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Para Toda a Eternidade: Livro explora rituais funerários diversos

Entre a naturalidade e o espanto, o tradicional e o moderno, o ocidental e o oriental, Caitlin Doughty transmite ao leitor histórias de suas visitas a espaços e profissionais envolvidos com o universo mortuário. Uma das obras pedidas por quem já tinha lido Confissões do Crematório, o novo livro foi publicado no Brasil pela editora DarkSide Books, em junho de 2019, com tradução de Regiane Winarski e ilustrações de Landis Blair.


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“Eu passei a acreditar que os méritos de um costume relacionados à morte não são baseados em matemática [...] mas em emoções, numa crença na nobreza única da própria cultura da pessoa. Isso quer dizer que consideramos os rituais de morte selvagens apenas quando eles não são como os nossos” – Caitlin Doughty, Para Toda a Eternidade
Dá para ler tranquilamente Para Toda a Eternidade sem ter lido Confissões do Crematório, mas acredito que as duas leituras são complementares. Enquanto na p…

Por conta do preço, campo-grandenses têm preferência por smartphones importados

* Escrito por Ben-Hur Oliveira e Maria Izabel Costa

Segundo um estudo publicado em fevereiro de 2011 pela IDC (International Data Corporation), empresa de inteligência de mercado, consultoria e conferências nos segmentos de Tecnologia da Informação e Telecomunicações, no quarto trimestre de 2010 o número de vendas globais de smartphones superou as de computadores pessoais: 100,9 milhões de smartphones e 92,1 milhões de computadores pessoais foram vendidos no mesmo período. O estudo ainda indicou que houve um aumento nas vendas de smartphones de 87% em relação ao mesmo período de 2009.

Em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, os smartphones ainda não fazem parte da realidade da maioria da população. O alto custo e a falta de facilidade de acesso à internet de alguns aparelhos telefônicos são alguns dos motivos pelos quais os campo-grandenses ainda não os possuem.

Vendedor de celulares há 5 anos, Eduardo Esteves conta que os aparelhos smartphones estão vendendo muito bem. “É o modelo mais procurado hoje. O smartphone é o carro-chefe de vendas hoje no mercado de celulares”, justifica. Entrevistado próximo ao Dia das Mães, Esteves diz que o mercado anda retraído, e que as vendas estão relativamente baixas. “Está este paradeiro”, conta. Para Esteves, as pessoas querem comprar smartphones por causa das funções de alta tecnologia e dos sistemas serem muito parecidos com os de computadores.


Camelódromo - Aparelhos mais baratos, mas com garantia menor
Foto: Ben Oliveira

No Centro Comercial Popular Marcelo Barbosa da Fonseca, popularmente conhecido como camelódromo, onde o vendedor trabalha, os celulares têm um preço melhor, porém com a garantia menor do que as das lojas de operadoras de telefones celulares. De acordo com o vendedor, os celulares no camelô são comprados à vista ou divididos em parcelas menores do que as das lojas. Questionado sobre a importância de preços mais acessíveis, Esteves diz: “Todo mundo tem que ter acesso a tecnologia hoje”.

Com 9 anos de experiência com vendas de celulares, Basílio Dias atualmente trabalha em uma franquia de uma operadora telefônica e acredita que as vendas de smartphones estão boas e em aquecimento. “Em virtude dos aparelhos terem acesso à internet, a procura aumenta a cada dia”, conta. Para Dias, a facilitação do acesso a internet facilita este tipo de comércio, pois não basta ter um aparelho se este não possuir acesso a internet.

Os aparelhos que mais vendem no mercado de Campo Grande continuam sendo os mais básicos. Existem aparelhos que não são smartphones que também acessam a internet, mas não têm os mesmos recursos. “O comércio de Smartphone na cidade não é tão grande, por causa da proximidade com o Paraguai e camelódromo. As pessoas preferem comprar um importado sem garantia”, argumenta.

“Os modelos de smartphones mais procurados são os que têm função touchscreen, com câmeras acima de 3.0 megapixels e uso de dois chips ao mesmo tempo”, conta. O barateamento do acesso à internet pelos celulares é um dos motivos de aumenta da procura dos smartphones. O vendedor conta que gosta do seu smartphone porque na empresa em que trabalha pode ter acesso ao e-mail todo o dia e abre direto no celular. Basílio Dias acredita que a venda de notebooks vai cair, com o aumento de vendas de smartphones e tablets, por que eles podem fazer tudo o que o computador faz hoje.

O smartphone incorpora diversas tecnologias antes só encontradas em computadores pessoais
Foto: Maria Izabel Costa

“Eu uso um smartphone, pois acesso a Internet, leio arquivos de texto, uso o GPS, jogo, converso em redes sociais com meus amigos e utilizo todas as funções dele. Eu praticamente não preciso mais de um computador portátil”, conta Iara Nantes, de 22 anos. Já para Silvia Leite, de 42 anos, a preferência é por celulares que apenas façam ligações, além de serem mais baratos. “O telefone serve para ligar. As outras funções a ele implantadas são apenas bônus, tornando-o não um telefone e sim uma máquina de aprisionamento das mentes jovens”, opina.

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