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Destaques

Happy Old Year: Filme explora a linha tênue entre o desapego e a nostalgia

O filme tailandês Happy Old Year , de 2019, nos faz pensar sobre as relações que construímos com as coisas que guardamos ao longo da vida. Com direção e roteiro de Nawapol Thamrongrattanarit, a obra está disponível na Netflix. Chutimon Chuengcharoensukying interpreta Jean, uma mulher que deseja fazer um escritório em sua casa, mas se dá conta de que há uma pilha de objetos inutilizados pela casa. Interessada e inspirada pelo minimalismo, se dependesse só dela, ela colocaria tudo em sacos de lixo e jogaria fora, o que ela descreve como buracos negros, porém, à medida que ela coloca o seu plano em ação, Jean percebe que não será tão fácil como imaginava. Com a resistência da família a mudar, Jean encara de frente sua missão, doa em quem doer. O que deveria ser fácil e prático para ela, cuja necessidade é vista até mesmo como egoísmo, acaba se desdobrando em várias situações, fases e etapas conforme ela mergulha nas histórias, memórias e emoções que estão vinculadas aos objetos, especialm

Reflexão: Está tudo bem ser diferente


"Está tudo bem ser diferente! Ao longo da vida somos condicionados a aceitar coisas que não são verdadeiras, nos fazem escolher entre ser uma coisa ou outra. Em um mundo em que 'ser normal' está, muitas vezes, relacionado a ser preconceituoso, extremista e promovedor do ódio ou em que as pessoas desesperadas para se encaixarem entram na onda de querer destruir, proibir ou machucar o que é diferente do que elas pensam, ser considerado estranho é uma benção. Simplesmente agradeça e aceite suas estranhezas"Ben Oliveira 

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