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Destaques

Dias de silêncio

Nos dias de silêncio estava dividido entre a fadiga e a ansiedade. Amava escrever, mas sentia como se não tivesse energia suficiente. Não poderia negar: gostava da sensação de estudar. Porém, os conteúdos difíceis eram como pedras: sabia que para algumas coisas precisava de um tempo a mais.  Entre aulas mais calmas, intermediárias e complexas, tentava fazer o melhor possível para aprender, sem se comparar com os outros, sabendo que cada um era único e todos tinham suas facilidades e dificuldades. A verdade era que mesmo coisas que gostávamos poderiam nos deixar cansados e tínhamos que tomar cuidado para não entrar em estado de esgotamento. Estava fazendo o possível para deixar a rotina equilibrada, de forma que não tivesse mais sobrecarga mental. O excesso de estudo poderia ser pior do que não estudar. Escrevia para registrar como os dias estavam sendo. Escrevia para matar a saudade de escrever. Escrevia para estudar. Escrevia. *Ben Oliveira é escritor, formado em jornalismo . Auto...

"A Internet e o novo papel do Jornalista"

No artigo: "A Internet e o novo papel do jornalista", escrito por Inês Mendes Moreira Aroso, aborda-se a nova função do jornalista e questiona-se o fim do jornalista.

A autora começa o seu artigo dizendo: "O jornalismo on-line influencia os vários aspectos da realidade jornalística. Um desses elementos, ou mesmo o principal, é o jornalista que, também é profundamente afetado".

Aroso cita que além de criar uma nova forma de jornalismo, a Internet está criando novos jornalistas. Criou-se um novo perfil de profissional, o que influenciará até a formação dos futuros profissionais que deverão estar aptos a utilizar multimeios.

Além do conhecimento na produção digital de aúdio e vídeo, eles devem estar familiarizados com ferramentas da Web, construção de páginas, programação na web, para  que possam adicionar elementos multimídias ao texto jornalístico.

Inês Aroso utiliza um exemplo de Christopher Harper de como esse jornalista multimídia deve trabalhar. “Na edição electrónica, o repórter leva consigo uma caneta, um bloco de notas, um gravador de áudio, uma máquina fotográfica digital e por vezes uma câmara de filmar de uso doméstico”.

Aroso levanta opiniões de autores que acreditam que o jornalista perderá a função de 'gatekeeper', aquele que permitem ou não que informações serão veículas na mídia, pois com a Internet, muitas fontes primárias tornaram-se acessíveis à população. A autora acredita que o jornalismo será reinventado e não eliminado, como muito questiona-se.

Com estas mudanças, encontrar e descobrir novas informações deixa de ser prioridade do jornalista, tornando-se fundamental a seleção de informações importantes, a filtragem.

"Com o jornalismo on-line ocorre uma revalorização da mediação do jornalista. Saber explicar e dar uma interpretação dos acontecimentos será algo cada vez mais valorizado", explica a autora.

Acesse o artigo na íntegra

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