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Destaques

Desbloqueio

Após uma série de ciclos que chegaram ao fim, se viu diante da carência, aquela mesma que fizeram esquecer tudo de errado que o outro havia feito. Por alguns segundos, se viu encarando o contato do outro e quando se deu conta: o desbloqueio. A verdade era que se havia sido bloqueado em primeiro lugar, havia um motivo para isso. Porém, a mente sempre esperando que o outro poderia mudar e que as coisas poderiam ser diferentes, às vezes, tomava conta de tudo em um processo de autossabotagem.  Uma vez que o número era desbloqueado e não tinha o contato salvo no celular, ele simplesmente desaparecia e se tornava quase uma missão impossível bloquear novamente. Tudo o que poderia torcer era para que o outro fizesse contato: não porque queria conversar, mas porque precisava consertar as coisas. Depois de tantos meses sem se falarem, como conseguir dizer com todas letras que já não via mais sentido em continuar tentando um relacionamento com alguém que não via problemas no próprio comportam...

Cartilha para jornalistas orienta como abordar o suicídio

A jornalista Ariane Fonseca escreveu em seu blog 'Diário de um repórter' um post sobre uma cartilha desenvolvida pela ABP (Associação Brasileira de Psiquiatria), em 2009, que contém orientações sobre a melhor forma de abordar o suicídio na imprensa, de preservar o direito à informação e colaborar para a prevenção. Gostei da cartilha e resolvi compartilhá-la aqui: "Comportamento suicida: Conhecer para prevenir" - dirigida para profissionais da imprensa.

Segundo a cartilha, noticiar suicídios traz o dilema de como informar, sem provocar danos. Os autores argumentam que muitos veículos de comunicação optam por não divulgar o suicídio, pois a veiculação inapropriada deste poderia estimular outros atos.

Com o objetivo de fortalecer uma parceria entre psiquiatras e jornalistas, a cartilha traz dicas de como informar, e se possível, auxiliar a população exposta ou sob risco de suicídio. Além de trazer dados numéricos importantes de cidades brasileiras que possuem alto coeficiente de suicídio e expor os transtornos mentais que são fatores de risco. "A população seria muito beneficiada se fosse informada a esse respeito: como reconhecer uma doença mental, quais os tratamentos disponíveis, sua efetividade, e onde obter apoio emocional. Provavelmente, muitos seriam encorajados a procurar ajuda", justifica.

* Dica importante sugerida na cartilha: criar na reportagem um quadro com as principais características de transtornos mentais, seus impactos sobre os indivíduos e endereços onde abter ajuda.

Cartilha para jornalistas: como abordar o suicídio na mídia

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