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Destaques

O Mundo de Lore: Livro sobre folclore sombrio será publicado pela DarkSide

Quando assisti à primeira temporada da série Lore na Amazon Prime Video, além de descobrir mais informações sobre o criador do podcastAaron Mahnke, também soube que as histórias, lendas e folclores seriam publicados em livros. O Mundo de Lore: Criaturas Monstruosas (The World of Lore: Monstrous Creatures) será publicado pela editora DarkSide Books em edição de capa dura.


A edição traduzida do primeiro livro de O Mundo de Lore será lançada no dia 27 de fevereiro de 2019. Espero que o livro faça sucesso por aqui e a editora publique as outras duas obras do Mundo de Lore: Wicked Mortals e Dreadful Places. O livro, de 256 páginas, traz ilustrações do designer e artista freelancer, M. S. Corley.

Para quem ficou interessado, O Mundo de Lore: Criaturas Monstruosas já está em pré-venda na Amazon: https://amzn.to/2UUqKCU

Ainda não assisti à 2ª temporada de Lore, mas tenho curiosidade. É o tipo de série que traz curiosidades e entretém ao mesmo tempo. Também acho legal a participação direta do…

Informação e sociabilidade no Orkut

Com o objetivo de estudar as relações de sociabilidade existentes nas comunidades do Orkut, Júlio Afonso Sá de Pinho Neto escreveu o artigo: "Informação e sociabilidade nas comunidades virtuais: um estudo sobre o Orkut". O autor do trabalho publicado em 2010 é Professor do Departamento de Comunicação e do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação da Universidade Federal da Paraíba.

Através de um estudo de caso da comunidade "João Pessoa", pertencente à categoria Cidades e Bairros, o pesquisador realizou encontros presenciais com os participantes da comunidade, para verificar os dados obtidos virtualmente e presencialmente. A pesquisa buscou investigar na comunidade especificada se a troca de informações nas redes socias representa um novo local de sociailidade, capaz de produzir a democratização do acesso à informação.

O pesquisador explica que o Orkut foi escolhido por ser a rede social com maior número de usuários brasileiros. A pesquisa utilizada foi a qualitativa e a observação foi feita seguindo dois procedimentos: aproximação com o público-alvo da pesquisa e participação e análise dos tópicos do fórum da comunidade.

Confira abaixo algumas conclusões do pesquisador:

- Os mecanismos encontrados na página dos usuários, como descrição do perfil, quantidade de amigos, número de depoimentos, albúns de fotos, facilitam uma construção virtual de si mesmo tendo como referência os padrões estéticos da atual sociedade de consumo;

- “A descrição do perfil representa para o usuário uma preocupação em atender as expectativas de todos aqueles terão acesso à sua página pessoal na tentativa de avaliar sua identidade”;

- A escolha de comunidades não tem como objetivo primário a obtenção de informações e conhecimento ou a discussão de temas temas controversos e de importância para a vida social e política, mas apenas evidenciar hábitos, comportamentos, atitudes, preferências e traços de personalidade. A comunidade “João Pessoa” possui mais de 66 mil integrantes, mas o número de usuários que participam ativamente do fórum é insignificante, em torno de no máximo 100 pessoas;

- A superficialidade e banalidade dos conteúdos inviabiliza a prática do debate;

- A qualidade dos tópicos geralmente é mantida através dos moderadores (organizam e garantem o bom andamento ético e operacional das discussões presentes no fórum), tópicos fixos (evitam a abertura indiscriminada de novos tópicos) e temporários. “Isto por si só já é uma prova inconteste de que o excesso de informações ameaça a possibilidade do debate e da reflexão nessas comunidades”;

- Os insatisfeitos com o modelo de gestão da comunidade acabam criando outras comunidades de igual interesse, o que fragmenta a proposta da comunidade em estudo: manter uma rede de relacionamento com os habitantes da cidade de João Pessoa;

- “Estes atuais recursos tecnológicos voltados para a informação são plenos em novas possibilidades, mas pecam por não estarem, na grande maioria das vezes, inseridos em uma política de gestão e uso da informação capaz de provocar transformação e mudança social”.

Acesse o artigo na íntegra

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