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Destaques

Ressignificar dia após dia

A linha era tênue entre a verdade e a autoficção, mas a literatura era um espaço para criar e não tinha compromisso com a realidade. Como tinta invisível, personagens às vezes se misturam e podem confundir. Um personagem pode ser vários e a graça não está em descobrir quem é quem, mas de aproveitar a leitura. Escrever em blog poderia não ser a mesma coisa do que escrever um livro de ficção ou de memórias, mas a verdade era que acabava servindo para as duas coisas. Às vezes o passado estava no passado. Às vezes o presente apontava para o futuro. Mas nunca dá para saber sobre quem se está escrevendo e há beleza nisso. A beleza de que personagens não eram pessoas, de que não precisava contar a verdade sempre, que às vezes quatro personagens poderiam se tornar um. Saber quem é quem parecia o menos importante, mas apreciar a beleza das entrelinhas. Ia escrevendo como uma forma de esvaziar a mente e o coração, sentindo o corpo mais leve. Escrevia e continuaria escrevendo sempre que sentisse ...

Minhas próximas Leituras Internacionais

Quem é que não gosta de ganhar livros? Minha irmã voltou do intercâmbio aos Estados Unidos e me trouxe alguns livros: Divergent (Veronica Roth), Allegiant (Veronica Roth), The 100 (Kass Morgan) e The Secret Diary of Lizzie Bennet (Bernie Su e Kate Rorick).


Preciso me organizar para começar a lê-los. Vou ter que comprar o segundo livro da trilogia Divergent, o Insurgent, porque minha irmã loira esqueceu este! Sem problemas! Fiquei feliz pelos livros internacionais que ganhei, porque adoro inglês e preciso mesmo desenferrujar. Nada como ler uma história em seu idioma original, sem perder nenhum significado durante o processo de tradução para o português.

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