Pular para o conteúdo principal

Destaques

My Shy Boss: Série de drama sul-coreano tem protagonista com fobia social e segredos

My Shy Boss (Introverted Boss/Naesungjukin Boseu/내성적인 보스) é uma série de drama romântico sul-coreano sobre a relação entre um chefe de uma empresa de Relações Públicas e uma jovem atriz extrovertida tentando descobrir a verdade sobre um acontecimento do passado que envolveu sua irmã. Lançada em 2017, a série da tvN (canal de televisão da Coreia do Sul) está disponível na Netflix Brasil por tempo indeterminado. Para quem sente falta de ver personagens com dificuldades de comunicação e interação em seriados, My Shy Boss tem Eun Hwan-ki (Yeon Woo-Jin) , um protagonista que evita o máximo possível falar com os funcionários de sua empresa, de forma que gera estranhamento nos outros. Sempre com seu casaco preto de capuz, sua timidez chama a atenção de forma negativa por onde passa. Até se acostumar com o personagem principal, fica difícil compreender alguns dos seus comportamentos. Se é contraditório para os próprios funcionários, para a família dele e até mesmo para alguns clientes insat

Como os Jornalistas usam o Facebook

O jornalista do guia para jornalismo About.com, com mais 20 anos de experiência como reporter, autor, editor e professor de jornalismo, Tony Rogers, escreveu uma matéria sobre como os jornalistas podem usar o facebook para encontrar fortes e promover histórias.


Ele entrevistou a jornalista Lisa Eckelbecker que enfrentou um dilema ao criar sua conta no Facebook. Ela diz que não estava muito certa do que fazer na rede social, poderia usá-la para se comunicar com a família e amigos próximos ou poderia usá-la como uma ferramenta de negócio para compartilhar meu trabalho, estabelecer contatos e ouvir muitas pessoas diferentes.

Eckelbecker disse que escolheu a segunda opção depois de assistir a um seminário na Columbia University sobre como usar as ferramentas das redes socias. "Eu comecei postando minhas histórias e têm sido gratificante ver as pessoas ocasionalmente comentando nelas", diz a jornalista. Ela também utilizou o Facebook para pedir aos amigos de sua cidade ajuda para encontrar fontes para uma matéria.

Tony Rogers diz que as redes sociais têm ganhado reputação de lugares onde os usuários rotineiramente postam os detalhes mais mundanos do dia-a-dia de suas vidas para seus amigos mais próximos. Entretanto, existe um crescente número de profissionais, cidadãos e estudantes de jornalismo que estão usando o Facebook e sites similares para ajudá-los a encontrar fortes para matérias e em seguida, espalhar a palavra aos leitores, já que essas histórias são publicadas online.

"Esses sites fazem parte de um conjunto crescente de ferramentas - incluindo sites, blogs e Twitter - que os repórteres estão usando para promover a si e seu trabalho na web, em um momento em que o jornalismo impresso tradicional parece fadado a ir para o caminho das fitas magnéticas de gravação de som", argumenta Rogers.

Colunista

A colunista Dara Bunjon escreve sobre os restaurantes de Baltimore para o site Examiner.com e quando ela não está trabalhando duro no seu blog, ela está postando links na sua conta do Facebook. Ela explica que utiliza o Facebook para promover sua coluna e que quando a matéria tem relevância para determinado grupo do facebook, a colunista posta os links lá, fazendo o número de acessos e seguidores dos seus textos aumentar.

Freelancer

A ex-repórter de jornal impresso, atualmente trabalhando como freelancer, Judith Spitzer, utiliza o Facebook como uma ferramenta de rede social para encontrar fontes para suas estórias. A jornalista acredita que existe um fator de confiança quando os contatos que procura são amigos de seus amigos.

Editora de mídias sociais

Mandy Jenkins, editora de mídias sociais diz que o Facebook é extremamente valioso para conectar fontes profissionais e outros jornalistas como amigos. "Se você monitorar as atualizações daqueles que você está cobrindo poderá descobrir muitas coisas sobre o que está acontecendo com eles. Ver quais páginas e grupos eles fazem parte, com quem eles interagem e o que eles dizem", esclarece Jenkins.

Acesse a matéria na íntegra

Comentários

Mais lidas da semana