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Destaques

MEC Livros: Biblioteca digital deveria ter sido criada antes

A MEC Livros causou uma onda de entusiasmo entre leitores. A verdade é que a biblioteca digital poderia ter sido criada muito antes. Isso não só reduziria a pirataria, como aumentaria o acesso aos livros de forma legal e segura. Demorou para ser criada, mas pelo menos foi criada. Há muitas especulações sobre os títulos que serão adicionados. Supostamente milhares de livros.  Assim como uma biblioteca, os livros funcionam com reserva: não são todos livros que estão disponíveis na hora. O mais legal nisso tudo é que os autores poderão ver suas obras chegando ao público leitor e ficar por dentro do que tem feito sucesso. Para muitos escritores, a MEC Livros representa um sonho. O sonho de poder fazer sua obra circular pelo Brasil inteiro e alcançar aqueles leitores que, muitas vezes, pedem cópia do livro, mas não têm interesse em comprar. Tudo ainda é muito recente, mas levando em conta o sucesso de outras bibliotecas digitais, como a BibliOn, é bem possível que a MEC Livros faça mui...

Cartilha para jornalistas orienta como abordar o suicídio

A jornalista Ariane Fonseca escreveu em seu blog 'Diário de um repórter' um post sobre uma cartilha desenvolvida pela ABP (Associação Brasileira de Psiquiatria), em 2009, que contém orientações sobre a melhor forma de abordar o suicídio na imprensa, de preservar o direito à informação e colaborar para a prevenção. Gostei da cartilha e resolvi compartilhá-la aqui: "Comportamento suicida: Conhecer para prevenir" - dirigida para profissionais da imprensa.

Segundo a cartilha, noticiar suicídios traz o dilema de como informar, sem provocar danos. Os autores argumentam que muitos veículos de comunicação optam por não divulgar o suicídio, pois a veiculação inapropriada deste poderia estimular outros atos.

Com o objetivo de fortalecer uma parceria entre psiquiatras e jornalistas, a cartilha traz dicas de como informar, e se possível, auxiliar a população exposta ou sob risco de suicídio. Além de trazer dados numéricos importantes de cidades brasileiras que possuem alto coeficiente de suicídio e expor os transtornos mentais que são fatores de risco. "A população seria muito beneficiada se fosse informada a esse respeito: como reconhecer uma doença mental, quais os tratamentos disponíveis, sua efetividade, e onde obter apoio emocional. Provavelmente, muitos seriam encorajados a procurar ajuda", justifica.

* Dica importante sugerida na cartilha: criar na reportagem um quadro com as principais características de transtornos mentais, seus impactos sobre os indivíduos e endereços onde abter ajuda.

Cartilha para jornalistas: como abordar o suicídio na mídia

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