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Destaques

Resenha: Corpos Ocultos – Caroline Kepnes

Segundo livro da série Você (YOU) , adaptada para a Netflix ,  Corpos Ocultos (Hidden Bodies) narra a mudança do psicopata Joe Goldberg de Nova Iorque para Los Angeles e tem uma pegada mais ácida e mais fluida do que o primeiro livro. No Brasil, o livro da Caroline Kepnes foi traduzido por Ryta Vinagre e publicado pela Editora Rocco , em 2019. Compre o livro Corpos Ocultos (Caroline Kepnes):  https://amzn.to/3o64zLs Embora a ficção não seja parâmetro para acompanhar o desenvolvimento de serial killers , Corpos Ocultos revela tanto os padrões de comportamento de Joe e as similaridades e diferenças entre as mulheres por quem ele fica obcecado, como o perigoso fascínio que assassinos desenvolvem quando cometem seus crimes, escapam impunes e seja por necessidade ou prazer, se sentem no controle a ponto de repetirem seus atos. Perseguidor e possessivo, entre os gatilhos para o modo de agir violento de Joe está a rejeição por figuras femininas pelas quais ele desenvolve uma paixão obsessiv

"Você é um pirata?"

Com a indagação: "Sim, eu sou um pirata e você?", o especialista em segurança de redes e computadores Alberto J. Azevedo iniciou sua palestra no dia 20 de janeiro de 2011 na Campus Party Brasil, onde o foco central foi a pirataria.

Azevedo falou sobre as associações de produtoras, gravadoras, editoras, que se associam para promover eventos, para a defesa do que elas consideram como seus direitos, como por exemplo, ECAD (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição), ABPD (Associação Brasileira de Produtores de Disco) e RIAA (Recording Industry Association of America).

O Lobby, DRM (Restrição de Direitos Digitais), propaganda sensacionalista, distorção de fatos, táticas alarmistas, vigilância, são algumas formas dessas associações tentarem controlar os produtos comprados e interferirem na liberdade de compartilhamento dos mesmos, explica o especialista.

"O artista não vive de venda de discos, ele vive de fazer show, publicidade e eventos", argumenta Azevedo sobre os fatos distorcidos pela indústria fonográfica, e destaca a importância da leitura crítica dos conteúdos divulgados contra a pirataria. O palestrante falou a respeito de uma pesquisa realizada pelo Governo dos Estados Unidos que afirma ser impossível calcular com precisão os prejuízos causados pela pirataria, portanto quando esses os números são divulgados, muitas vezes, são exagerados.

De acorco com Alberto J. Azevedo, se você empresta livros para mais de duas pessoas, faz download de mp3 ou realiza uma festa com reprodução de música em um salão com mais de 30 metros e não paga ao ECAD pela reprodução destas, você é considerado um pirata. "Vocês são piratas porque ajudaram a proteger um modelo falido. As indústrias querem ganhar dinheiro da mesma forma que ganhavam. Tudo mudou, as indústrias mudaram, menos as indústrias de música, livros e filmes", aponta.

"A lei é soberana, mas deveria?", questiona Azevedo em relação às leis absurdas e antigas, mas que ainda estão em vigência. "Compartilhar não é crime! Eu tenho o direito de compartilhar o que é meu sem fins lucrativos, ou deveria ter", justifica.

Vídeo da palestra

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