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Destaques

Diversidade Invisível: Assista a palestra com autista diagnosticada aos 35 anos

Nos últimos anos, houve um aumento da disseminação de informações sobre autismo na internet. Embora a visão de profissionais da saúde seja importante, muitos autistas têm contado o seu lado da história. Na palestra Invisible Diversity, a redatora freelancer e vlogger Carrie Beckwith-Fellows compartilha sua história de como foi diagnosticada aos 35 anos e de como isso a possibilitou enxergar a vida através de uma nova perspectiva.


Carrie conta sobre os inúmeros diagnósticos errados que recebeu ao longo da vida. Para quem não sabe. além de ser difícil encontrar profissionais que entendam de autismo em muitos países, como alguns autistas aprendem a mascarar seus traços autísticos ao longo da vida, ainda é complicado para algumas pessoas reconheceram que estão no espectro autista e/ou encontrar quem possa fechar o diagnóstico formal.

“Existe um grupo de pessoas de voz única, cuja grande diversidade está tão bem escondida que é invisível, mesmo para elas mesmas [...] As pessoas autistas vee…

Entrevista sobre Estágio com o Coordenador do Setor de Integração Mercado Academia da UCDB

Por Ben-hur Oliveira e Maria Izabel Costa

Quando um acadêmico quer colocar em prática todo o conhecimento que recebe em sala de aula, ou quer experimentar o dia-a-dia de um emprego na sua área, procura por um estágio. Porém, esta experiência serve para muitas outras coisas. O coordenador do SIMA (Setor de Integração Mercado Academia) da UCDB, responsável pelos estágios não obrigatórios, Fabio dos Santos, concedeu uma entrevista para esclarecer dúvidas e curiosidades sobre os estágios oferecidos na Católica.

FUNIL: Fábio, qual é a importância do estágio para os acadêmicos?

FÁBIO: Acredito que o estágio nada mais é do que uma primeira experiência profissional que o aluno vai ter no mercado de trabalho. Ele vai aprimorar a sua base pedagógica na pratica do dia-a-dia.

FUNIL: O senhor pode descrever qual é a diferença entre o estágio obrigatório e o não obrigatório?

FÁBIO: O estágio obrigatório é definido como um pré-requisito em um projeto pedagógico do curso e o estágio não obrigatório é uma atividade opcional acrescida à carga horária regular do curso. O estágio não obrigatório é regido por uma lei, a lei 11.788, de 25 de setembro de 2008. Nesta lei dá para tirar várias dúvidas em relação ao que é o estágio obrigatório e o não obrigatório.

FUNIL: Quais são as vantagens e desvantagens da prática do estágio?

FÁBIO: As desvantagens, talvez as dificuldades que são encontradas durante esse processo de experiência. Acredito que a vantagem é estar adquirindo cada vez mais experiência, estar amadurecendo o futuro profissional que você será, estar vivenciando desde o princípio o futuro profissional que você almeja ser. A prática do estágio é isto, é você amadurecer se realmente é aquilo que você quer para o seu futuro, ou não. De repente você começa a fazer um curso, mas você não conhece muito bem o que é na prática. A partir da experiência do estágio você vai começar a perceber se realmente é o que você pensava que seria, e não vai estar tarde para mudar.

FUNIL: Ao procurar por estágio, os alunos buscam mais conhecimento ou remuneração?

FÁBIO: Esta é a primeira pergunta que eu faço quando vou fazer um processo de seleção. O que te motivou a procurar o estágio? Pela remuneração ou é justamente porque você quer aprender, Ir além, complementar sua formação? Esta é uma pergunta que o estagiário deve se fazer. Porque se for puro e simplesmente pela bolsa ou remuneração, existem outros meios dele conseguir isto. Eu acredito que a maioria de nossos estagiários, com certeza, desenvolvem suas atividades de estágio também pela bolsa, mas este não deve ser o fim único. A gente sempre orienta quando você vai escolher um curso que você escolha um que realmente você goste, não por que você vai ganhar dinheiro, porque primeiro tem que estar em jogo a sua realização pessoal. E não simplesmente, o ganhar dinheiro por ganhar até porque isto é muito relativo nas profissões hoje. Você pode ser um profissional que está em uma área que a remuneração é boa, no entanto, você não consegue desenvolver essas atividades de uma forma boa se você não está satisfeito com a profissão que você escolheu. Acredito que a primeira motivação de quem está em busca de um estágio deve ser justamente para acrescentar na sua formação.

FUNIL: Como um estagiário deve se portar no local de trabalho? Quais dicas você daria para este primeiro estágio?

FÁBIO: Esta é uma questão importante porque é a primeira experiência e quando a empresa aceita o estagiário ali, ele sabe que é a primeira experiência de trabalho do estagiário. Então, acho que são coisas a ser trabalhadas em conjunto. Quando você entra na universidade, o próprio nome já diz: "Universo, universidade", você vai encontrar ali uma variedade de pessoas, de pensamentos, de correntes teóricas, ou seja, quando se trata da questão de que forma proceder, de que forma agir, é um ambiente de trabalho. Não é pelo fato de você ser um estagiário que você não deve dar tanta importância, ou que eles não estão ligando para a atividade que você está realizando. Você tem o seu valor naquela empresa, foi confiada à você uma tarefa do qual você tem que procurar desenvolver como se fosse o seu futuro emprego amanhã. Porque amanhã vai ser o seu futuro emprego, então você tem que procurar desenvolve-lo da melhor forma possível. Sempre estar a disposição, procurar ser sempre educado. A gente vê a questão das roupas, um roqueiro, dependendo se você vai para um escritório de advocacia, um estagiário de direito, ele não vai poder ir para lá com os piercings, roupas pretas ou coloridas que ele usa no seu dia-a-dia. Tem que ir com um traje que se adeque ao ambiente de trabalho. O portar-se é ser você mesmo, mas procurar respeitar o ambiente de trabalho porque aquele ambiente ali já existia antes de você entrar. Não adianta você entrar naquele ambiente e querer revolucionar, querer mudar. Tanto é que quando a gente entra em um meio, a gente tem que se adequar àquele meio. Acredito que seja isto, a partir do momento que você procura uma experiência de trabalho, você tem que ser profissional.

FUNIL: Os acadêmicos procuram muito por estágio com você?

FÁBIO: Com certeza, tanto é que lá no nosso setor, Setor de Integração Mercado Academia, conhecido como SIMA, nós temos também o nosso site: www.ucdb.br/estagio para quem quiser entrar e fazer o seu cadastro para estágio, conforme vai aparecendo as oportunidades de estágio, e nós encaminhamos o candidato à vaga. É um número considerável de pessoas que procuram, porque na realidade quando o acadêmico faz a matrícula, ele entra em busca de uma forma ou uma bolsa para custear a matrícula. A procura é muito grande, não só pela remuneração porque muitos também têm consciência de que você entrando na faculdade você já quer estar em contato com o seu futuro público de trabalho. E o estágio proporciona isso.

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