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Destaques

Resenha: Esta e Todas as Vidas – Anne Marck

Dizem que algumas leituras são como uma viagem sem sair do lugar. No livro Esta e Todas as Vidas, a autora Anne Marck leva o leitor para um passeio místico por São Tomé das Letras, município localizado em Minas Gerais. A obra foi publicada pela editora Astral Cultural, em 2019.


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“Memórias têm um poder muito forte dentro de nós. Elas podem nos levar para o momento mais feliz de nossas vidas ou para o pior que já tivemos. E, no meu caso, os dois extremos estavam ligados à mesma pessoa” – Anne Marck, Esta e Todas as Vidas
Narrado em primeira pessoa por dois personagens principais da história, um deles Antares Letícia, uma jovem que trabalha como guia turística e em uma lojinha junto com sua melhor amiga, Flor de Lis, o romance traz uma pitada de fantasia e misticismo que combinam bastante com o cenário da narrativa.

Esse diálogo entre ficção e turismo acabam gerando uma experiência prazerosa de leitura e até mesmo se…

Sistemas de Publicação em Ciberjornalismo

Com o tema: "Sistemas de Publicação em Ciberjornalismo", o segundo dia do 3º Seminário de Ciberjornalismo contou com a palestra da prof. Dra. Luciana Mielniczuk. O evento realizado no anfiteatro do CCHS da UFMS, de Campo Grande (MS), aconteceu às 19h. A palestra sobre Redes Sociais e Jornalismo, que seria ministrada por Raquel Recuero foi cancelada devido a problemas com a companhia aérea.

Mielniczuk comentou as principais diferenças das redações jornalísticas no final dos anos 80 e nos dias de hoje. Segundo a palestrante, os instrumentos de trabalho (gravadores, máquinas de escrever, câmeras, telefone fixo e telex) não tinham as tecnologias digitais que temos hoje, a jornada de trabalho era determinada, os veículos tinham uma periodização (ciclos), as redações eram separadas por veículos, muitas vezes em lugares diferentes e não havia integração entre os veículos da mesma empresa, as etapas e funções eram bem delimitadas e o banco de dados era totalmente analógico.

Atualmente, as redações jornalísticas possuem caractéristicas evidentes e diversificadas em relação às décadas passadas, Mielniczuk ressalta alguns fatores, como a jornada de trabalho 24x7, atualização contínua, redações unificadas, produtos multimídia, circulação multiplataforma e interação com o público. "O pique da produção acaba exigindo uma rotina profissional bem diferente", argumenta.

"Vivemos numa situação em que os computadores em rede têm um papel que faz parte do nosso dia-a-dia. A nossa sociedade de hoje é midiática", comenta. Para Mielniczuk, a digitalização de dados e informações, a informatização dos processos produtivos, o uso da tecnologia digital e miniaturização dos equipamentos, audiência participativa e diferentes formas de consumo motivam mudanças nas redações. "Hoje em dia até em um engarrafamento nós estamos nos atualizando das últimas informações via Twitter", lembra.

Nessa época de convergência, os jornalistas tornaram-se polivalentes, produzindo conteúdos para diferentes formatos e para diferentes plataformas, aprendendo diversas técnicas (o profissional de hoje tem que saber fazer tudo, desde gravar o áudio, a fotografar, editar etc.) e lidando com diferentes editorias. Todavia, como lembra a palestrante, é um contexto recente de mudanças e ainda incerto, sem padrões consolidados, em que as empresas vivenciam períodos de experimentações.

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