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Twin Flames: Das escolhas quando o juramento de amor e proteção se torna tóxico

Twin Flames são lindas nos livros, filmes, séries, músicas e demais expressões artísticas. Na vida real, no entanto, elas podem te levar ao céu e ao inferno em questão de minutos. Uma conexão de vidas passadas, presente e futuras; um casal destinado a se reencontrar de novo e de novo, até evoluírem na jornada espiritual, ficarem juntos novamente ou finalmente romperem o contrato de alma. Como cão e gato, um dos dois segue o outro; depois, o papel se inverte: caça vira caçador. Uma jornada intensa, complexa, repleta de emoções intensas capazes de te salvar nos dias sombrios e te proteger do mundo, afastando pessoas que podem te machucar ou com intenções ocultas; porém, nos dias de luz, a menos que estejam na fase de união, a fase de distanciamento pode quase te enlouquecer ao esperar uma reconciliação que pode levar anos ou nunca vir – especialmente, quando uma das duas decide se afastar intencionalmente e te ignorar, mas ao mesmo tempo, não consegue romper a conexão espiritual entre vo

Cartilha para jornalistas orienta como abordar o suicídio

A jornalista Ariane Fonseca escreveu em seu blog 'Diário de um repórter' um post sobre uma cartilha desenvolvida pela ABP (Associação Brasileira de Psiquiatria), em 2009, que contém orientações sobre a melhor forma de abordar o suicídio na imprensa, de preservar o direito à informação e colaborar para a prevenção. Gostei da cartilha e resolvi compartilhá-la aqui: "Comportamento suicida: Conhecer para prevenir" - dirigida para profissionais da imprensa.

Segundo a cartilha, noticiar suicídios traz o dilema de como informar, sem provocar danos. Os autores argumentam que muitos veículos de comunicação optam por não divulgar o suicídio, pois a veiculação inapropriada deste poderia estimular outros atos.

Com o objetivo de fortalecer uma parceria entre psiquiatras e jornalistas, a cartilha traz dicas de como informar, e se possível, auxiliar a população exposta ou sob risco de suicídio. Além de trazer dados numéricos importantes de cidades brasileiras que possuem alto coeficiente de suicídio e expor os transtornos mentais que são fatores de risco. "A população seria muito beneficiada se fosse informada a esse respeito: como reconhecer uma doença mental, quais os tratamentos disponíveis, sua efetividade, e onde obter apoio emocional. Provavelmente, muitos seriam encorajados a procurar ajuda", justifica.

* Dica importante sugerida na cartilha: criar na reportagem um quadro com as principais características de transtornos mentais, seus impactos sobre os indivíduos e endereços onde abter ajuda.

Cartilha para jornalistas: como abordar o suicídio na mídia

Comentários

  1. Dê uma olhada nisto, é original e "interessante", uma paranóia entitulada "Tratado sobre o Suicídio", escrito por um doente mental durante crise de pânico e depressão:

    http://progcomdoisneuronios.blogspot.com/2011/01/tratado-sobre-o-suicidio.html

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