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Destaques

12 Graphic Novels que você precisa ler

Começou como uma forma de experimentação na leitura. Apesar de gostar de tirinhas, nunca tinha me aventurado pelo universo das graphic novels, como aconteceu há alguns anos – pelo menos, não de forma que me interessasse.

Percebo que cada vez mais pessoas estão se interessando pelos diferentes formatos de narrativas. Acho válida toda forma de contação de histórias e acredito que elas podem criar experiências complementares. Há espaço para todos gostos.


Com doze indicações de leitura, dá para ler um livro por mês ou ler todos em um só mês, dependendo do ritmo de leitura e da fome por histórias de cada um. Entre temáticas mais sociais e outras mais fantasiosas, as graphic novels podem ser uma porta de entrada para outros livros, como podem ocupar um espaço central no coração de quem é aficionado por histórias ilustradas.

Histórias que podem ir muito além de um passa-tempo, como se acreditava antigamente, mas também proporcionar reflexões sobre a vida, juntando o melhor dos dois mundos: d…

Palestras encerram o '72 Horas de Jornalismo'

O evento '72 Horas de Jornalismo', que aconteceu na Universidade Católica Dom Bosco (UCDB), de Campo Grande (MS), encerrou hoje, 03 de junho, às 17h . No período vespertino os acadêmicos que produziram conteúdos jornalísticos radiofônicos e online receberam a visita de alguns profissionais dos veículos visitados e acompanharam duas palestras.

Após a visita dos profissionais, que avaliaram os produtos e falaram sobre ética e mercado de trabalho, os participantes do evento  tiveram um coffee break, onde o coordenador do curso de jornalismo da UCDB falou sobre a importância de rever amigos e colegas da profissão e dos alunos conhecerem os profissionais. O professor de publicidade e propaganda Elton Tamiozzo  acompanhou a correria e dificuldades dos alunos e contou que é importante encarar o mundo real. "As coisas darem erradas não é exceção, é regra. Vocês precisam aprender a lidar com isso", justifica.

Docentes da instituição e mestrandas em Estudos de Linguagens da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), Maria Helena Benites e Cristina Ramos falaram aos acadêmicos sobre os trabalhos que estão desenvolvendo no mestrado. Maria Helena Benites falou com os alunos sobre linguagem cinematográfica e sobre seu trabalho, uma análise semiótica da representação visual dos índios kaiowá/guarani no filme Terra Vermelha. "Por mais que a cenografia não é real, ela é baseada em uma realidade", diz. Benites contou que o cinema tem uma linguagem própria, a linguagem cinematográfica, que só se consolidou com a fotografia, movimento de câmera, montagem, estrutura narrativa e sistemas de gêneros.
Maria Helena falando sobre linguagem cinematográfica
Foto: Ben Oliveira

"O cinema é um propagador de culturas de outros países, mas temos que lembrar que em todo filme existe um recorte, uma realidade que o realizador do filme quer mostrar", ensina Maria Helena Benites. Para a docente, é importante que os acadêmicos aprendam mais sobre linguagem cinematográfica para que possam criar um bom produto audiovisual e entender as críticas de cinema.

Professora Cristina Ramos explicando aos alunos
sobre sua pesquisa de mestrado sobre gêneros
 jornalísticos
Foto: Ben Oliveira
Cristina Ramos está desenvolvendo um trabalho de pesquisa na área de linguística e busca descobrir qual é a identidade textual dos jornais impressos laboratoriais em Campo Grande; A docente falou que está analisando em sua pesquisa os quatro jornais laboratoriais da cidade, o Projétil (UFMS), Unifolha (Uniderp), Folha Guaicuru (Estácio de Sá) e Em Foco (UCDB). "São 20 anos de jornalismo laboratorial em Campo Grande", conta. Ainda de acordo com a pesquisadora, os jornais laboratoriais da capital sul-matogrossense já distribuiram mais de 1,5 milhão de exemplares neste período. "O Em Foco é o mais novo dos jornais, mas é o que tem mais edições publicadas", argumenta.

De acordo com pesquisas citadas por Cristina Ramos, os jornais comerciais brasileiros utilizam-se mais do gênero informativo, por meio de notícias, notas e reportagens. Em sua pesquisa, a professora da UCDB está querendo saber dos 21 gêneros jornalísticos existentes qual é o mais utilizado no jornalismo laboratorial impresso de Campo Grande. "Será que nossos estudantes estão levantando os mesmos formatos que os profissionais?", questiona. A professora já conseguiu levantar empiricamente uma disparidade, a maioria dos acadêmicos produzem reportagens e quando se formam produzem mais notícias.

Profissionais dos veículos radiofônicos e online visitados avaliam os
conteúdos produzidos pelos acadêmicos
Foto: Ben Oliveira
Professores Inara Silva e Oswaldo Ribeiro falando sobre os conteúdos
produzidos para o blog 'Em Focando'
Foto: Ben Oliveira
3º dia do '72 Horas de Jornalismo', análise dos produtos
Foto: Ben Oliveira
Após analisarem os programas de rádio criados pelos alunos, os
profissionais analisaram o blog 'Em Focando'
Foto: Ben Oliveira

Comentários

  1. Nossa! Essa é uma proposta bem interessante!Principalmente porque os profissionais não vão ao evento só para elogiar.E quem está aprendendo, aprende a ter humildade e perceber que não é perfeito.

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