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Destaques

Antraz: Documentário da Netflix revela investigações feitas pelo FBI durante anos

Um pouco após os atentados terroristas contra as torres gêmeas, em Nova Iorque, Estados Unidos, no 11 de setembro de 2001, uma ameaça de antraz colocou as autoridades, como o FBI em alerta, e espalhou pânico nos norte-americanos devido à facilidade de se espalhar sem as pessoas saberem.  Dirigido e roteirizado por Dan Krauss e produzido pela Netflix e pela BBC, 21 anos após o ataque e o primeiro caso de circulação do antraz, o documentário Antraz: EUA Sob Ataque (The Anthrax Attacks) leva o telespectador para as investigações do FBI que duraram anos. O que a princípio foi alvo de muita pressão para a solução do caso, principalmente pelo medo dos norte-americanos do esporo da bactéria continuar se espalhando pelas cartas e fazendo mais pessoas adoecerem e/ou morrerem, logo foi caindo no esquecimento conforme as investigações desenrolavam fora dos holofotes.  Com a proximidade do caso do ataque às torres gêmeas, à primeira vista, o pânico generalizado fez com quem os norte-americanos

O Sucesso dos Tablets: Era Pós-PC

A reportagem do jornalista Bruno Ferrari "É como brinquedo de criança", publicada na revista Época, edição nº 675, em 25 de abril de 2011, aborda os tablets, suas facilidades e praticidades do uso, tanto pelas crianças que estão nascendo em uma era em que a presença digital é cada vez mais abundante e natural, quanto aos adultos que estão substituindo os computadores de mesa e notebooks pelos tablets. Para Ferrari, em um futuro próximo os computadores pessoais serão destinados às 'tarefas esporádicas e específicas'.

Ainda de acordo com o jornalista, após o lançamento do iPad, tablet da Apple, em janeiro de 2010 deu-se início a era pós-PC. De dispositivo eletrônico menosprezado a sucesso de vendas, o iPad tornou-se modelo de inspiração para outros aparelhos. "O sucesso do iPad gerou uma corrida dos concorrentes para lançar seus próprios tablets", conta Ferrari.

O jornalista relata diversos usos dos tablets e como eles estão substituindo os computadores pessoais em empresas e na vida pessoal, por exemplo, com a substituição de informações impressas pelas digitais, como forma de economizar os gastos com papel e a leveza dos aparelhos comparados ao peso de livros e documentos. Uma informação interessante apontada no texto é sobre o consumo de tablets não somente pelos tradicionais consumidores de PCs, mas por pessoas que não tinham afinidade com estas tecnologias.
 
Infelizmente a reportagem ainda não está disponível no site da revista para quem não tem cadastro. Quando a matéria estiver liberada a todos, divulgo o link aqui no blog.

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