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Destaques

Passarinha: Livro sobre garota autista e seu pai lidando com o luto

Uma garota pré-adolescente no espectro autista (Síndrome de Asperger) chamada Caitlin perde o irmão em um tiroteio na escola e, além da dificuldade de entender e ser entendida pelos outros no colégio, ela tenta ajudar o pai a superar a morte de Devon. Assim é a trama do livro Passarinha (Mockingbird), da escritoraKathryn Erskine, publicado no Brasil pela Editora Valentina, em 2013.

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Acredito muito no poder da literatura de entreter, informar e conscientizar sobre temas que nem sempre são abordados de forma suficiente na mídia ou que não são tão humanizados – a ficção ajuda com a empatia. Livros como Passarinha, A Diferença Invisível e Em Algum Lugar nas Estrelas deveriam ser trabalhados em salas de aula, levando em conta questões que vão além da literatura e ajudam na reflexão sobre inclusão social, amizade e relacionamentos de pessoas no espectro autista.

Narrado em primeira pessoa pela Caitlin, o livro Passarinha to…

Cartilha para jornalistas orienta como abordar o suicídio

A jornalista Ariane Fonseca escreveu em seu blog 'Diário de um repórter' um post sobre uma cartilha desenvolvida pela ABP (Associação Brasileira de Psiquiatria), em 2009, que contém orientações sobre a melhor forma de abordar o suicídio na imprensa, de preservar o direito à informação e colaborar para a prevenção. Gostei da cartilha e resolvi compartilhá-la aqui: "Comportamento suicida: Conhecer para prevenir" - dirigida para profissionais da imprensa.

Segundo a cartilha, noticiar suicídios traz o dilema de como informar, sem provocar danos. Os autores argumentam que muitos veículos de comunicação optam por não divulgar o suicídio, pois a veiculação inapropriada deste poderia estimular outros atos.

Com o objetivo de fortalecer uma parceria entre psiquiatras e jornalistas, a cartilha traz dicas de como informar, e se possível, auxiliar a população exposta ou sob risco de suicídio. Além de trazer dados numéricos importantes de cidades brasileiras que possuem alto coeficiente de suicídio e expor os transtornos mentais que são fatores de risco. "A população seria muito beneficiada se fosse informada a esse respeito: como reconhecer uma doença mental, quais os tratamentos disponíveis, sua efetividade, e onde obter apoio emocional. Provavelmente, muitos seriam encorajados a procurar ajuda", justifica.

* Dica importante sugerida na cartilha: criar na reportagem um quadro com as principais características de transtornos mentais, seus impactos sobre os indivíduos e endereços onde abter ajuda.

Cartilha para jornalistas: como abordar o suicídio na mídia

Comentários

  1. Dê uma olhada nisto, é original e "interessante", uma paranóia entitulada "Tratado sobre o Suicídio", escrito por um doente mental durante crise de pânico e depressão:

    http://progcomdoisneuronios.blogspot.com/2011/01/tratado-sobre-o-suicidio.html

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