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Destaques

Sai o sol

Sai o sol e com ele a expectativa de melhorar o humor, afetado pelos dias cinzentos. Sai o sol e, de repente, tudo parece que vai melhorar. Sai o sol. Não sabia se estava botando muita expectativa no sol ou simplesmente lembrando da importância na neurociência, mas a verdade era que depois de dias e dias de chuva, qualquer luz solar fazia diferença. Não importava se tinha relação com depressão sazonal ou se era simplesmente como o cérebro reagia diante da falta de sol, o que importava é que finalmente poderia respirar novamente. É quando sai o sol que vem à tona boas memórias e que lentamente, a vida volta a ganhar o colorido. Se um dia tinha sido a pessoa que amava frio e chuva, estava cada vez mais próxima daquela que amava a estabilidade do sol. Se despedia da chuva, sabendo que ela iria voltar, mas consciente de que a cada dia de sol poderia fortalecer a própria mente. *Ben Oliveira é escritor, formado em jornalismo . Autor do livro de terror  Escrita Maldita , p ublicado na Am...

Resenha: Os Diários de Carrie – Candace Bushnell


Hoje terminei de ler Os Diários de Carrie, livro escrito por Candace Bushnell, escritora norte-americana conhecida pelo sucesso de Sex and the City, uma série de colunas sobre sexo que foi transformada em um livro e tornou-se um sucesso adaptada para a televisão e filmes. O livro conta a história de Carrie Bradshaw, uma estudante que planeja tornar-se escritora, e seus dramas no ensino médio. O livro foi publicado no Brasil pela editora Galera Record.

Conhecer a adolescência de Carrie possibilita entender um pouco a personagem de Sex And The City, colunista sobre sexo, feminista e constantemente envolvida em dilemas sobre relacionamentos e homens, além de sua trajetória até Nova Iorque.

Irmã mais velha de duas meninas, Carrie perde a mãe quando era nova e acaba ficando sem referencial quando se trata de garotos. Engraçada à sua maneira e inteligente, a menina virgem apaixona-se por Sebastian Kydd, um "bad boy"atraente, encantador para as meninas da cidade, que deixa Carrie ora confusa e insegura, ora feliz e radiante.

Carrie deseja ser escritora desde pequena e após decepcionar-se com a opinião de uma escritora, decide participar do jornal do colégio. Durante o tempo de relacionamento com Sebastian, por medo de perdê-lo a menina deixa de lado algumas atividades para poder ficar mais horas junto com ele.

Antes de namorar com Carrie, Sebastian ficava com uma das garotas mais populares do colégio, Donna LaDonna. O medo de ser trocada por outra menina do colégio faz com que Carrie fique preocupada constantemente e não faz ela enxergar que, às vezes, a pior facada nas costas vem de quem está próximo de você.

Apesar de beirar ao clichê, a narrativa é envolvente e flui deliciosamente. Cada trecho do livro é carregado de nostalgia e curiosidade.  Mesmo sendo uma versão adolescente de Carrie, impossível não visualizar pontos onde o estilo das narrações da protagonista lembram bastante os pensamentos e frases interpretados por Sarah Jessica Parker na série de televisão.

Dizem que o nosso passado define o nosso presente e também futuro. A fascinação por Nova Iorque, o desejo por Paris, a valorização de amizades e a queda por Don Juans, como o Mr. Big, são entendidos nos diários de Carrie Bradshaw.

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