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Destaques

Para Toda a Eternidade: Livro explora rituais funerários diversos

Entre a naturalidade e o espanto, o tradicional e o moderno, o ocidental e o oriental, Caitlin Doughty transmite ao leitor histórias de suas visitas a espaços e profissionais envolvidos com o universo mortuário. Uma das obras pedidas por quem já tinha lido Confissões do Crematório, o novo livro foi publicado no Brasil pela editora DarkSide Books, em junho de 2019, com tradução de Regiane Winarski e ilustrações de Landis Blair.


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“Eu passei a acreditar que os méritos de um costume relacionados à morte não são baseados em matemática [...] mas em emoções, numa crença na nobreza única da própria cultura da pessoa. Isso quer dizer que consideramos os rituais de morte selvagens apenas quando eles não são como os nossos” – Caitlin Doughty, Para Toda a Eternidade
Dá para ler tranquilamente Para Toda a Eternidade sem ter lido Confissões do Crematório, mas acredito que as duas leituras são complementares. Enquanto na p…

Jornalismo para Web


No texto da Doutora Luciana Mielniczuk "Sistematizando alguns conhecimentos sobre jornalismo na web" são trabalhados alguns conceitos relacionados ao jornalismo da internet. De acordo com o trabalho ainda não existe um consenso sobre as terminologias relacionados a este tipo de jornalismo.

Jornalismo eletrônico, jornalismo digital, ciberjornalismo, webjornalismo e jornalismo online... Todos os termos estão relacionados ao jornalismo e variam de acordo com a sua produção. O entendimento de cada um dos termos utilizados pela autora contribuiram com o desenvolvimento do estudo sobre o fenômeno, além de possibilitar melhor descrição. Estas conceituações foram realizadas de acordo com pesquisa bibliográfica e na observação empírica dos produtos desenvolvidos po web, e mostram os diferentes pontos de vistas de autores da área.

Concordo com Luciana Mielniczuk quando ela diz que o jornalismo eletrônico engloba os outros termos como jornalismo online e jornalismo digital, pois quando se trata de eletrônico, não necessariamente está voltado para a internet. Por exemplo, para produzir uma matéria o jornalista (captação) pode-se utilizar de gravador, câmera fotográfica digital e até um computador, mas o conteúdo não será necessariamente publicado (disseminação) na internet, podendo ser utilizado em outros meios de comunicação, como jornal impresso, programa televisivo ou rádio.

Ainda de acordo com a autora citando Bastos (2000), o jornalismo online estaria relacionado a apuração realizada nas redes e o jornalismo digital à disponibilização dos produtos. Acredito que a definição dos termos ficaram confusas, pois quando penso em jornalismo online, penso nos produtos jornalísticos disponibilizados na internet, no processo todo, desde a pesquisa de fontes, apuração de conteúdos e a publicação na web. O jornalismo digital, no meu ponto de vista, estaria relacionado à transformação do conteúdo real para o digital ou ao seu nascimento 100% digital. Todavia, Mielniczuk cita também Machado (2000), que prefere a utilização de jornalismo digital para o suporte e o termo online mais restrito.

O jornalismo digital, segundo o trabalho, também é conhecido como jornalismo multimídia. Concordo com a definição da autora, pois na internet existe a convergência de diferentes meios de comunicação, podendo ter natureza de texto, som e imagem. Além dos termos citados acima, a autora ainda comenta sobre o ciberjornalismo, relacionado à cibernética e ao ciberespaço, com a utilização de banco de dados para a elaboração de matéria.

De todos os termos, o mais específico é o Webjornalismo, onde este é apropriado especificamente para a internet.

Apesar de serem termos relativamente confusos, a relação entre cada um deles possibilita o melhor entendimento. Jornalismo eletrônico > Jornalismo Digital > Ciberjornalismo > Jornalismo Online > Webjornalismo. Atualmente os jornalistas entram em contato com cada um desses termos, portanto seria mais fácil a utilização genêrica de ciberjornalismo, quando se tratar de conteúdos para Web, já que os outros termos são mais específicos e os outros englobam a produção jornalística para os outros meios de comunicação de massa.

Para concluir, assim como Mielniczuk afirma que é necessário um vocabulário comum que facilite e agilize o diálogo, também acredito na importância do desenvolvimento de mais estudos na área. 

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