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Destaques

Escrita Maldita: Halloween é o último dia de promoção gratuita

31 de outubro, Halloween é o último dia de promoção gratuita do ebook de Escrita Maldita, disponível para Kindle na loja da Amazon.  Sou grato a cada leitor que está baixando e aproveitando essa promoção gratuita de Halloween, especialmente em um momento em que muitas pessoas ainda estão com dificuldade de concentração. Sinopse: Após se tornar um best-seller com seu romance de terror de estreia, Daniel Luckman está prestes a realizar um sonho: escrever um livro com Laurence Loud, um dos melhores escritores de horror dos últimos tempos. Quando o colega põe os pés em sua casa, coisas estranhas começam acontecer. A linha entre a ficção e a realidade, a loucura e a sanidade, os pesadelos e as alucinações se dissolvem. Uma história de mistérios, passados sombrios e amor. Quando dois escritores de terror se juntam para escrever uma história, tudo pode acontecer. O processo de criação pode ser intenso, as emoções podem ficar confusas. Você estaria disposto a sacrificar tudo pelos seus son...

Telejornalismo

O trabalho interdisciplinar da primeira fase de jornalismo da faculdade neste semestre, será uma entrevista com um telejornalista. Pensando nisso, abaixo segue um pouco do embasamento teórico utilizado e alguns links sobre entrevista e telejornalismo que podem contribuir para outros estudantes do curso ou interessados.

O telejornalismo é o segmento jornalístico atuante na televisão. Diferente do rádiojornalismo que caracteriza-se por um forte apelo auditivo e do jornalismo impresso que possui apelo intelectual, este segmento apresenta um misto de todos, tendendo a ser mais popular entre o público em virtude de sua complexidade sensorial que une som, imagem e intelecto em apenas um texto.

Para Barbeiro e Lima (2002), o fato de o tempo ser escasso na sociedade atual, além do analfabetismo e iletrismo, confere ao telejornalista a função de informar as pessoas através de uma linguagem acessível, enxuta e atrativa. O telejornalista deve transmitir uma mensagem que atinja a maior parte da audiência.
“A notícia na televisão deve ser mostrada da forma mais objetiva e compreensível possível. Mas a melhor das edições pode não alcançar seu intento se for apresentada de forma monótona, vazia ou sem criatividade”. (SQUIRRA, 2004, p. 98).

“O telejornalismo já não é o mesmo na sociedade informacional, e o jornalista tem que se preparar para uma nova época em construção e não em extinção”. (BARBEIRO; LIMA, 2002, p. 39).
“Por ser impossível voltar atrás e rever a informação, como permite o jornalismo impresso, a notícia em televisão deve ser entendida imediatamente, objetivo que só se concretiza graças à utilização de uma linguagem coloquial”. (REZENDE, 2000, p. 93).

“A objetividade do telejornalismo indica que o processo de aprofundamento das questões poderá ser mais bem abordado pelo jornalismo impresso, ou ainda, o que é mais difícil, com o interesse do leitor em pesquisar o assunto”. (SQUIRRA, 2004, p. 64).

Para Barbeiro e Lima (2002, p. 95), “O texto do telejornal tem uma estrutura de movimento, instantaneidade, testemunhalidade, indivisibilidade de imagem e som, sintetização e objetividade”
De acordo com Rezende (2000), o telejornalismo sofre demasiadamente em decorrência da compressão lingüística, já que pressionados pelo tempo (principalmente no horário nobre), são forçados a cada vez mais compactar as notícias.

De acordo com Squirra (2004, p. 84), “A produção da reportagem para o telejornalismo requer muita atenção, pesquisa, checagem, além de muito profissionalismo da parte de todos os envolvidos no processo”.

Referências:

BARBEIRO, Heródoto; LIMA, Paulo Rodolfo de. Manual de telejornalismo: os segredos da notícia na TV. Rio de Janeiro: Campus, 2002.

REZENDE, Guilherme Jorge de. Telejornalismo no Brasil: um perfil editorial. São Paulo: Summus, 2000.

SQUIRRA, Sebastião Carlos de Morais. Aprender telejornalismo: produção e técnica. São Paulo: Brasiliense, 2004.


Recomendações de livros sobre entrevista e telejornalismo:

TRAMONTINA, Carlos. Entrevista: a arte e as histórias dos maiores entrevistadores da televisão brasileira. São Paulo: Globo, 1996. 215 p.

MEDINA, Cremilda de Araújo. Entrevista: o diálogo possível. São Paulo: Ática, 2000. 96 p.
GARRETT, Annette. Entrevista, seus princípios e métodos. Tradução Maria de Mesquita Sampaio. Rio de Janeiro: Agir, 1991. 239 p.

YORKE, Ivor. Jornalismo diante das câmeras. São Paulo: Summus, c1998. 201 p. il.

Os três livros acima também são ótimos...



Links interessantes:
 
Entrevista: 100 Dicas para melhorar sua prática (Curso Abril de Jornalismo)
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Vídeo-reportagem e documentário: qual é a diferença?


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