justamente essa relação entre quem escreve e aquilo que cria. Para quem gosta de terror, existe algo muito interessante na possibilidade de uma história ultrapassar as páginas e invadir a vida de quem está quem está por trás dela”. “Quem acompanha o mundo literário sabe que, às vezes, perdemos o contato com autores cujos livros passaram em nossas mãos. A vida segue, chegam novas lei...

Publicitário suíço Stephan Hofmann conta sua trajetória para alunos da UCDB

O publicitário, fotógrafo e designer suíço Stephan Hofmann visitou ontem a Universidade Católica Dom Bosco (UCDB), em Campo Grande (MS), para realizar uma palestra contando um pouco sobre a trajetória de sua vida e sua carreira profissional, inspirando os acadêmicos de Comunicação Social (Jornalismo e Publicidade e Propaganda).

Suíço criou uma agência de comunicação no Brasil, em Campo Grande (MS), para contribuir com a transformação social de crianças, adolescentes e jovens brasileiros. Foto: Ben Oliveira.

Apaixonado pelo Brasil, Stephan Hofmann contribui para promover a tolerância e a dignidade. O publicitário é o fundador da Gira Solidário, criada em janeiro de 2002, primeira agência de comunicação sem fins lucrativos de Mato Grosso do Sul, com o propósito de tornar uma agência de notícias especializadas em direitos da criança e do adolescente.

Durante a palestra, o publicitário falou sobre sua paixão pela fotografia e o que o levou a estar no Brasil. Nascido em Zug, na Suíça, em 1956, Stephan contou desde o seu primeiro trabalho do colégio em que ganhou um prêmio, a primeira revista que despertou o seu interesse pela fotografia, a primeira máquina fotográfica até os dias atuais.

“O artista plástico que pinta o quadro e tem tempo para pensar, decide no começo o tamanho da tela, depois ele pode largar mão e voltar ao trabalho. Na fotografia não. O formato já é dado e nós temos que tomar uma decisão de poucos segundos normalmente, menos no estúdio. Isto faz da fotografia uma coisa totalmente diferente. Nós não temos tempo para criar. Temos que treinar o nosso olhar”, o publicitário Stephan Hofmann ensina o que aprendeu. Segundo o palestrante, é preciso treinar o olhar, observar a luz e aprender a usá-la para desenhar a fotografia. “A luz é criadora. Nós temos que captar, mas a luz faz nossa imagem”, justifica.

Em 1968, Stephan levou o portfólio para um fotógrafo e conseguiu se tornar seu assistente, onde realizou sua formação no Estúdio Walz. Em 1972 fez Especialização em Design. Durante os anos de 1973 a 1974, ele se tornou fotógrafo autônomo de turismo, época em que viajou para diferentes países, como Alemanha, Dinamarca, Rússia, Finlândia, Noruega, Áustria, Polônia, Suécia, França, Espanha, África, entre outros destinos turísticos.

O palestrante também já trabalhou como fotógrafo da Swissair durante 1975 a 1979, em 1979 participou de um curso de fotografia aérea, em 1980 virou Diretor de Arte no Gwerder Studios, fundou a agência de publicidade e estúdio de fotografia Hofmann, cujos clientes estavam Nívea, Rolex e Fogal, que funcionou entre 1982 a 2001, trabalhou com Comunicações em Marketing.
“O que a fotografia mostra é que até a tristeza, às vezes, tem uma beleza”, comentou fazendo menção às imagens feitas na África, onde a miséria e os atrativos andam lado a lado.

A ideia de criar a Gira Solidário, segundo Stephan, surgiu após uma visita a Salvador, onde ele observou um menino de 14 anos matar um motorista de táxi para roubar o relógio dele. Depois de conhecer um projeto social, ele decidiu montar a Combox, uma agência criada com uma comunicação mais responsável, onde fez campanhas para áreas sociais. “Esse primeiro ano foi uma aprendizagem muito grande para mim, principalmente da onde vem a pobreza. Eu descobri que a pobreza não vem da carteira, mas da cabeça. Falta educação”, recorda Stephan Hofmann que criticou o círculo de miséria algo difícil, mas não impossível, de se quebrar.

Desde a criação do Gira Solidário, aconteceu a sensibilização dos jornalistas, para começar a usar os termos certos, recomendações de pautas relacionadas à infância, adolescência e saúde. Além de sensibilizar a mídia, o publicitário incentivou os empresários a criarem projetos sociais, dando uma oportunidade para as crianças carentes. “Uma ilha de conforto cercada de miséria não é um bom ambiente para negócio”.

No Gira Solidário são criadas campanhas para mudar, conscientizar, sensibilizar pessoas com problemas, como o maltrato, adoção ilegal, comércio de crianças. A instituição atende jovens de 15 a 20 anos, oferecendo acompanhamento e profissionalização para que eles possam melhorar suas realidades.

Para ficar por dentro do trabalho da Gira Solidário – Promoção e Defesa da Infância e Adolescência, acesse: http://www.girasolidario.org.br/.

*Texto: Ben Oliveira

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