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Destaques

Ressignificar dia após dia

A linha era tênue entre a verdade e a autoficção, mas a literatura era um espaço para criar e não tinha compromisso com a realidade. Como tinta invisível, personagens às vezes se misturam e podem confundir. Um personagem pode ser vários e a graça não está em descobrir quem é quem, mas de aproveitar a leitura. Escrever em blog poderia não ser a mesma coisa do que escrever um livro de ficção ou de memórias, mas a verdade era que acabava servindo para as duas coisas. Às vezes o passado estava no passado. Às vezes o presente apontava para o futuro. Mas nunca dá para saber sobre quem se está escrevendo e há beleza nisso. A beleza de que personagens não eram pessoas, de que não precisava contar a verdade sempre, que às vezes quatro personagens poderiam se tornar um. Saber quem é quem parecia o menos importante, mas apreciar a beleza das entrelinhas. Ia escrevendo como uma forma de esvaziar a mente e o coração, sentindo o corpo mais leve. Escrevia e continuaria escrevendo sempre que sentisse ...

Reflexão: Está tudo bem ser diferente


"Está tudo bem ser diferente! Ao longo da vida somos condicionados a aceitar coisas que não são verdadeiras, nos fazem escolher entre ser uma coisa ou outra. Em um mundo em que 'ser normal' está, muitas vezes, relacionado a ser preconceituoso, extremista e promovedor do ódio ou em que as pessoas desesperadas para se encaixarem entram na onda de querer destruir, proibir ou machucar o que é diferente do que elas pensam, ser considerado estranho é uma benção. Simplesmente agradeça e aceite suas estranhezas"Ben Oliveira 

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