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Destaques

Livro explora origens do Impeachment e aborda casos de ex-presidentes do Brasil

O termo impeachment se popularizou nos últimos anos no Brasil. Antes restrita a um público mais interessado em política e direito, a palavra entrou no vocabulário de centenas de milhares de brasileiros. Para quem quiser entender melhor sobre o assunto, recomendo o livro Como Remover Um Presidente: Teoria, História e Prática do Impeachment no Brasil , do autor Rafael Mafei , publicado pela Editora Zahar , em 2021. Compre o livro Como Remover Um Presidente (Rafael Mafei):  https://amzn.to/3l3ZUIP Dos episódios históricos em outros países nos quais algumas figuras políticas eram afastadas e executadas por traição, até definições mais precisas sobre os crimes de responsabilidade e aproximação do processo de impeachment atual, no qual o presidente poderia ser afastado, mas não mais sofrer pena de morte, o livro ajuda a entender melhor as origens e a importância deste procedimento presente na Constituição. Se você é o tipo de pessoa que gosta de saber um pouco mais da história do Brasil e d

"A Internet e o novo papel do Jornalista"

No artigo: "A Internet e o novo papel do jornalista", escrito por Inês Mendes Moreira Aroso, aborda-se a nova função do jornalista e questiona-se o fim do jornalista.

A autora começa o seu artigo dizendo: "O jornalismo on-line influencia os vários aspectos da realidade jornalística. Um desses elementos, ou mesmo o principal, é o jornalista que, também é profundamente afetado".

Aroso cita que além de criar uma nova forma de jornalismo, a Internet está criando novos jornalistas. Criou-se um novo perfil de profissional, o que influenciará até a formação dos futuros profissionais que deverão estar aptos a utilizar multimeios.

Além do conhecimento na produção digital de aúdio e vídeo, eles devem estar familiarizados com ferramentas da Web, construção de páginas, programação na web, para  que possam adicionar elementos multimídias ao texto jornalístico.

Inês Aroso utiliza um exemplo de Christopher Harper de como esse jornalista multimídia deve trabalhar. “Na edição electrónica, o repórter leva consigo uma caneta, um bloco de notas, um gravador de áudio, uma máquina fotográfica digital e por vezes uma câmara de filmar de uso doméstico”.

Aroso levanta opiniões de autores que acreditam que o jornalista perderá a função de 'gatekeeper', aquele que permitem ou não que informações serão veículas na mídia, pois com a Internet, muitas fontes primárias tornaram-se acessíveis à população. A autora acredita que o jornalismo será reinventado e não eliminado, como muito questiona-se.

Com estas mudanças, encontrar e descobrir novas informações deixa de ser prioridade do jornalista, tornando-se fundamental a seleção de informações importantes, a filtragem.

"Com o jornalismo on-line ocorre uma revalorização da mediação do jornalista. Saber explicar e dar uma interpretação dos acontecimentos será algo cada vez mais valorizado", explica a autora.

Acesse o artigo na íntegra

Comentários

  1. ótimo, lerei o artigo todo nos próximos dias. Bom, essa coisa d o fim do jornalista não é coisa nova, inclusive pessoas como Marcelo Branco e Sérgio Amadeu declaram num seminário aqui que são a favor do fim do diploma por diversos motivos, e, de certa forma eu até concordo, mas também tenho ctza que não é o fim do jornalismo, é só (mais um) recomeço!

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  2. oi Ben,
    gostei muito do seu blog. Também sou estudante de jornalismo e gostei dos seus textos. Com certeza passarei aqui mais vezes.
    Abç
    http;//www.cristianezando.blogspot.com

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