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Avaliação Neuropsicológica: 5 Motivos para ler o livro

Procurando me familiarizar um pouco mais com o universo das neurociências, recentemente terminei de ler o livro Avaliação Neuropsicológica, dos organizadores Leandro F. Malloy-Diniz, Daniel Fuentes, Paulo Mattos e Neander Abreu, publicado no Brasil pela editora Artmed, em 2018. Ótimo material de leitura para quem deseja entender um pouco sobre a neuropsicologia.


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Estamos em 2019. Todos nós somos diferentes, temos funcionamentos neurológicos diferentes, mas muita gente ainda acha que todos funcionamos da mesma maneira. Eu, por exemplo, tenho Síndrome de Asperger, o que significa que a minha percepção sobre o mundo é um pouco diferente de um não-autista.

Mas o que eu queria dizer é: entender um pouco sobre a avaliação neuropsicológica pode ajudar as pessoas a entenderem melhor questões como transtornos de aprendizagem, neurológicos, psiquiátricos e neurodegenerativos.

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Contatos de 4º Grau

"Contatos de 4º Grau" é um filme que conta uma suposta história baseada em fatos reais que aconteceram com uma psicóloga chamada Abbey Tyler. No início do filme, a atriz que a interpreta, Milla Jovovich (Resident Evil e Joana D'Arc), começa dizendo que o filme é "uma dramatização fiel aos acontecimentos de outubro de 2000". Após a apresentação da atriz, um ator que interpreta um psicólogo colega dela, também dá o seu "depoimento" sobre a veracidade das cenas.

Diferente das muitas críticas que saíram sobre o filme ser uma farsa e o público considerar-se enganado, acredito que a campanha em cima do filme foi bem interessante, podendo se comparar ao sucesso das estratégias utilizadas para promover o filme "Bruxa de Blair".
Um recurso utilizado no filme é a divisão da tela entre as gravações das supostas cenas reais e de aúdios das entrevista/sessões com os pacientes da psicóloga e as próprias imagens do diretor do filme, colocando lado a lado, interpretação e realidade. Como a qualidade das imagens e sons das supostas gravações não são tão boas, cria-se um efeito de ilusão convincente.

O fato dos dois atores confirmarem a história faz com que quem esteja assistindo envolva-se com a história. Afinal, qual o propósito do filme se não, entreter? De acordo com um artigo escrito por Bia Caglini, formada em ciências sociais, "O cinema, em sua origem, tem como função entreter, transportar o espectador para aquela realidade apresentada na tela".

Confesso que quando o filme acabou, minha curiosidade foi maior e logo fui pesquisando sobre a suposta doutora e a cidade do Alaska onde os fatos aconteceram.

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