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Destaques

Meses sem fumar cigarro

Seis meses. Metade de um ano. O que antes parecia só algo impossível de acontecer, havia se tornado realidade: conseguira passar 6 meses sem fumar cigarro.  Estaria mentindo se tinha dias em que não se imaginava fumando ainda, mas estava feliz por conseguir resistir à tentação, sabendo que uma vez que tinha decidido não ia dar um passo para trás. Há seis meses, talvez estaria fumando enquanto escrevia o texto ou quem sabe ouvindo música e usando o Instagram, mas as coisas tinham mudado e ainda bem. Por mais difícil que seja no início. Passei por várias tentativas e falhas e não sinto vergonha, precisava criar resiliência antes de conseguir parar o cigarro de vez.  Difícil, sim. Impossível, não. Seria mentira dizer que é fácil, embora algumas pessoas tivessem mais facilidade do que outras para parar de fumar cigarro. Porém, nem todo mundo era igual e para algumas pessoas, a fissura continuaria aparecendo de tempos em tempos. Porém, a informação importante é que a fissura por ci...

Jornalismo: Saúde e Informação

A jornalista Alessandra Silvério diz em seu artigo: "Saúde e Informação: Direitos do povo" que a saúde é um dos direitos fundamentais da humanidade e o direito do povo à informação é assegurado pela Constituição Federal.

Silvério questiona a relação entre o jornalismo científico e este direito da população à saúde e informação. A autora explica que de acordo com a lógica capitalista tanto a notícia quanto a saúde passam a ser vistas como mercadoria, porém não se deve esquecer dos princípios da conduta ética e profissional. "E este aprendizado sobre o que é ético e o que não é começa nas escolas de jornalismo, depois aprimora-se no mercado de trabalho", ressalta a jornalista.

Sobre a ética jornalística relacionada à saúde, Silvério fala que o seu objetivo é o de informar em prol do bem estar social. A jornalista cita os seguintes exemplos em que o jornalismo pode prestar serviços à sociedade: o incentivo à doações de órgãos contribuindo com a solidariedade e a importância de informação com o intuito de previnir e erradicar doenças da população. "Abordar o tema saúde, vai muito além das técnicas de redação. Não basta apenas ser uma 'vitrine estética' dela."

Quanto a questão da abordagem, da ética e da responsabilidade social, a jornalista chama a atenção para o fato de que as pessoas não devem ser tratadas como índices ou números, pois estas têm sentimentos e carecem de respeito.

"No exercício da profissão jornalista é preciso ser humano, solidário, responsável pelo o que se escreve e se diz", argumenta Alessandra Silvério. Ainda de acordo com a autora do artigo, não cabe ao jornalista o papel de julgar ou condenar, e sim o de informar com responsabilidade sobre a verdade.

Acesse o artigo na íntegra

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