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Revolutionary Love: Série coreana de drama explora o abismo que divide as classes sociais

Embora muitos dramas coreanos pequem na representatividade de diversidade racial e deem pouquíssimo espaço para estrangeiros e imigrantes, a série Revolutionary Love (2017) da tvN e no Brasil disponível temporariamente pela Netflix , acaba indo além dos elementos de comédia e romance, mostrando o drama das diferenças de classes sociais , os preconceitos e a possibilidade de imersão nesse mundo desconhecido pelo filho do dono de um dos maiores conglomerados de empresas da Coreia do Sul . A ingenuidade e a ignorância da realidade das classes trabalhadoras tornam o protagonista um tanto embaraçoso, lembrando de forma vaga a jornada de Buda quando conheceu a realidade fora do palácio e foi confrontado com a fome, a doença, a pobreza e a morte. Longe de ser uma série com alguma alegoria espiritual, mas do ponto de vista do comportamento é interessante acompanhar como Byun Hyuk (Choi Si-won) se torna mais empático e humanizado quando seu caminho cruza com o de Baek Joon (Kang So-ra) . E

Gêneros jornalísticos

Apresentar os gêneros jornalísticos, os conceitos envolvidos na caracterização de cada um deles e os diferentes pontos de vista dos teóricos são alguns objetivos do artigo "Fundamentos para a compreensão dos gêneros jornalísticos", escrito pelo jornalista Francisco de Assis, publicado na Alceu - Revista de Departamento de Comunicação Social da PUC-Rio, volume 11, julho-dezembro de 2010.

O autor do artigo conta que discute-se sobre os gêneros jornalísticos em comunidades formadas por pessoas ligadas direta ou indiretamente à produção da imprensa, como no ambiente acadêmico, escolas de Ensino Fundamental e Médio e nas redações jornalísticas. Assis aborda que as diferentes reflexões não chegam a um consenso, pois as explicações relativas aos gêneros jornalísticos variam de acordo com os diferentes pontos de vistas e diferentes realidades de múltiplos espaços geográficos.

Os autores José Marques de Melo e Manuel Carlos Chaparro são citados como exemplos de diferentes perspectivas teóricas dos gêneros jornalísticos, que podem ser observadas nas diferentes nomenclaturas de definição dos textos. "Enquanto Marques de Melo foca sua classificação na intencionalidade do material jornalístico, Chaparro prima pela estrutura linguística do discurso", argumenta.

Segundo José Marques de Melo, existem cinco gêneros jornalísticos: informativo, opinativo, interpretativo, diversional e utilitário, que ajudam a orientar o trabalho do jornalista e sua relação com o público. Assis explica que essas categorias servem para sinalizar a principal finalidade dos conteúdos jornalísticos, já que as fronteiras entre cada um deles não é rígida o suficiente para torná-los puros. O artigo traz referências sobre os diversos gêneros jornalísticos de acordo com as perspectivas de diversos autores, que de forma geral podem ser observadas abaixo.

Gênero informativo

No gênero informativo a informação é a base do jornalismo, e esse tem sido estudado desde o século XVII. Alguns autores como Luiz Beltrão, Marques de Melo e Nilson Lage descreviam que a informação deveria ser um relato dos fatos, uma descrição objetiva e imparcial. A objetividade e neutralidade são conceitos bastante polêmicos na área do jornalismo, pois sabe-se que existem uma série de fatores que podem influenciar a produção da notícia, como a subjetividade.

Gênero Opinativo

Também conhecido como argumentativo, para Melo, ou gênero comentário, para Chaparro, surgiu no século XVIII. As opiniões dentro das redações são produzidas pelos jornalistas, colaboradores (especialistas), leitores e pela própria empresa, que buscam por meio das expressões subjetivas intencionais a formação da opinião pública, de forma explícita ou implícita. A credibilidade e a influência dos veículos jornalísticos são levadas em consideração quando se trata do gênero opinativo.

Gênero Interpretativo

Surgido a partir do século XX, o gênero interpretativo, de natureza analítica, é um dos três gêneros complementares, junto com os gêneros diversional e utilitário. A imprensa deveria dar sentido, contemplar os fatos, contextualizar e analisar os dados com significação para a comunidade, sem submetê-los aos valores pessoais ou opinativos. Ainda há uma confusão de formatos deste gênero, mas o que os autores entram em comum acordo é na caracterização "pelo aprofundamento, pela explicação e pela análise da informação".

Gênero Diversional

Não bem aceito e interpretado, o gênero diversional está ligado às funções de aproximar as instituições jornalísticas ao público, entreter, preencher o ócio das pessoas, com uma forma de texto diferente, geralmente extenso, mas sem perder a veracidade das informações.

Gênero Utilitário

É o mais recente dos gêneros jornalísticos, também conhecido como jornalismo de serviço, surgiu no final do século XX, e tem como objetivo auxiliar o público, ou seja, o conteúdo jornalístico é caracterizado como um "prestador de serviço".

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