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Destaques

Escrita Maldita: Livro de terror indicado por página literária do Instagram

Escrita Maldita foi indicado pela página literária @redrum.literario , no dia 11 de outubro de 2026. Fiquei muito feliz com esse apoio à literatura nacional independente. Fica aqui a minha gratidão. A escritora Elisangela Domingos da Silva escreveu um texto indicando Escrita Maldita. Vou tentar resumir um pouco do que foi dito. Mas vocês podem acessar o Instagram redrum.literario e saber mais informações. “Tem livros que a gente lê, guarda na estante, e mesmo depois de muito tempo sente vontade de reencontrar e esse é um dos títulos que voltaram à minha lembrança”. “O que me chama a atenção nessa proposta é justamente essa relação entre quem escreve e aquilo que cria. Para quem gosta de terror, existe algo muito interessante na possibilidade de uma história ultrapassar as páginas e invadir a vida de quem está quem está por trás dela”. “Quem acompanha o mundo literário sabe que, às vezes, perdemos o contato com autores cujos livros passaram em nossas mãos. A vida segue, chegam novas lei...

Como os jornalistas escrevem

No artigo: "How Journalists write" publicado no jornal britânico The Guardian no dia 25 de setembro de 2008, o professor de jornalismo da Universidade de Sheffield, Peter Cole, explica como os jornalistas escrevem.

Cole diz que os jornalistas geralmente se referem aos seus textos como histórias e não como artigos ou relatórios. "Histórias soam interessante; Relatórios soam tediosos", diz o professor de jornalismo. Ele esclarece que histórias verdadeiras contam o que aconteceu e que o ponto crítico em uma história é o que as outras pessoas querem ouvir, por ser interessante ou divertida. Caso contrário, o narrador é um tédio.

Para o professor, os jornalistas escrevem histórias para seus leitores com o propósito de: contá-los o que está acontecendo, informá-los, envolvê-los, entretê-los, chocá-los, diverti-los, pertubá-los e levantá-los. O assunto da publicação vai variar de acordo com a natureza da publicação e do público-alvo.

Peter Cole argumenta em seu artigo: "O Jornalismo é basicamente um jogo simples. Trata-se de descobrir coisas e contar às pessoas sobre elas. A descoberta requere uma variedade de habilidades, porque quem está no poder geralmente prefere que nós saibamos somente o suficiente. O Jornalismo trata a exploração dessas pessoas para dar conta, expondo sua farsa e hipocrísia, o abuso de seu poder. Isso inclui o controle que isto dá a eles sobre o fluxo de informações, a capacidade de enterrar as más notícias, de girá-la e ofuscá-la. Os bons jornalistas devem fazer as perguntas difíceis e perguntar as respostas, deve cavar para desenterrar e, em seguida, explicar, tornar compreensível o que a autoridade, com intenção ou inadequação verbal, deixou confuso, incompleto ou simples mentira. O jornalismo incompreensível é pura e simplesmente o jornalismo ruim e, portanto, inútil".

O professor de jornalismo ainda explica que é necessário fazer o leitor ler a história, caso contrário, qual teria sido o propósito de descobrir as informações.

"A leitura do jornal é diferente da leitura de um livro", complementa Peter Cole. Logo, a escrita jornalística é diferente da escrita criativa. O professor ressalta que muitos jovens pensam que gostariam de ser jornalistas porque eles sempre amaram escrever ou começaram a escrever poemas quando eram novos, mas que isto não é suficiente e pode até mesmo ser uma barreira para o sucesso na profissão.

"É difícil escrever de forma simples e cativante, de modo que os leitores vão manter a leitura, para explicar o que todos os leitores entendem e querem. Esta é a tarefa que a escrita jornalistíca tem", finaliza.

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