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Destaques

Autismo: Asperger jornalista e o silenciamento sobre tratamentos falsos e perigosos

Desde que algumas pessoas descobriram que além de autista/Asperger, sou jornalista, elas me bloquearam e/ou fecharam o perfil para mim. Meu radar dificilmente falha.


Se eu souber de envolvimento com tratamentos falsos, eu não vou ficar em silêncio.

Estou conscientizando para que os familiares façam a parte deles e denunciem profissionais antiéticos, mas se as pessoas se omitirem, quebrarei mais silêncios.

Quando falamos de tratamentos falsos, as pessoas imaginam coisas 'básicas'. O que elas não imaginam são crianças sendo torturadas e morrendo nas mãos de profissionais irresponsáveis e pais que não pesquisaram o suficiente sobre o assunto e foram enganados.

Estão avisados. Nunca escondi minhas intenções. Sou transparente. E não sou o único lutando contra o charlatanismo. Nem todo mundo se posiciona publicamente. Não quer dizer que não estejam de olhos abertos.

Há muita sujeira embaixo do tapete. Profissionais charlatões palestrando em eventos de autismo: algo totalmente contrá…

Jornalistas utilizam mais navegador do que dispositivos móveis para atualizar Facebook

Apesar do aumento do número de smartphones e das facilidades de conexão à internet, seja por WiFi ou dispositivos móveis, segundo a enquete realizada na página 'Facebook and Journalists', o maior número de atualizações ainda é feita pelos navegadores de internet. A página surgiu para auxiliar os jornalistas a utilizar melhor as ferramentas do Facebook e compartilhar as experiências realizadas.

A enquete que ainda não foi finalizada já conta com a participação de 472 usuários. Deste total, as atualizações das páginas e perfis do Facebook são feitos com maior frequência por: 396 ou 84% utilizam os navegadores (Web Browser); 44 aplicativos para iPhone; 14 aplicativos para Android; 12 navegadores do celular; 5 aplicativos para Blackberry; 1 atualiza por meio de SMS e nenhuma pessoa utiliza o e-mail para atualizar.

Com o surgimento de novas tecnologias sempre existe aquele papo de que tal dispositivo substituirá outro. Alguns especialistas já anunciaram o fim dos desktops e a substituição destes pelos dispositivos móveis. Os resultados da enquete mostram que mesmo os dispositivos móveis quebrando o galho na hora de atualizar, a preferência ainda é pelos navegadores dos computadores pessoais.

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