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Destaques

Resenha: Flores para Algernon – Daniel Keyes

Nossas percepções do mundo são moldadas por nossas habilidades cognitivas, o que, muitas vezes, também formam a visão que os outros têm de nós, especialmente em sociedades em que as pessoas têm dificuldade de ter empatia e respeito por pessoas diferentes. No livro Flores para Algernon (Flowers for Algernon), o escritor Daniel Keyes narra a história de Charlie, um rapaz com deficiência intelectual grave (no livro descrito como retardo mental) que é convidado a participar de uma cirurgia capaz de aumentar seu quociente de inteligência. No Brasil, a obra foi publicada pela Editora Aleph, em 2018, com tradução de Luisa Geisler.


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Flores para Algernon é uma leitura desconfortável, já que à medida que o personagem principal toma consciência da maneira que ele é tratado pelos outros, é difícil não sentir sua dor e refletir sobre como o preconceito e a discriminação estão enraizados na sociedade.

Quem você se torna quand…

Estudantes de Jornalismo da UCDB debatem sobre o Mercado de Trabalho

Com os propósitos de interagir, debater idéias, divulgar eventos e oportunidades de estágio e emprego na área com os estudantes de jornalismo, egressos e docentes da Universidade Católica Dom Bosco (UCDB) de Campo Grande (MS), bem como de outras instituições de ensino superior, no dia 11 de abril criei no Facebook o grupo de Jornalismo UCDB .

O grupo foi criado há mais de uma semana e já está surtindo os resultados esperados. Compartilhar links, vídeos, textos e imagens, e levar discussões sobre o jornalismo para fora da universidade é uma das propostas do grupo de Jornalismo UCDB.

Mercado de trabalho

No dia 18 de abril, compartilhei uma notícia publicada pelo Comunique-se, no dia 17 de abril, sobre a demissão de 243 jornalistas brasileiros, no período de quatro meses. A jornalista do Comunique-se Izabela Vasconcelos apontou um fato intrigante e que merece ser discutido. "Em muitos casos, os profissionais não serão substituídos, já que as demissões ocorreram por cortes orçamentários". A informação gerou a discussão no Grupo sobre a questão da inserção no mercado de trabalho, cada vez mais competitivo, de estagiários e profissionais por meio de processos seletivos, em que, geralmente, o candidato que conhece alguém, o popular Q.I. (Quem Indica), tem mais chances de conseguir a vaga, do que os outros participantes.

O estudante de jornalismo Luis Augusto Akasaki opinou sobre a necessidade da capacitação e do fortalecimento de poder intelectual em um mercado de trabalho que com o passar do tempo fica mais enxuto e competitivo. Akasaki também escreveu em seu blog sobre a discussão.

Uma das participantes do Grupo estava visivelmente chateada, pois participou de um processo seletivo, em que um candidato que tinha quem indicasse, mesmo sendo menos habilitado para a vaga, foi selecionado.

Pensando nisto, deixo algumas reflexões: Até que ponto é gratificante conseguir uma vaga sem merecimento? Qual será a qualidade do jornalismo, se ainda entram no mercado de trabalho pessoas indicadas, mas sem a capacitação necessária? O que é mais importante para a sociedade: uma imprensa que reflita sobre os acontecimentos e seus impactos ou que somente reproduza os fatos?

Participe do grupo 

Comentários

  1. Muito bom o texto bem, e valew por ter publicado a notícia que gerou toda essa discussão, fazendo com que nós participantes do grupo de jornalismo no facebook, refletíssemos sobre o tema!

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