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Destaques

1 ano e dois meses sem fumar cigarro

Muita gente deve se perguntar porque eu comemoro a cada mês sem fumar cigarro. A verdade é que isso ajuda a manter com os objetivos firmes e dá validação para o que está fazendo. No primeiro ano e dois meses sem fumar cigarro, passei por dias de estresse que por si só, lembravam de quando o cigarro era usado como uma muleta para lidar com os problemas e a ansiedade. A verdade é que muitos dos materiais informativos sobre parar de fumar cigarro estão certos, muitas vezes, a fissura não some completamente, mas há um limite de tempo. É possível dizer não, mesmo quando uma pequena parte de si queria dizer sim. É desafiador não fumar cigarro, mas repito: é algo difícil, mas não impossível. Depois que você abre mão do cigarro, pensa em coisas positivas, como o dinheiro que vai economizar e até mesmo os benefícios da saúde. É uma luta parar de fumar cigarro, mas continuo na torcida por melhores tratamentos. Então, a cada vez que você passa pela conveniência que costumava comprar cigarro. Com ...

Palestras encerram o '72 Horas de Jornalismo'

O evento '72 Horas de Jornalismo', que aconteceu na Universidade Católica Dom Bosco (UCDB), de Campo Grande (MS), encerrou hoje, 03 de junho, às 17h . No período vespertino os acadêmicos que produziram conteúdos jornalísticos radiofônicos e online receberam a visita de alguns profissionais dos veículos visitados e acompanharam duas palestras.

Após a visita dos profissionais, que avaliaram os produtos e falaram sobre ética e mercado de trabalho, os participantes do evento  tiveram um coffee break, onde o coordenador do curso de jornalismo da UCDB falou sobre a importância de rever amigos e colegas da profissão e dos alunos conhecerem os profissionais. O professor de publicidade e propaganda Elton Tamiozzo  acompanhou a correria e dificuldades dos alunos e contou que é importante encarar o mundo real. "As coisas darem erradas não é exceção, é regra. Vocês precisam aprender a lidar com isso", justifica.

Docentes da instituição e mestrandas em Estudos de Linguagens da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), Maria Helena Benites e Cristina Ramos falaram aos acadêmicos sobre os trabalhos que estão desenvolvendo no mestrado. Maria Helena Benites falou com os alunos sobre linguagem cinematográfica e sobre seu trabalho, uma análise semiótica da representação visual dos índios kaiowá/guarani no filme Terra Vermelha. "Por mais que a cenografia não é real, ela é baseada em uma realidade", diz. Benites contou que o cinema tem uma linguagem própria, a linguagem cinematográfica, que só se consolidou com a fotografia, movimento de câmera, montagem, estrutura narrativa e sistemas de gêneros.
Maria Helena falando sobre linguagem cinematográfica
Foto: Ben Oliveira

"O cinema é um propagador de culturas de outros países, mas temos que lembrar que em todo filme existe um recorte, uma realidade que o realizador do filme quer mostrar", ensina Maria Helena Benites. Para a docente, é importante que os acadêmicos aprendam mais sobre linguagem cinematográfica para que possam criar um bom produto audiovisual e entender as críticas de cinema.

Professora Cristina Ramos explicando aos alunos
sobre sua pesquisa de mestrado sobre gêneros
 jornalísticos
Foto: Ben Oliveira
Cristina Ramos está desenvolvendo um trabalho de pesquisa na área de linguística e busca descobrir qual é a identidade textual dos jornais impressos laboratoriais em Campo Grande; A docente falou que está analisando em sua pesquisa os quatro jornais laboratoriais da cidade, o Projétil (UFMS), Unifolha (Uniderp), Folha Guaicuru (Estácio de Sá) e Em Foco (UCDB). "São 20 anos de jornalismo laboratorial em Campo Grande", conta. Ainda de acordo com a pesquisadora, os jornais laboratoriais da capital sul-matogrossense já distribuiram mais de 1,5 milhão de exemplares neste período. "O Em Foco é o mais novo dos jornais, mas é o que tem mais edições publicadas", argumenta.

De acordo com pesquisas citadas por Cristina Ramos, os jornais comerciais brasileiros utilizam-se mais do gênero informativo, por meio de notícias, notas e reportagens. Em sua pesquisa, a professora da UCDB está querendo saber dos 21 gêneros jornalísticos existentes qual é o mais utilizado no jornalismo laboratorial impresso de Campo Grande. "Será que nossos estudantes estão levantando os mesmos formatos que os profissionais?", questiona. A professora já conseguiu levantar empiricamente uma disparidade, a maioria dos acadêmicos produzem reportagens e quando se formam produzem mais notícias.

Profissionais dos veículos radiofônicos e online visitados avaliam os
conteúdos produzidos pelos acadêmicos
Foto: Ben Oliveira
Professores Inara Silva e Oswaldo Ribeiro falando sobre os conteúdos
produzidos para o blog 'Em Focando'
Foto: Ben Oliveira
3º dia do '72 Horas de Jornalismo', análise dos produtos
Foto: Ben Oliveira
Após analisarem os programas de rádio criados pelos alunos, os
profissionais analisaram o blog 'Em Focando'
Foto: Ben Oliveira

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