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Destaques

Assista Gatos recriando filmes clássicos de terror

Clássicos do cinema de terror serviram de inspiração para um vídeo de conscientização de adoção de gatos publicado pelo Mashable . Embora tenha sido lançado no Halloween de 2015, a mensagem permanece importante levando em conta a quantidade de gatos abandonados pelo mundo. “O verdadeiro horror é que muitos gatos precisam de um lar. Para ajudar, e você está procurando se tornar voluntário, doar ou adotar, visite um abrigo de animais perto de você” – Mashable Assista ao vídeo Gatinhos Adoráveis Recriam Filmes Clássicos de Terror (Adorable Kittens Recreate Classic Horror Films): Para quem ficou curioso e não sabia, dos quatro filmes, três foram adaptações para o cinema de livros e o outro tem uma obra com curiosidades sobre os seus bastidores: O Iluminado, O Massacre da Serra Elétrica, Psicose e Carrie. Fundada em 1866, a ASPCA tem como missão a prevenção da crueldade contra animais nos Estados Unidos. Livros relacionados aos filmes que serviram de inspiração para o vídeo: O Iluminado (

O espírito da Cibercultura: despesa improdutiva

Em seu livro: 'Cibercultura, Tecnologia e Vida Social na Cultura Contemporânea', o pesquisador André Lemos fala sobre o excesso de informação causado pela popularização da internet. Ele argumenta que o escritor francês Georges Bataillle dizia que a "sociedade só existe se deixar um espaço reservado para despesas improdutivas, para perdas e excessos".

De acordo com Lemos, é possível observar na cibercultura vários exemplos de frivolidades, "uma despesa excessiva, não acumulativa e irracional de bits".
- Dançar por horas em festas tecno;
- Viajar por vínculos banais (sem originalidade) e efêmeros (de pouca duração) do ciberespaço;
- Produzir vírus;
- Penetrar sistemas de computador;
- Trocar informação frívola em bate-papos e grupos sistemáticos.

André Lemos explica que os cyberpunks tentam disponibilizar o máximo de informações possíveis, muitas vezes, de forma excessiva, pois estes são contra o segredo e a acumulação da informação. "Os cyberpunks propõem a orgia de dados, a dança de bits pelo ciberespaço, a contaminação improdutiva de vírus, o transe, a colagem, as piratarias", ressalta.

No texto também fala-se sobre o cybernanthrope, que de acordo com o sociólogo francês Henri Lefebvre, seria um humano robotizado. Lemos explica que para Lefebvre o cybernanthrope é: "o tecnocrata preso a uma fascinação cega pela técnica a a sua correlata racionalista instrumental". O robô seria como um reflexo do cybernanthrope, mas não ele próprio.

O pesquisador ainda explica que o cybernanthrope é o oposto do cyberpunk, pois aquele quer o controle, a restrição, a estabilidade. "Ele é asséptico, austero, objetivo, racional", argumenta. Já o cyberpunk é mais radical e acredita que se não se pode escapar ao mundo tecnológico, devemos tornar as tecnologias ferramentas de prazer, de comunicação e de conhecimento. "As novas tecnologias da cibercultura devem nos ajudar a fazer diariamente de nossa vida uma obra de arte, aqui e agora; a tecnologia deve tornar-se um instrumento fundamental de compartilhamento de experiências, de prazer estético e de buscar de informação multimodal e multidirecional".

Para finalizar, o autor do livro argumenta que não existe um sistema tecnológico que aniquile a vida social.

Confira o texto na íntegra

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