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Destaques

Dose de Estudo

Dose de estudo. Às vezes, tudo o que você precisa é de uma dose de estudo para preencher o seu tempo. Ia adicionando o hábito até se tornar algo natural. Perdera a conta de quanto tinha sido a última vez que havia levado os estudos tão a sério. Desta vez, estava disposto a ir além e se organizar para estudar diariamente. Estudava para transformar a vida. Estudava para buscar algo melhor. Estudava. Dia após dia, tirava um tempo para estudar, até que tudo se tornasse tão natural como a luz do dia.  Gostava de quando estudava a medida certa, sempre o suficiente para deixar com vontade de mais, mas não pouco o suficiente para sentir falta. Ia estudando, até encontrar o próprio ritmo, consciente de que o que funcionava para uns, poderia não funcionar para os outros. Consciente de que tudo estava acontecendo no lugar certo e na hora certa, que dentro de alguns meses, ia se perder e se encontrar nos estudos.  *Ben Oliveira é escritor, formado em jornalismo . Autor do livro de terror...

Cartilha para jornalistas orienta como abordar o suicídio

A jornalista Ariane Fonseca escreveu em seu blog 'Diário de um repórter' um post sobre uma cartilha desenvolvida pela ABP (Associação Brasileira de Psiquiatria), em 2009, que contém orientações sobre a melhor forma de abordar o suicídio na imprensa, de preservar o direito à informação e colaborar para a prevenção. Gostei da cartilha e resolvi compartilhá-la aqui: "Comportamento suicida: Conhecer para prevenir" - dirigida para profissionais da imprensa.

Segundo a cartilha, noticiar suicídios traz o dilema de como informar, sem provocar danos. Os autores argumentam que muitos veículos de comunicação optam por não divulgar o suicídio, pois a veiculação inapropriada deste poderia estimular outros atos.

Com o objetivo de fortalecer uma parceria entre psiquiatras e jornalistas, a cartilha traz dicas de como informar, e se possível, auxiliar a população exposta ou sob risco de suicídio. Além de trazer dados numéricos importantes de cidades brasileiras que possuem alto coeficiente de suicídio e expor os transtornos mentais que são fatores de risco. "A população seria muito beneficiada se fosse informada a esse respeito: como reconhecer uma doença mental, quais os tratamentos disponíveis, sua efetividade, e onde obter apoio emocional. Provavelmente, muitos seriam encorajados a procurar ajuda", justifica.

* Dica importante sugerida na cartilha: criar na reportagem um quadro com as principais características de transtornos mentais, seus impactos sobre os indivíduos e endereços onde abter ajuda.

Cartilha para jornalistas: como abordar o suicídio na mídia

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