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Destaques

Autismo: Profissionais antiéticos envolvidos com tratamentos proibidos e perigosos

Quando lancei uma campanha contra tratamentos sem evidências científicas do autismo, tive pouquíssimo apoio. Isso me ajudou a ver quem é quem, quem coloca as cartas na mesa ou não, quem está/estava com medo.


Infelizmente, além de estarmos abertos às ameaças abertas ou veladas, também existe muito silenciamento; muitas famílias fazendo tratamentos que são proibidos e perigosos e profissionais antiéticos que deveriam ser processados e/ou deveriam perder a licença.

Em vários países, isso já deu processos e prisões, mas no Brasil, nada é como deveria ser. Alguém fica chocado de viver no mundo invertido?

Tem gente que adora brincar com fogo. Gente que difama autistas adultos e quase implora por um processo.

Preciso lembrar que essas coisas são crimes? Ah, não sabia? Agora já sabe.

Uma dica: A verdade demora, mas ela sempre vem. Não é que o Xadrez nos ensina algumas coisas?
Quanto à impunidade e a desinformação, pode ter certeza que vou continuar fazendo minha parte de passar informações de …

Telejornalismo Brasileiro

Confira abaixo algumas informações sobre o telejornalismo brasileiro. O seguinte texto foi escrito com referência no artigo de Jaciara Novaes Mello, "Telejornalismo no Brasil".

De acordo com a autora, nos anos da década de 1950 a história do jornalismo brasileiro se confunde com a chegada da televisão no Brasil, que começou suas transmissões em 18 de setembro de 1950.

O jornalista Assis Chateuabriand, criador da TV Tupi, transmitiu o primeiro telejornal do Brasil "Imagens do dia" um dia depois da inauguração da PRF-3/TV Tupi, Canal 3 de São Paulo. O telejornal comandado por Maurício Loureiro Gama mostrava imagens brutas dos acontecimentos do dia e durava o tempo necessário para a transmissão de todos os fatos e imagens.

"Daquela data até hoje, o telejornalismo foi conquistando o público brasileiro e se adequando às novas tecnologias e às necessidades do público-alvo".

No seu início, o telejornal tinha uma linguagem próxima à do rádio. Atualmente, o telejornalismo brasileiro segue o modelo americano, "jornalismo 'clean', asséptico, onde os mitos da imparcialidade e da objetividades são defendidos como verdades inabaláveis".

Mello fala sobre a importância da chegada da internet em 1990, "permitiu que os programas telejornalísticos disponibilizassem, aos poucos o conteúdo diário dos telejornais em suas páginas na rede. Essa ação contribuiu para o aumento do fluxo de informações entre o público".

Repórter Esso

Foi considerado o marco do telejornal na história da televisão brasileira. O telejornal em seu início apresentava as notícias no formato do programa de rádio e por 18 anos foi referência para os telejornais implantados em outras emissoras.


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