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Destaques

Meses sem fumar cigarro

Seis meses. Metade de um ano. O que antes parecia só algo impossível de acontecer, havia se tornado realidade: conseguira passar 6 meses sem fumar cigarro.  Estaria mentindo se tinha dias em que não se imaginava fumando ainda, mas estava feliz por conseguir resistir à tentação, sabendo que uma vez que tinha decidido não ia dar um passo para trás. Há seis meses, talvez estaria fumando enquanto escrevia o texto ou quem sabe ouvindo música e usando o Instagram, mas as coisas tinham mudado e ainda bem. Por mais difícil que seja no início. Passei por várias tentativas e falhas e não sinto vergonha, precisava criar resiliência antes de conseguir parar o cigarro de vez.  Difícil, sim. Impossível, não. Seria mentira dizer que é fácil, embora algumas pessoas tivessem mais facilidade do que outras para parar de fumar cigarro. Porém, nem todo mundo era igual e para algumas pessoas, a fissura continuaria aparecendo de tempos em tempos. Porém, a informação importante é que a fissura por ci...

Palestras encerram o '72 Horas de Jornalismo'

O evento '72 Horas de Jornalismo', que aconteceu na Universidade Católica Dom Bosco (UCDB), de Campo Grande (MS), encerrou hoje, 03 de junho, às 17h . No período vespertino os acadêmicos que produziram conteúdos jornalísticos radiofônicos e online receberam a visita de alguns profissionais dos veículos visitados e acompanharam duas palestras.

Após a visita dos profissionais, que avaliaram os produtos e falaram sobre ética e mercado de trabalho, os participantes do evento  tiveram um coffee break, onde o coordenador do curso de jornalismo da UCDB falou sobre a importância de rever amigos e colegas da profissão e dos alunos conhecerem os profissionais. O professor de publicidade e propaganda Elton Tamiozzo  acompanhou a correria e dificuldades dos alunos e contou que é importante encarar o mundo real. "As coisas darem erradas não é exceção, é regra. Vocês precisam aprender a lidar com isso", justifica.

Docentes da instituição e mestrandas em Estudos de Linguagens da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), Maria Helena Benites e Cristina Ramos falaram aos acadêmicos sobre os trabalhos que estão desenvolvendo no mestrado. Maria Helena Benites falou com os alunos sobre linguagem cinematográfica e sobre seu trabalho, uma análise semiótica da representação visual dos índios kaiowá/guarani no filme Terra Vermelha. "Por mais que a cenografia não é real, ela é baseada em uma realidade", diz. Benites contou que o cinema tem uma linguagem própria, a linguagem cinematográfica, que só se consolidou com a fotografia, movimento de câmera, montagem, estrutura narrativa e sistemas de gêneros.
Maria Helena falando sobre linguagem cinematográfica
Foto: Ben Oliveira

"O cinema é um propagador de culturas de outros países, mas temos que lembrar que em todo filme existe um recorte, uma realidade que o realizador do filme quer mostrar", ensina Maria Helena Benites. Para a docente, é importante que os acadêmicos aprendam mais sobre linguagem cinematográfica para que possam criar um bom produto audiovisual e entender as críticas de cinema.

Professora Cristina Ramos explicando aos alunos
sobre sua pesquisa de mestrado sobre gêneros
 jornalísticos
Foto: Ben Oliveira
Cristina Ramos está desenvolvendo um trabalho de pesquisa na área de linguística e busca descobrir qual é a identidade textual dos jornais impressos laboratoriais em Campo Grande; A docente falou que está analisando em sua pesquisa os quatro jornais laboratoriais da cidade, o Projétil (UFMS), Unifolha (Uniderp), Folha Guaicuru (Estácio de Sá) e Em Foco (UCDB). "São 20 anos de jornalismo laboratorial em Campo Grande", conta. Ainda de acordo com a pesquisadora, os jornais laboratoriais da capital sul-matogrossense já distribuiram mais de 1,5 milhão de exemplares neste período. "O Em Foco é o mais novo dos jornais, mas é o que tem mais edições publicadas", argumenta.

De acordo com pesquisas citadas por Cristina Ramos, os jornais comerciais brasileiros utilizam-se mais do gênero informativo, por meio de notícias, notas e reportagens. Em sua pesquisa, a professora da UCDB está querendo saber dos 21 gêneros jornalísticos existentes qual é o mais utilizado no jornalismo laboratorial impresso de Campo Grande. "Será que nossos estudantes estão levantando os mesmos formatos que os profissionais?", questiona. A professora já conseguiu levantar empiricamente uma disparidade, a maioria dos acadêmicos produzem reportagens e quando se formam produzem mais notícias.

Profissionais dos veículos radiofônicos e online visitados avaliam os
conteúdos produzidos pelos acadêmicos
Foto: Ben Oliveira
Professores Inara Silva e Oswaldo Ribeiro falando sobre os conteúdos
produzidos para o blog 'Em Focando'
Foto: Ben Oliveira
3º dia do '72 Horas de Jornalismo', análise dos produtos
Foto: Ben Oliveira
Após analisarem os programas de rádio criados pelos alunos, os
profissionais analisaram o blog 'Em Focando'
Foto: Ben Oliveira

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