Pular para o conteúdo principal

Destaques

8 Livros sobre Autismo que poderiam ser traduzidos para o Brasil

Você sabe o que é autismo? É bem provável que você tenha uma visão formada na sua cabeça que não corresponde à realidade. O Transtorno do Espectro Autista é bem amplo e mesmo que você conheça um autista, existe uma expressão: “Se você conheceu um autista, você conheceu um autista”.


A falta de materiais atualizados sobre autismo no Brasil reflete no preconceito que muitas pessoas têm sobre o assunto. Muito se fala sobre o autista se adaptar à sociedade, mas pouco se comenta sobre o preconceito que vem de todos cantos, inclusive de profissionais da saúde, da mente e da educação que deveriam ter mais empatia.

Acredito que grande parte do preconceito vem do desconhecimento sobre a condição. Durante muitos anos, muitos mitos sobre o autismo foram espalhados na mídia e alguns continuam sendo espalhados até os dias atuais, sem que as pessoas levem em conta como essas informações falsas acabam contribuindo para o estigma e influenciam na autoestima de autistas.

Muitos livros sobre autismo pub…

Sistemas de Publicação em Ciberjornalismo

Com o tema: "Sistemas de Publicação em Ciberjornalismo", o segundo dia do 3º Seminário de Ciberjornalismo contou com a palestra da prof. Dra. Luciana Mielniczuk. O evento realizado no anfiteatro do CCHS da UFMS, de Campo Grande (MS), aconteceu às 19h. A palestra sobre Redes Sociais e Jornalismo, que seria ministrada por Raquel Recuero foi cancelada devido a problemas com a companhia aérea.

Mielniczuk comentou as principais diferenças das redações jornalísticas no final dos anos 80 e nos dias de hoje. Segundo a palestrante, os instrumentos de trabalho (gravadores, máquinas de escrever, câmeras, telefone fixo e telex) não tinham as tecnologias digitais que temos hoje, a jornada de trabalho era determinada, os veículos tinham uma periodização (ciclos), as redações eram separadas por veículos, muitas vezes em lugares diferentes e não havia integração entre os veículos da mesma empresa, as etapas e funções eram bem delimitadas e o banco de dados era totalmente analógico.

Atualmente, as redações jornalísticas possuem caractéristicas evidentes e diversificadas em relação às décadas passadas, Mielniczuk ressalta alguns fatores, como a jornada de trabalho 24x7, atualização contínua, redações unificadas, produtos multimídia, circulação multiplataforma e interação com o público. "O pique da produção acaba exigindo uma rotina profissional bem diferente", argumenta.

"Vivemos numa situação em que os computadores em rede têm um papel que faz parte do nosso dia-a-dia. A nossa sociedade de hoje é midiática", comenta. Para Mielniczuk, a digitalização de dados e informações, a informatização dos processos produtivos, o uso da tecnologia digital e miniaturização dos equipamentos, audiência participativa e diferentes formas de consumo motivam mudanças nas redações. "Hoje em dia até em um engarrafamento nós estamos nos atualizando das últimas informações via Twitter", lembra.

Nessa época de convergência, os jornalistas tornaram-se polivalentes, produzindo conteúdos para diferentes formatos e para diferentes plataformas, aprendendo diversas técnicas (o profissional de hoje tem que saber fazer tudo, desde gravar o áudio, a fotografar, editar etc.) e lidando com diferentes editorias. Todavia, como lembra a palestrante, é um contexto recente de mudanças e ainda incerto, sem padrões consolidados, em que as empresas vivenciam períodos de experimentações.

Comentários

Mais lidas da semana