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Destaques

Antraz: Documentário da Netflix revela investigações feitas pelo FBI durante anos

Um pouco após os atentados terroristas contra as torres gêmeas, em Nova Iorque, Estados Unidos, no 11 de setembro de 2001, uma ameaça de antraz colocou as autoridades, como o FBI em alerta, e espalhou pânico nos norte-americanos devido à facilidade de se espalhar sem as pessoas saberem.  Dirigido e roteirizado por Dan Krauss e produzido pela Netflix e pela BBC, 21 anos após o ataque e o primeiro caso de circulação do antraz, o documentário Antraz: EUA Sob Ataque (The Anthrax Attacks) leva o telespectador para as investigações do FBI que duraram anos. O que a princípio foi alvo de muita pressão para a solução do caso, principalmente pelo medo dos norte-americanos do esporo da bactéria continuar se espalhando pelas cartas e fazendo mais pessoas adoecerem e/ou morrerem, logo foi caindo no esquecimento conforme as investigações desenrolavam fora dos holofotes.  Com a proximidade do caso do ataque às torres gêmeas, à primeira vista, o pânico generalizado fez com quem os norte-americanos

Estudantes de Jornalismo da UCDB debatem sobre o Mercado de Trabalho

Com os propósitos de interagir, debater idéias, divulgar eventos e oportunidades de estágio e emprego na área com os estudantes de jornalismo, egressos e docentes da Universidade Católica Dom Bosco (UCDB) de Campo Grande (MS), bem como de outras instituições de ensino superior, no dia 11 de abril criei no Facebook o grupo de Jornalismo UCDB .

O grupo foi criado há mais de uma semana e já está surtindo os resultados esperados. Compartilhar links, vídeos, textos e imagens, e levar discussões sobre o jornalismo para fora da universidade é uma das propostas do grupo de Jornalismo UCDB.

Mercado de trabalho

No dia 18 de abril, compartilhei uma notícia publicada pelo Comunique-se, no dia 17 de abril, sobre a demissão de 243 jornalistas brasileiros, no período de quatro meses. A jornalista do Comunique-se Izabela Vasconcelos apontou um fato intrigante e que merece ser discutido. "Em muitos casos, os profissionais não serão substituídos, já que as demissões ocorreram por cortes orçamentários". A informação gerou a discussão no Grupo sobre a questão da inserção no mercado de trabalho, cada vez mais competitivo, de estagiários e profissionais por meio de processos seletivos, em que, geralmente, o candidato que conhece alguém, o popular Q.I. (Quem Indica), tem mais chances de conseguir a vaga, do que os outros participantes.

O estudante de jornalismo Luis Augusto Akasaki opinou sobre a necessidade da capacitação e do fortalecimento de poder intelectual em um mercado de trabalho que com o passar do tempo fica mais enxuto e competitivo. Akasaki também escreveu em seu blog sobre a discussão.

Uma das participantes do Grupo estava visivelmente chateada, pois participou de um processo seletivo, em que um candidato que tinha quem indicasse, mesmo sendo menos habilitado para a vaga, foi selecionado.

Pensando nisto, deixo algumas reflexões: Até que ponto é gratificante conseguir uma vaga sem merecimento? Qual será a qualidade do jornalismo, se ainda entram no mercado de trabalho pessoas indicadas, mas sem a capacitação necessária? O que é mais importante para a sociedade: uma imprensa que reflita sobre os acontecimentos e seus impactos ou que somente reproduza os fatos?

Participe do grupo 

Comentários

  1. Muito bom o texto bem, e valew por ter publicado a notícia que gerou toda essa discussão, fazendo com que nós participantes do grupo de jornalismo no facebook, refletíssemos sobre o tema!

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