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Destaques

Subdiagnóstico de autismo, números e incoerências

O brasileiro é muito individualista. Ao mesmo tempo que vejo pessoas reclamando que os números do Censo vão dar abaixo por causa dos subdiagnósticos de autismo, já vi muita gente acusando pessoas com laudo fingirem que eram autistas.


Como explicar a volatilidade? Nem tento entender o que se passa na mente do brasileiro.

Os discursos são sempre contraditórios. Por causa de polarização, todo mundo sai perdendo.

Já vi até gente dizendo que o laudo é só um papel. Se é só um papel, a pessoa, então, não precisa de um diagnóstico? Logo, por que ser contabilizada? Sejam mais coerentes nos discursos.

Incoerências dos brasileiros sobre subdiagnósticos:

– Já vi gente acusando autista de fingir, mesmo a pessoa tendo laudo;

– Já vi gente se posicionando contra diagnóstico precoce, achando que seria ruim, desconhecendo a questão da plasticidade cerebral;

– Já vi gente dizendo que autismo nem deveria ter CID;

– Já vi gente dizendo que o outro não é autista, só porque sabe argumentar e é diferente do …

Resenha: Histórias, Estórias e Stories – Alfredo Gentil Costa



“Histórias, Estórias & Stories”, é o nome do livro escrito por Alfredo Gentil Costa, publicado em 2002 pela RD Editora, em Florianópolis. A obra traz uma coletânea de histórias, estórias e memórias do autor.


Alfredo Gentil Costa, nasceu em Florianópolis em 24 de dezembro de 1945. Graduado em Letras pela UFSC, é professor de inglês e tradutor-intérprete. É autor do livro: “Inglês Básico – Gramática, vocabulário e texto”, publicado pela editora da UFSC, em 1993.


O livro está dividido em três partes referentes ao título. Na primeira parte estão reunidas crônicas sobre personagens da Ilha que marcaram a vida do autor. Através da narração viaja-se nas histórias, remetendo o leitor às ruas de Florianópolis em décadas passadas. Algumas crônicas têm caráter humorístico, outras são críticas brilhantes, como: “Homem, um animal ecológico” e “Classe média (?)”.


“Estórias” é a parte do livro dedicada aos textos fictícios. Através de crônicas e contos, alguns temas são retratados, como: política e educação. “Fábula” conta a história de um governante que queria ajudar a população e diminuiu todas as suas regalias para distribuir melhor a verba para a população, conseguindo erradicar a pobreza. Como o próprio nome diz, não poderia passar de uma fábula...


A última parte do livro, reúne textos de ficção escritos em inglês. Alguns dos textos foram escritos para o ensino da língua na Universidade Federal de Santa Catarina e outros pelo simples prazer.

O livro contém 42 contos/crônicas e 2 poemas em inglês. Além de ser prazerosa, a leitura da coletânea é informativa. Trazendo um pouco da cultura e história de Florianópolis, os textos são descontraídos e interessantes, agradando aos "manézinhos da Ilha" e apreciadores da bela Ilha de Santa Catarina.
* Manezinho é o termo popularmente utilizado para designar os nativos de Florianópolis.

Comentários

  1. Eu gosto desse tipo de livro, tem um pouquinho de uma parte do nosso país. Tem um livro que é demais, é "O mundo é Bárbaro" do Luis Fernando Verissimo.. no começo eu achei que ia morrer de rir, no final eu queria chorar por saber de tanta coisa "bárbara", ele é irônico, demais mesmo. Tentei encontrar esse livro de novo, mas quando eu busquei o nome do autor lá na biblioteca apareceu um livro sobre "orgias", e eu fiquei com vergonha de pedir pra mulher de lá me ajudar. rs

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