Pular para o conteúdo principal

Destaques

12 Graphic Novels que você precisa ler

Começou como uma forma de experimentação na leitura. Apesar de gostar de tirinhas, nunca tinha me aventurado pelo universo das graphic novels, como aconteceu há alguns anos – pelo menos, não de forma que me interessasse.

Percebo que cada vez mais pessoas estão se interessando pelos diferentes formatos de narrativas. Acho válida toda forma de contação de histórias e acredito que elas podem criar experiências complementares. Há espaço para todos gostos.


Com doze indicações de leitura, dá para ler um livro por mês ou ler todos em um só mês, dependendo do ritmo de leitura e da fome por histórias de cada um. Entre temáticas mais sociais e outras mais fantasiosas, as graphic novels podem ser uma porta de entrada para outros livros, como podem ocupar um espaço central no coração de quem é aficionado por histórias ilustradas.

Histórias que podem ir muito além de um passa-tempo, como se acreditava antigamente, mas também proporcionar reflexões sobre a vida, juntando o melhor dos dois mundos: d…

Livre Acesso à Informação Pública

Nesta quinta-feira, 12 de maio, às 19h, aconteceu no anfiteatro do CCHS da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), de Campo Grande (MS), a Oficina Livre Informação. O evento foi organizado pela ONG GIRA Solidário em parceria com a ONG Artigo 19 e com o Sindicato dos jornalistas profissionais de Mato Grosso do Sul.

Diretora Executiva da Gira Solidário e jornalista formada na UFMS, Juliana Feliz falou sobre os trabalhos realizados pela ONG, de promoção e defesa dos direitos da criança e do adolescente e sobre as ações para democratização da informação e livre acesso à informação.

Para Juliana Feliz, é importante que os jornalistas e os cidadãos tenham acesso à informação pública. "Acesso à informação é o acesso público à qualquer tipo de dado ou registro em poder de órgãos e agentes do Estado e de empresas que prestem serviço público", explica. Juliana Feliz argumenta que o papel do jornalista é o de levar a informação, questionar, refletir, opinar (quando necessário) e o de colocar assuntos em debate.

De acordo com Arthur Serra Massuda, da ONG internacional Artigo 19, conhecida como Article 19, alguns dos objetivos da organização em que trabalha são o de aprovações da lei de acesso à informação pública e do marco regulatório para a radiodifusão. Massuda explica que a aprovação da PLC 41/2010 - Projeto de Lei Geral de Acesso à Informação - que atualmente está em tramitação no Senado, é importante. "Uma legislação específica sobre o acesso à informação pode fornecer um marco legal e administrativo que permita aos indivíduos exercitar seus direitos de obter informações", justifica.

'Como proceder de forma legal diante da negação do acesso a informação ou de alguém que dificulte o acesso à informação para o livre exercício do jornalismo?' Massuda sugere que se registre em protocólo o pedido de informação com prazo de resposta. Caso o prazo vença, deve-se entrar em contato com o órgão para ver os encaminhamentos. Se mesmo assim não adiantar, é preciso entrar com um mandado de segurança.

"O Estado é um lugar cheio de pautas", conta Massuda, que cita como exemplo Toronto, onde uma organização de ciclistas pegou os dados de acidentes de bicicletas, georeferenciou-os e mapearam os caminhos onde mais aconteciam acidentes, de forma a mostrar as rotas mais seguras.

Para Massuda, é preciso criar e promover uma cultura de transparência nos servidores públicos, por meio de requerimentos tanto dos jornalistas, quanto da sociedade. Uma das vantagens é a de que o uso de informação do próprio Governo é mais seguro, do que por meio de fontes.

Jornalistas brasileiros poderão contar em breve com um guia prático sobre o uso da informação pública. Massuda falou sobre a parceria da Article 19 com a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) para a criação do guia, que orientará os jornalistas, com base na experiência e dificuldades de profissionais de diversos lugares do Brasil.

Comentários

Mais lidas da semana