Pular para o conteúdo principal

Destaques

5 Razões para ler Escrita Maldita – Ben Oliveira

Escrita Maldita é uma obra que mergulha no suspense e no horror psicológico, explorando os limites da sanidade e o peso de segredos sombrios. Se você gosta de narrativas que prendem do início ao fim com uma atmosfera tensa, aqui estão cinco razões para ler este livro: 1. Mergulho no Horror Psicológico O livro não se apoia apenas em sustos fáceis; ele constrói uma tensão crescente que mexe com o psicológico do leitor. A narrativa explora como o medo e o isolamento podem distorcer a percepção da realidade, criando uma experiência imersiva e desconfortável (no bom sentido para fãs do gênero). 2. Estilo de Escrita Ágil e Envolvente A escrita de Ben Oliveira é direta e rítmica, o que facilita uma leitura fluida. Os capítulos costumam terminar com ganchos que instigam a curiosidade, tornando-o aquele tipo de livro difícil de largar antes de descobrir o próximo desdobramento da trama. 3. Atmosfera de Mistério Clássico Há uma reverência clara aos clássicos do suspense. A obra utiliza elemento...

Cyberpunks: Anarquia Digital

Os cyberpunks são os grandes representantes da cibercultura. Para André Lemos, os cyberpunks acreditam que a rede é livre e portanto, o conteúdo deve ser de livre acesso e a privacidade pode ser tratado como um direito quase que inexistente.

O pesquisador nomeia os cyberpunks com o termo: “outsiders”: aqueles que estão fora das regras impostas pela sociedade; visionários da tecnologia; produtos de um mundo tecnológico que transformou o produto real em virtual. Estes buscam utilizar as ferramentas fornecidas pelo mundo virtual para a disponibilização do máximo de informações possíveis, pois eles são contra o segredo e o acúmulo da informação.

A filosofia dos cyberpunks é a de autonomia, do “faça-você-mesmo”. Lemos explica que as características destes punks do ciberespaço estão presentes na música, moda, design, cinema etc. É fundamental mencionar que estes amantes da tecnologia são apoiadores do copyleft, “tudo pode ser copiado”.

O termo ‘cyberpunk’ começou a ser usado nos anos 80 e apareceu pela primeira vez no romance de ficção científica Neuromancer, escrito por William Gibson, lançado em 1984. Muitas livros de ficções com temas futurísticos escritas há alguns anos, atualmente fazem parte da nossa realidade.

Lemos diz que os hackers são considerados os cyberpunks reais. Eles foram os responsáveis pelo nascimento da informática e diferente do que muitos pensam, os primeiros hackers queriam descobrir as falhas dos sistemas de grandes empresas e instituições governamentais. Os hackers também são muito curiosos e adoram desvendar mistérios, característica visível nos integrantes no ciberespaço.

Novas medidas devem ser tomadas em relação à privacidade e aos direitos autorais no ciberespaço. É necessário que as leis sejam revisadas e os usuários tenham suas informações protegidas, diferente do que os cyberpunks pensam nem tudo deve ser de livre acesso, porém as leis autorais também devem ser menos restritas, no que concerne aos downloads 'ilegais'.

Mais lidas da semana