Pular para o conteúdo principal

Destaques

Antraz: Documentário da Netflix revela investigações feitas pelo FBI durante anos

Um pouco após os atentados terroristas contra as torres gêmeas, em Nova Iorque, Estados Unidos, no 11 de setembro de 2001, uma ameaça de antraz colocou as autoridades, como o FBI em alerta, e espalhou pânico nos norte-americanos devido à facilidade de se espalhar sem as pessoas saberem.  Dirigido e roteirizado por Dan Krauss e produzido pela Netflix e pela BBC, 21 anos após o ataque e o primeiro caso de circulação do antraz, o documentário Antraz: EUA Sob Ataque (The Anthrax Attacks) leva o telespectador para as investigações do FBI que duraram anos. O que a princípio foi alvo de muita pressão para a solução do caso, principalmente pelo medo dos norte-americanos do esporo da bactéria continuar se espalhando pelas cartas e fazendo mais pessoas adoecerem e/ou morrerem, logo foi caindo no esquecimento conforme as investigações desenrolavam fora dos holofotes.  Com a proximidade do caso do ataque às torres gêmeas, à primeira vista, o pânico generalizado fez com quem os norte-americanos

Contatos de 4º Grau

"Contatos de 4º Grau" é um filme que conta uma suposta história baseada em fatos reais que aconteceram com uma psicóloga chamada Abbey Tyler. No início do filme, a atriz que a interpreta, Milla Jovovich (Resident Evil e Joana D'Arc), começa dizendo que o filme é "uma dramatização fiel aos acontecimentos de outubro de 2000". Após a apresentação da atriz, um ator que interpreta um psicólogo colega dela, também dá o seu "depoimento" sobre a veracidade das cenas.

Diferente das muitas críticas que saíram sobre o filme ser uma farsa e o público considerar-se enganado, acredito que a campanha em cima do filme foi bem interessante, podendo se comparar ao sucesso das estratégias utilizadas para promover o filme "Bruxa de Blair".
Um recurso utilizado no filme é a divisão da tela entre as gravações das supostas cenas reais e de aúdios das entrevista/sessões com os pacientes da psicóloga e as próprias imagens do diretor do filme, colocando lado a lado, interpretação e realidade. Como a qualidade das imagens e sons das supostas gravações não são tão boas, cria-se um efeito de ilusão convincente.

O fato dos dois atores confirmarem a história faz com que quem esteja assistindo envolva-se com a história. Afinal, qual o propósito do filme se não, entreter? De acordo com um artigo escrito por Bia Caglini, formada em ciências sociais, "O cinema, em sua origem, tem como função entreter, transportar o espectador para aquela realidade apresentada na tela".

Confesso que quando o filme acabou, minha curiosidade foi maior e logo fui pesquisando sobre a suposta doutora e a cidade do Alaska onde os fatos aconteceram.

Comentários

Mais lidas da semana