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Destaques

Antraz: Documentário da Netflix revela investigações feitas pelo FBI durante anos

Um pouco após os atentados terroristas contra as torres gêmeas, em Nova Iorque, Estados Unidos, no 11 de setembro de 2001, uma ameaça de antraz colocou as autoridades, como o FBI em alerta, e espalhou pânico nos norte-americanos devido à facilidade de se espalhar sem as pessoas saberem.  Dirigido e roteirizado por Dan Krauss e produzido pela Netflix e pela BBC, 21 anos após o ataque e o primeiro caso de circulação do antraz, o documentário Antraz: EUA Sob Ataque (The Anthrax Attacks) leva o telespectador para as investigações do FBI que duraram anos. O que a princípio foi alvo de muita pressão para a solução do caso, principalmente pelo medo dos norte-americanos do esporo da bactéria continuar se espalhando pelas cartas e fazendo mais pessoas adoecerem e/ou morrerem, logo foi caindo no esquecimento conforme as investigações desenrolavam fora dos holofotes.  Com a proximidade do caso do ataque às torres gêmeas, à primeira vista, o pânico generalizado fez com quem os norte-americanos

Por conta do preço, campo-grandenses têm preferência por smartphones importados

* Escrito por Ben-Hur Oliveira e Maria Izabel Costa

Segundo um estudo publicado em fevereiro de 2011 pela IDC (International Data Corporation), empresa de inteligência de mercado, consultoria e conferências nos segmentos de Tecnologia da Informação e Telecomunicações, no quarto trimestre de 2010 o número de vendas globais de smartphones superou as de computadores pessoais: 100,9 milhões de smartphones e 92,1 milhões de computadores pessoais foram vendidos no mesmo período. O estudo ainda indicou que houve um aumento nas vendas de smartphones de 87% em relação ao mesmo período de 2009.

Em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, os smartphones ainda não fazem parte da realidade da maioria da população. O alto custo e a falta de facilidade de acesso à internet de alguns aparelhos telefônicos são alguns dos motivos pelos quais os campo-grandenses ainda não os possuem.

Vendedor de celulares há 5 anos, Eduardo Esteves conta que os aparelhos smartphones estão vendendo muito bem. “É o modelo mais procurado hoje. O smartphone é o carro-chefe de vendas hoje no mercado de celulares”, justifica. Entrevistado próximo ao Dia das Mães, Esteves diz que o mercado anda retraído, e que as vendas estão relativamente baixas. “Está este paradeiro”, conta. Para Esteves, as pessoas querem comprar smartphones por causa das funções de alta tecnologia e dos sistemas serem muito parecidos com os de computadores.


Camelódromo - Aparelhos mais baratos, mas com garantia menor
Foto: Ben Oliveira

No Centro Comercial Popular Marcelo Barbosa da Fonseca, popularmente conhecido como camelódromo, onde o vendedor trabalha, os celulares têm um preço melhor, porém com a garantia menor do que as das lojas de operadoras de telefones celulares. De acordo com o vendedor, os celulares no camelô são comprados à vista ou divididos em parcelas menores do que as das lojas. Questionado sobre a importância de preços mais acessíveis, Esteves diz: “Todo mundo tem que ter acesso a tecnologia hoje”.

Com 9 anos de experiência com vendas de celulares, Basílio Dias atualmente trabalha em uma franquia de uma operadora telefônica e acredita que as vendas de smartphones estão boas e em aquecimento. “Em virtude dos aparelhos terem acesso à internet, a procura aumenta a cada dia”, conta. Para Dias, a facilitação do acesso a internet facilita este tipo de comércio, pois não basta ter um aparelho se este não possuir acesso a internet.

Os aparelhos que mais vendem no mercado de Campo Grande continuam sendo os mais básicos. Existem aparelhos que não são smartphones que também acessam a internet, mas não têm os mesmos recursos. “O comércio de Smartphone na cidade não é tão grande, por causa da proximidade com o Paraguai e camelódromo. As pessoas preferem comprar um importado sem garantia”, argumenta.

“Os modelos de smartphones mais procurados são os que têm função touchscreen, com câmeras acima de 3.0 megapixels e uso de dois chips ao mesmo tempo”, conta. O barateamento do acesso à internet pelos celulares é um dos motivos de aumenta da procura dos smartphones. O vendedor conta que gosta do seu smartphone porque na empresa em que trabalha pode ter acesso ao e-mail todo o dia e abre direto no celular. Basílio Dias acredita que a venda de notebooks vai cair, com o aumento de vendas de smartphones e tablets, por que eles podem fazer tudo o que o computador faz hoje.

O smartphone incorpora diversas tecnologias antes só encontradas em computadores pessoais
Foto: Maria Izabel Costa

“Eu uso um smartphone, pois acesso a Internet, leio arquivos de texto, uso o GPS, jogo, converso em redes sociais com meus amigos e utilizo todas as funções dele. Eu praticamente não preciso mais de um computador portátil”, conta Iara Nantes, de 22 anos. Já para Silvia Leite, de 42 anos, a preferência é por celulares que apenas façam ligações, além de serem mais baratos. “O telefone serve para ligar. As outras funções a ele implantadas são apenas bônus, tornando-o não um telefone e sim uma máquina de aprisionamento das mentes jovens”, opina.

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