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Destaques

Resenha: Ed e Lorraine Warren: Vidas Eternas – Robert Curran e Jack & Janet Smurl

Entre o ceticismo e a curiosidade, as histórias de Ed e Lorraine Warren conquistaram pessoas de vários países graças às adaptações para filmes de terror inspiradas em casos investigados pelo casal de investigadores paranormais. Levando em conta o interesse dos leitores, a editora DarkSide Books publicou o livro Ed e Lorraine Warren:Vidas Eternas, escrito por Robert Curran que conta a experiência vivida por Jack e Janet Smurl. A obra foi lançada em 2019, com tradução de Eduardo Alves.


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Histórias como a da família Smurl, ainda que sejam questionáveis sobre o que teria realmente acontecido, quais partes foram aumentadas e/ou inventadas pela família, pelo escritor e/ou pelos próprios investigadores paranormais, deixam um gosto de nostalgia e também nos fazem pensar no sucesso de adaptações com temáticas semelhantes para o cinema.

A humanidade sempre tenta explicar o que não consegue entender. Divididos entre ficar em negação e se acostum…

Pós-Modernidade e Mídias Sociais


Estudar a pós-modernidade durante o primeiro semestre deste ano me fez refletir bastante sobre os atuais hábitos da sociedade e, principalmente, o comportamento dos usuários nas mídias sociais, como Facebook e Twitter, por exemplo.

Nos tempos atuais tudo é tão fragmentado e estético. Basta observar os milhares de trechos de textos, vídeos e imagens compartilhados a cada segundo. São frases que tentam transmitir alguma mensagem, e por vezes até conseguem, porém quando utilizadas fora de contexto podem perder o seu real significado.

Trechos de músicas, filmes, seriados, livros, entrevistas e opiniões são as principais publicações, seja por conta da identificação com o seu conteúdo, do entretenimento ou da relevância.

As redes sociais são como se fossem uma grande vitrine, onde queremos mostrar somente o nosso lado bom e transmitir uma imagem nossa hipervalorizada. A impressão que se tem quando alguém posta diversas frases de um autor é a de que esse é um fã de suas criações, porém para gostar delas é preciso no mínimo conhecer sua origem e entender sua essência, e não é o que acontece na prática.

Não vejo nenhum problema, por exemplo, em divulgar frases de Clarice Lispector ou de qualquer outro autor, mas as frases da autora chegam a ser patéticas quando usadas fora de suas obras, pois ficam muito parecidas com uma espécie de auto-ajuda.

Enquanto perdemos nosso tempo tentando mostrar algo que às vezes não condiz com nossa realidade, pois no ciberespaço nossa vida virtual se confunde e mistura com a real, deixamos a vida acontecer e passar diante dos nossos olhos.

As mídias sociais perderam o papel de ferramentas e nós nos tornamos seus escravos. Se não compartilhamos algo é como se simplesmente não tivesse acontecido.Talvez seja preciso mudar a mentalidade de "Você é o que você compartilha" e começar a pensar mais em "Compartilhar menos e ser mais".

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