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Destaques

Pediatras recomendam que pais leiam livros para bebês e crianças

A leitura de livros é recomendada desde os primeiros anos de vida. Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria, os pais devem ler para as crianças, tanto para desenvolver a afetividade quanto para estímulo cerebral.


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Em entrevista ao Portal Clickbebê, a neuropediatra Liubiana Arantes Araújo comentou que nessa fase da vida é importante estimular as crianças através da leitura e mostrar como uma atividade prazerosa, ajudando com o desenvolvimento do cérebro e facilitando o aprendizado.

Assista ao vídeo:



"Receitar livros" é uma prática recomendada pela Academia Norte-Americana de Pediatras e pela Sociedade Brasileira de Pediatras. No Brasil, a prática conta com o apoio do Itaú Socialque tem um projeto de incentivo à leitura para a criança e já distribuiu mais de 51 milhões de livros impressos, entre eles milhares de obras em braile e com fonte expandida para pessoas com deficiência visual.

De acordo com informações da Sociedade Brasil…

"A Internet e o novo papel do Jornalista"

No artigo: "A Internet e o novo papel do jornalista", escrito por Inês Mendes Moreira Aroso, aborda-se a nova função do jornalista e questiona-se o fim do jornalista.

A autora começa o seu artigo dizendo: "O jornalismo on-line influencia os vários aspectos da realidade jornalística. Um desses elementos, ou mesmo o principal, é o jornalista que, também é profundamente afetado".

Aroso cita que além de criar uma nova forma de jornalismo, a Internet está criando novos jornalistas. Criou-se um novo perfil de profissional, o que influenciará até a formação dos futuros profissionais que deverão estar aptos a utilizar multimeios.

Além do conhecimento na produção digital de aúdio e vídeo, eles devem estar familiarizados com ferramentas da Web, construção de páginas, programação na web, para  que possam adicionar elementos multimídias ao texto jornalístico.

Inês Aroso utiliza um exemplo de Christopher Harper de como esse jornalista multimídia deve trabalhar. “Na edição electrónica, o repórter leva consigo uma caneta, um bloco de notas, um gravador de áudio, uma máquina fotográfica digital e por vezes uma câmara de filmar de uso doméstico”.

Aroso levanta opiniões de autores que acreditam que o jornalista perderá a função de 'gatekeeper', aquele que permitem ou não que informações serão veículas na mídia, pois com a Internet, muitas fontes primárias tornaram-se acessíveis à população. A autora acredita que o jornalismo será reinventado e não eliminado, como muito questiona-se.

Com estas mudanças, encontrar e descobrir novas informações deixa de ser prioridade do jornalista, tornando-se fundamental a seleção de informações importantes, a filtragem.

"Com o jornalismo on-line ocorre uma revalorização da mediação do jornalista. Saber explicar e dar uma interpretação dos acontecimentos será algo cada vez mais valorizado", explica a autora.

Acesse o artigo na íntegra

Comentários

  1. ótimo, lerei o artigo todo nos próximos dias. Bom, essa coisa d o fim do jornalista não é coisa nova, inclusive pessoas como Marcelo Branco e Sérgio Amadeu declaram num seminário aqui que são a favor do fim do diploma por diversos motivos, e, de certa forma eu até concordo, mas também tenho ctza que não é o fim do jornalismo, é só (mais um) recomeço!

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  2. oi Ben,
    gostei muito do seu blog. Também sou estudante de jornalismo e gostei dos seus textos. Com certeza passarei aqui mais vezes.
    Abç
    http;//www.cristianezando.blogspot.com

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