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Destaques

Coronavírus e Saúde Pública: O momento não pede negação nem omissão | Ben Oliveira

Me tirar do sério não é fácil. Tenho mais de 8 anos de prática de yoga e uma paciência quase infinita. Mas quando se trata do que tem acontecido nos últimos tempos, impossível seria me silenciar.


Para começar: muitas pessoas religiosas e espiritualizadas acham erradamente que cultivar a não-violência é se silenciar diante do caos que esse DesPresidente tem causado. Não poderiam estar mais errados, afinal, ser omisso à violência é uma forma de aumentá-la.

O momento não pede negação nem omissão. Os brasileiros elegeram um homem sem empatia, que sempre se demonstrou ser frio, manipulador e ignorante.

Sim, ele é um reflexo de muitos que não tiveram acesso à educação ou desprezam a intelectualidade, mas é também alguém que não está colocando só a própria vida em perigo, mas de milhares de brasileiros ao ignorar as recomendações de saúde, protocolos de pesquisas com medicamentos e conhecimentos BÁSICOS de saúde: qualquer pessoa que tenha um conhecimento raso de biologia, química e estatísti…

Cyberpunks: Anarquia Digital

Os cyberpunks são os grandes representantes da cibercultura. Para André Lemos, os cyberpunks acreditam que a rede é livre e portanto, o conteúdo deve ser de livre acesso e a privacidade pode ser tratado como um direito quase que inexistente.

O pesquisador nomeia os cyberpunks com o termo: “outsiders”: aqueles que estão fora das regras impostas pela sociedade; visionários da tecnologia; produtos de um mundo tecnológico que transformou o produto real em virtual. Estes buscam utilizar as ferramentas fornecidas pelo mundo virtual para a disponibilização do máximo de informações possíveis, pois eles são contra o segredo e o acúmulo da informação.

A filosofia dos cyberpunks é a de autonomia, do “faça-você-mesmo”. Lemos explica que as características destes punks do ciberespaço estão presentes na música, moda, design, cinema etc. É fundamental mencionar que estes amantes da tecnologia são apoiadores do copyleft, “tudo pode ser copiado”.

O termo ‘cyberpunk’ começou a ser usado nos anos 80 e apareceu pela primeira vez no romance de ficção científica Neuromancer, escrito por William Gibson, lançado em 1984. Muitas livros de ficções com temas futurísticos escritas há alguns anos, atualmente fazem parte da nossa realidade.

Lemos diz que os hackers são considerados os cyberpunks reais. Eles foram os responsáveis pelo nascimento da informática e diferente do que muitos pensam, os primeiros hackers queriam descobrir as falhas dos sistemas de grandes empresas e instituições governamentais. Os hackers também são muito curiosos e adoram desvendar mistérios, característica visível nos integrantes no ciberespaço.

Novas medidas devem ser tomadas em relação à privacidade e aos direitos autorais no ciberespaço. É necessário que as leis sejam revisadas e os usuários tenham suas informações protegidas, diferente do que os cyberpunks pensam nem tudo deve ser de livre acesso, porém as leis autorais também devem ser menos restritas, no que concerne aos downloads 'ilegais'.

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