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Destaques

Reflexão sobre tempos de pandemia no Brasil

Sexta-feira reflexiva. Caos coletivo por causa de egoísmo individual. Elegeram um analfabeto científico: aliás, o brasileiro adora eleger analfabetos.

Fez promessas para deus e o mundo e agora, além de estar afundando, quer, ironicamente, afundar junto seus eleitores que em grande parte representa grupos de risco, como idosos.

Um político que representa tudo o que eu desprezo.

Para alguns, ele tira a máscara; para outros, nada novo no horizonte.

Com tanto despreparo e ignorância nem as funerárias vão sorrir: afinal, muitos nem vão poder velar seus familiares.

Coronavírus não é uma histeria; histeria é o delírio de um mitomaníaco no poder.

É muito bizarro ver negacionistas da ciência que são da área da saúde. Escolheram o nicho errado... Aproveita a pausa para se reinventar e mudar de área. O mundo agradece.
Sobre o autor:
Ben Oliveira é escritor, blogueiro, jornalista por formação e Asperger. É autor do livro de terror Escrita Maldita, publicado na Amazon e dos livros de fantasia jovem 

Assessoria de Imprensa e Relações Públicas


Escrito por Biceli Dutra Rodrigues, Gabriela Guimarães Peçanha, Ricardo Valeriano Pinheiro dos Reis e Adriana Sartório Ricco, o artigo "Assessoria de Imprensa e Relações Públicas: Concorrentes ou Complementares" aborda a rixa entre os profissionais de assessoria de imprensa e relações públicas, já que ambos realizam atividades parecidas dentro de uma empresa. Através da entrevista de profissionais, os autores do trabalho concluíram que as duas áreas são importantes para a comunicação institucional e complementares.

Segundo o artigo, não existem limites claros entre a atuação dos profissionais e para trabalhar na área de assessoria de imprensa o profissional pode ser tanto relações públicas quanto jornalista. De acordo com os autores, o profissional de relações públicas é responsável pela comunicação organizacional que tem como meta manter ou reformar a reputação positiva de uma instituição, conciliar interesses e estabelecer a integração de diálogo entre várias empresas e opinião pública. Já na assessoria de imprensa, a meta é estabelecer relações confiáveis entre o assessorado e os meios de comunicação, com a função de se tornar uma fonte respeitada e atingir um equilíbrio da opinião pública.

Os autores questionam se a função é de assessoria de imprensa ou relações públicas é a mesma, pois não se sabe exatamente sobre seus trabalhos e os mesmos acabam sendo mal vistos por outros profissionais de comunicação, como os jornalistas.

Apesar de ter surgido em 1906 nos EUA, a comunicação empresarial vieram para o Brasil somente nos anos 50. Inicialmente, foram atraídos pelos progressos do país, porém enfrentaram preconceitos  e discriminação, somente a partir de 1978 que as assessorias de imprensa ganharam  credibilidade. Com o corte de profissionais de redação, muitos profissionais migraram para a área de assessoria de impresa por conta das vantagens, como tranquilidade, menor estresse e correria, além do horário fixo de trabalho.

De acordo com os autores, em alguns países a função não é reconhecida para jornalistas, somente para relações públicas. Além de manter uma boa imagem com a opinião pública e distribuir informações para a mídia, os assessores de imprensa também são responsáveis por treinar as fontes da empresa para lidar com a imprensa.

Entrevistas com profissionais feitas pelos autores apontam que a comunicação ajuda a empresa a permanecer no mercado e evoluir, fortalece a credibilidade, promove maior integração, relacionamento com segmento do público e meios de comunicação. Os entrevistados também acreditam que uma atividade não exclui a outra, pois as duas trabalham pela imagem da empresa.

Ainda segundo alguns profissionais entrevistados, enquanto o Relações Públicas está mais relacionado à coordenação de eventos e projetos, o jornalista precisa escrever bem e ter um bom relacionamento com a imprensa. O ideal de comunicação, segundo um dos entrevistados, seria o trabalho em conjunto de publicitários, relações públicas e jornalistas.

Confira o artigo na íntegra: http://www.fag.edu.br/professores/anderson/Assessoria%202009/artigo%20assessoria%20imprensa%20e%20relacoes%20publicas%20-%206.pdf

Comentários

  1. Fala Ben, quanto tempo que não passo por aqui!

    A discussão é longa, mas senti que o estudo (pelo que você relatou) confunde profissão e função. O RP pode ter como FUNÇÃO a assessoria de imprensa, bem como o Jornalista pode ter a mesma função. Assessor não é profissão rsrs.

    Da mesma forma, no fim do texto afirma-se que "Enquanto o Relações Públicas está mais relacionado à coordenação de eventos e projetos, o jornalista precisa escrever bem e ter um bom relacionamento com a imprensa". Para mim isso é um ABSURDOOOOOOO!!!

    RP deve coordenar e ter visão macro sobre diversas atividades da comunicação. Eventos é apenas uma delas. Quando coloca-se o "enquanto" praticamente exclui que o RP tenha que escrever bem e se relacionar com jornalistas. Da mesma forma, AMBOS precisam escrever bem e AMBOS precisam se relacionar bem com jornalistas.

    Vou tentar ler o artigo com calma depois ;-)

    Abraços

    Pedro Prochno
    @prochno
    www.blogrelacoes.com.br

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