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Um Conto Taiwanês de Duas Cidades: Série de romance e drama explora raízes, sonhos e amores

Uma série de romance e drama sobre duas mulheres conectadas por suas raízes de Taiwan, mas que seguiram caminhos bem diferentes e com personalidades moldadas pelas cidades em que viveram: enquanto uma cresceu em San Francisco, nos Estados Unidos, a outra passou a vida inteira em Taipei. A série A Taiwanese Tale of Two Cities (Um Conto Taiwanês de Duas Cidades, 2018) balanceia os idiomas e experiências culturais dos dois países, criando uma experiência prazerosa para quem deseja visitar ambos destinos turísticos. Essa produção taiwanesa foi um dos achados na Netflix . A mulher que nunca saiu do país, abraça as raízes da medicina chinesa e por causa do seu histórico de saúde frágil abriu mão de muitas coisas fora de sua zona de conforto, Lee Nien-Nien (Tammy Chen) que coincidentemente sonhava em conhecer San Francisco, acaba conhecendo a taiwanesa-americana Josephine Huang (Peggy Tseng), que embora tivesse curiosidades sobre sua origem, passou praticamente a vida toda nos Estados Unidos

Artigo aborda estudantes de jornalismo e a dificuldade com o português


No dia 08 de maio de 2012 o Observatório da Imprensa divulgou o artigo sobre a dificuldade de muitos alunos de jornalismo, escrito pelo Mestre em Comunicação Social e professor de Jornalismo em Belo Horizonte, Ivan Satuf Rezende.

O autor comenta que existem diversos debates sobre os cursos de jornalismo no Brasil, como a questão do diploma, mas o que tem chamado a atenção em relação aos estudos é a língua portuguesa e baixa qualidade dos textos dos alunos.

Mesmo com o nivelamento das universidades, no qual o curso é bastante concorrido em algumas instituições, e em outras sobram vagas, o professor de jornalismo argumenta que este problema é atribuído à formação falha nos ensinos fundamental e médio.

Uma das soluções propostas pelo autor é óbvia e deveria ser seguida pelos acadêmicos de jornalismo sem uma orientação prévia. "Quem não lê não escreve", constata. Ivan Satuf Rezende recomenda a leitura de literatura, jornais e revistas, pois a escrita é ofício do jornalista, mesmo os que trabalham com os meios audivisuais.

Leia o artigo na íntegra: Os alunos que temos e a missão que assumimos  

Comentários

  1. Esse (português) é o espinho na carne (do jornalista)!
    Podemos usar a ERRATA para corrigir grafias, porém que muleta usaremos para a pobreza de texto?

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