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Destaques

Autismo: Entre fofocas e intrigas

Aviso aos bonitos e bonitas que sempre jogam meu nome e dos colegas nos grupos de Facebook e WhatsApp: alguém de vocês sempre solta algo e de um jeito ou de outro, chega até mim.


Minha dica é: quer falar mal? Fala à vontade. Se quiser, eu falo junto. Não tenho vergonha de fazer autocrítica, aliás, recomendo a todos.

Agora, se me difamar e/ou queimar minha reputação, o bicho pega.

Nesta página, não trabalho com indiretas. Só com diretas mesmo.

Já disse que nem todo autista é bonzinho, né? 😈

Dica para os anjinhos e neurotípicos: Arranjem hobbies e outros hiperfocos, ocupem a cabeça com outras coisas que não sejam só esse mundinho de intrigas do autismo.

Um grande filósofo pós-moderno, Benstein Oliveira disse que a fofoca viaja à velocidade da luz e que ela vem de todos cantos e cores do autismo. Nem WhatsApp eu uso, mas as conversas de lá sempre chegam aqui. Por que será, gente?

Formado em Harvard na arte das fofocas chegarem até mim. Parece que sou ímã para embuste.

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Novidade: A Hora da Tormenta – Luis Maldonalle

Durante esta semana recebi um exemplar do livro A Hora da Tormenta, enviado pelo autor Luis Maldonalle, para que eu possa ler e resenhar para os leitores aqui do blog! Estava tão corrido, com prova e apresentação... Só agora tive tempo de falar um pouco mais sobre essa novidade.


O livro A Hora da Tormenta foi publicado em março de 2015, pela Editora Autografia, no Rio de Janeiro. Confira abaixo a sinopse do livro, disponível no texto da contracapa:

“A rotina da pequena Brave Rock é virada de ponta-cabeça quando um enorme tornado F5 SODOMA desponta e transforma o céu, obliterando por completo aquele sábado ensolarado em que a cidade completaria 128 anos.

Em meio ao caos, conflitos e intrigas permeiam o cerne deste trágico livro, que alternando entre ódio e violência, usa o egoísmo e os interesses pessoas do grupo, conhecido como fab four, como palco para uma rica trama, tendo a tragédia e o horror como protagonistas.

Luis Maldonalle nos conta, com riqueza de detalhes, todo o drama vivido por personagens profundamente humanos, em diálogos ásperos envoltos por um cenário aterrador”.

Sobre o autor – Luis Maldonalle, guitarrista há quase trinta anos, é considerado um dos grandes expoentes da cena do Centro-Oeste. Atualmente, é membro da banda Bella Utopia e colunista dos blogs Página de Ferro e Maldonalleblog.

Luis sempre foi um aficionado das clássicas histórias de terror e literatura fantástica. No livro A Hora da Tormenta aborda uma intrínseca trama de sobrevivência e conflitos humanos, com uma detalhada narrativa instigante. Seu livro de estreia, Sete Noites em Claro, figurou entre os 100 mais vendidos da Amazon, no gênero Terror.

O autor busca transportar para o papel não só a admiração pelo gênero, mas também a liberdade presente na ficção e o sobrenatural da escrita criativa.

Para quem gosta de livros, filmes e séries de terror e fantasia, não tem como não ficar instigado com o título e sinopse. Ainda não comecei a ler e não tenho ideia de quando vou começar, já que preciso concluir uma leitura e resenha antes, além das leituras da graduação, mas não pude deixar de associar com O Nevoeiro, livro do Stephen King adaptado para o cinema. Sou suspeito... Amo o gênero, então, já estou morrendo de vontade de ler. E aí, o que acharam?

Comentários

  1. Bacana sua alusão ao conto o Nevoeiro. Nesse tipo de narratriva, acho os conflitos entre os personagens muito mais instigante do que a ameaça que vem de fora. E livros catástrofe no Brasil é algo bem inusitado. Espero que, exatamente por isos, atraia bastante público.

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    Respostas
    1. Oi, Ronaldo! Estou morrendo de vontade de mergulhar na leitura, mas os trabalhos, provas e leituras da graduação não estão deixando. Passei o fim de semana inteiro mergulhado nos contos do Borges, para escrever uma análise. Depois de ser corrigido, devo até publicar por aqui... Deu tanto trabalho fazer, que dá dó deixá-lo esquecido numa pasta do computador.
      Quanto à Hora da Tormenta, senti algo do Stephen King, seja no título... Na sinopse... Posso estar errado, mas creio que há um diálogo gostoso entre as narrativas. Adoro textos que exploram a condição humana, seus vícios e falhas, deixando de lado aquele moralismo.
      Abraços!

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    2. Publique sim que eu quero ler. Abraço.

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